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    Janeiro Branco 2025: psicólogo dá conselhos para cultivar o autocuidado na maturidade

    Saúde

    29 de Janeiro de 2025 | Larissa Gabriel Alvares O mês de janeiro foi escolhido porque está associado a recomeços, uma folha em branco que pode nos levar a reflexões e os novos projetos como a possibilidade de reescrever a própria história. | Créditos: Maria Paula Garcia A campanha de conscientização alerta para a atenção com a saúde mental Com origem em Minas Gerais, o Janeiro Branco começou com uma campanha que pretendia popularizar informações ligadas à saúde mental em 2014, em que um grupo de psicólogos se reuniu para debater e criar a temporada. O reconhecimento oficial veio somente em 2023, com a promulgação da Lei nº 14.556, que fez o mês colorido tomar proporções nacionais. Na matéria de hoje, a equipe do The Silver Economy entrevistou o psicólogo Francisco Carlos Gomes, para explicar um pouco sobre a campanha e dar dicas de cuidado com a mente especificamente para longevos. Autocuidado Francisco iniciou a conversa explicando a importância da campanha nacional: “O mês de janeiro foi escolhido porque está associado a recomeços, uma folha em branco que pode nos levar a reflexões e os novos projetos como a possibilidade de reescrever a própria história. Outro fator importante é desmistificar as questões mentais e quebrar tabus no que diz respeito ao autocuidado”. O profissional explicou como, por muitas vezes, equivocadamente, procurar ajuda psicológica pode ser visto como um sinal de fraqueza. Apesar do período de pandemia ter reiterado a importância de cuidar da saúde mental (em 2021, uma pesquisa do Instituto FSB revelou que 60% dos brasileiros que fazem terapia começaram o tratamento durante a pandemia), muitos fatores ainda fortalecem uma visão equivocada do trabalho de psicólogos e psiquiatras. Mas não é só na área da psicologia que a desinformação acaba diminuindo a busca pelo tratamento. Segundo o Ministério da Saúde, três em cada dez homens não têm o hábito de ir ao médico. Ainda, de acordo com pesquisa do Centro de Referência em Saúde do Homem, mais da metade dos pacientes do sexo masculino só procura atendimento médico em casos de problemas de saúde avançados. Outros dados sobre esse tema são revelados com a pesquisa da Cleveland Clinic (centro médico acadêmico norte-americano sem fins lucrativos): 20% dos homens admitem não ser sinceros com os próprios médicos. Apenas metade deles costuma fazer exames de rotina. 65% dos entrevistados admitiram que evitam ir ao médico pelo maior período possível. Profissionais analisam que, além do temor causado pela falta de informação dos tratamentos, esse medo pode decorrer da ideia de ‘fraqueza’ que os homens, supostamente, não podem demonstrar. “Quem precisa de ajuda psicológica e procura o tratamento, está exercendo um ato de coragem, é uma ideia errada que se trata de uma fraqueza, muito pelo contrário – é uma demonstração de força – e que precisa de ajuda profissional de um psicólogo”, diz Francisco. Exercício e alimentação balanceada Exercícios físicos vão além da saúde do corpo e podem estar ligados com a saúde mental dos longevos. Para Francisco, o cuidado integrado, ou seja, que aborda várias esferas como o físico, mental e social, é essencial para um desenvolvimento saudável. “É muito difícil manter uma rotina de exercícios sozinho, então, mais uma vez, os grupos podem nos ajudar e estimular a praticar as atividades físicas. É importante que sejam exercícios que você se sinta bem em fazer. Algumas pessoas gostam de academias, outras gostam de caminhar no parque, outras gostam de fazer natação. O importante é que este hobbie tenha a ver com você”, explica o doutor. Consultar profissionais, tanto para fazer exercícios de maneira segura quanto para desenvolver uma dieta balanceada, também compõem uma parte importante do autocuidado. Principalmente por conta do metabolismo do corpo, a alimentação na longevidade tende a ser diferente da alimentação de pessoas mais jovens: “Uma alimentação balanceada pode ajudar no humor e na qualidade de vida que ainda temos pela frente, além de ajudar no controle do peso, que, com a longevidade, precisa estar em equilíbrio”, pontua Francisco. Familiares e Independência A interação intergeracional, ou seja, entre pessoas de gerações diferentes, é fundamental para possibilitar a troca de experiências e vivências, explica o doutor. Ao fortalecer laços afetivos, seja com filhos ou netos, os indivíduos sentem maior pertencimento ao grupo: “O ganho maior está na promoção da saúde, a sensação de bem-estar é um fator observável nesta relação, para todos os lados, com isso a autoestima se fortalece com a sensação de pertencimento ao grupo de forma mais ativa”, diz Francisco. Para quem não convive com os familiares, o profissional explica como é necessário ter uma rede de apoio na longevidade. Os vínculos sociais e as amizades tem um papel preponderante para o cuidado da mente: “A forma como nos relacionamos pode ser determinante como fator de proteção psicossocial contra o adoecimento emocional e o suicídio”. Cultivar a independência também é importante para garantir melhor qualidade de vida a longo prazo. Francisco divide a independência na maturidade em três esferas: a financeira (com educação financeira, é possível ter mais liberdade no envelhecimento), a física (trabalhar ativamente o corpo previne doenças e aumentam a disposição) e a social (novos ciclos de amizade fomentam a socialização do indivíduo). A OMS (Organização mundial de Saúde), alerta para o número de transtornos de ansiedade e depressão, principalmente na população 60+. Francisco chama atenção aos sinais que a pessoa idosa possa demonstrar caso precise de ajuda psicológica: – Deixar de falar das suas emoções e sentimentos; – Isolamento voluntário; – Sinais de tristeza.

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    Três receitas naturais para pele e cabelos expostos ao sol, farmacêutico ensina

    Saúde

    29 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Chás De Ervas E Especiarias Variados Em Colheres De Madeira | Crédito: Marta Branco – Pexels A naturopatia é fundamentada na noção do poder curativo da natureza, e dá ênfase à prevenção e tratamento de doenças por meio de um estilo de vida saudável No verão, a exposição intensa ao sol, ao sal do mar e ao cloro das piscinas torna-se uma ameaça à saúde da pele e dos cabelos. O ressecamento, queimaduras solares e queda capilar são queixas frequentes nesta estação. De acordo com o farmacêutico naturopata Jamar Tejada (Tejard), da capital paulista, os tratamentos naturais oferecem uma abordagem preventiva e reparadora, focada no equilíbrio do organismo. “A pele e os cabelos são espelhos da nossa saúde interna e a homeopatia pode atuar profundamente para reduzir os danos causados por fatores externos típicos do verão, enquanto a naturopatia ajuda a nutrir e proteger essas estruturas de forma integral“, explica o profissional. Pele sob o sol: Queimaduras solares são um dos maiores problemas da estação e a homeopatia oferece opções como Cantharis, indicada para alívio de queimaduras leves, enquanto a naturopatia aposta no uso de aloe vera pura para hidratação profunda e ação anti-inflamatória.   Receita: – 2 colheres de sopa de gel de aloe vera puro (calmante e regenerador).– 5 gotas de óleo essencial de lavanda (anti-inflamatório e cicatrizante).– 1 colher de chá de óleo de coco (hidratante e protetor).– ½ colher de chá de vinagre de maçã diluído (ajuda a restaurar o pH da pele).– Água destilada ou filtrada (se necessário, para diluir a mistura).   Basta misturar o gel de aloe vera, o óleo essencial de lavanda e o óleo de coco em um recipiente limpo e acrescentar o vinagre de maçã diluído e mexa até obter uma mistura homogênea. Para usar basta lavar a área afetada com água fria para remover impurezas e resfriar a pele e aplicar uma fina camada da mistura sobre a queimadura leve deixando agir por 15-20 minutos. Depois é importante remover suavemente com água fria ou morna e, se necessário, repetir o processo 2-3 vezes ao dia até a pele melhorar. Ressecamento intenso: A pele tende a perder hidratação devido à exposição solar e ao sal. Para nutrir de dentro para fora, remédios homeopáticos como Natrum muriaticum podem ajudar no equilíbrio dos líquidos corporais assim como as máscaras faciais à base de óleos vegetais como abacate e jojoba.   Receita: – 1 colher de sopa de óleo de abacate (rico em vitaminas A, D e E, excelente para hidratar e reparar a pele); – 1 colher de chá de óleo de jojoba (equilibra a oleosidade natural da pele e forma uma barreira protetora contra a perda de água); – 2 colheres de sopa de polpa de abacate amassada (nutre e acalma a pele); – 1 colher de sopa de mel puro (umectante natural, hidrata e suaviza a pele); – 1 colher de chá de iogurte natural sem açúcar (ajuda a restaurar o pH da pele e oferece uma leve ação calmante).    Em um recipiente limpo basta misturar a polpa de abacate com o mel até formar uma pasta homogênea e adicionar o óleo de abacate e o óleo de jojoba, misturando bem e então é só incorporar com o iogurte natural, mexendo até obter uma textura cremosa. Para utilizar é importante limpar o rosto com água morna e um sabonete suave para remover impurezas e aplicar a máscara em uma camada uniforme sobre o rosto, evitando a área dos olhos. Depois de agir por 20 minutos é só enxaguar com água morna, removendo delicadamente a máscara. Cabelos danificados: A queda capilar é comum no verão devido ao ressecamento e ao impacto dos raios UV. Tratamentos homeopáticos como Silicea e Calcarea phosphorica fortalecem a estrutura dos fios, enquanto óleos essenciais, como o de alecrim, auxiliam na estimulação do couro cabeludo e podem ser usados adicionando 5 gotas do óleo na quantidade utilizada para uma lavagem dos cabelos. Ou ainda, a dica do especialista é fazer um tônico.   Receita: Basta misturar 10 gotas de óleo essencial de alecrim com 100 ml de água destilada ou filtrada e 1 colher de chá de vinagre de maçã e misturar em um frasco spray limpo. Depois é só borrifar diretamente no couro cabeludo, evitando excesso nos fios e massagear suavemente e deixar secar naturalmente.   Para prevenir danos antes que eles aconteçam, o especialista recomenda o uso de protetores solares naturais e shampoos livres de substâncias agressivas, além de uma dieta rica em antioxidantes e óleos saudáveis. “A combinação de cuidados tópicos e internos é o segredo para aproveitar o verão sem comprometer a saúde e a estética“, destaca Jamar.

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    58% das seguradoras priorizam eficiência e otimização de processos ao adotar IA

    Negócios

    27 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Divulgação 33% das companhias do setor também apontam a melhoria das experiências do cliente e do usuário interno como principal motivação para aderir à inteligência artificial O mercado segurador já está consciente das vantagens que a inteligência artificial pode trazer aos seus negócios. É o que revela a análise setorial de 2024 do Informe Ascendant de Maturidade Digital, produzido pela Minsait, empresa de transformação digital e TI da Indra. Para analisar o contexto e o grau de adoção da inteligência artificial (IA) nas organizações, a quinta edição da pesquisa, intitulada “IA: radiografia de uma revolução”, ouviu mais de 900 instituições públicas e privadas ao redor do mundo, especializadas em 15 diferentes segmentos atuação. No caso do setor de seguros, mais da metade das empresas ouvidas (58%) destacou a eficiência e a otimização dos processos internos como a principal motivação para aderir à IA ou passar a utilizá-la de maneira intensiva. 33% das companhias respondentes apontaram, por sua vez, a melhoria das experiências do cliente e do usuário interno como fator preponderante para a utilização da tecnologia. Três em cada dez empresas também mencionaram como prioridade a melhoria da oferta ou do conhecimento do cliente, por meio da aplicação da IA. Ainda nesse sentido, outros aspectos relevantes citados pelas organizações ouvidas foram: renovação do modelo de negócio (21%), apoio à tomada de decisão baseada em dados (15%), otimização dos dados produzidos internamente (15%) e afirmação do posicionamento da marca enquanto entidade inovadora (8%). O Informe Ascendant 2024 também identificou que 100% das seguradoras ouvidas estão focadas em compreender como a IA pode contribuir para aprimorar operações específicas do setor, ao mesmo tempo em que têm concentrado seus esforços na melhoria da gestão de riscos e da segurança cibernética, a partir de softwares desenvolvidos por terceiros. Outros departamentos que podem vir a ser beneficiados pela tecnologia, segundo as companhias respondentes, são: marketing, vendas e design de produtos e serviços. Com relação ao uso da IA em expedientes específicos do mercado segurador, as companhias afirmaram estar direcionando seus recursos para otimizar a avalição de riscos, por meio de ferramentas de detecção de fraudes contratuais, análise de imagem de satélites e modelos preditivos. Outro aspecto prioritário é a melhoria do processamento de sinistros, a partir da comunicação automatizada com o cliente, via chatbots de suporte, e de recursos de análise de documentos para extração de dados e informações. Foram citados, ainda, como benefícios trazidos pela IA: avanços na emissão e administração de apólices, análise da experiência do consumidor, segmentação de clientes e análise preditiva para antever taxas de renovação de contratos e de rotatividade (churn rate). Em relação às barreiras e fatores que têm dificultado o avanço da aplicação da inteligência artificial no setor, foram mencionados pelas organizações aspectos como: incerteza sobre a regulamentação da tecnologia (42%) e desafios ligados à criação de uma cultura de governança de dados (38%). Três em cada dez empresas também chamaram a atenção para a escassez de conhecimento e de talentos especializados em IA no setor, além da falta de visão da alta gestão a respeito do tema. IA é a chave para a transformação dos negócios em seguros O mercado segurador atravessa um momento de grande dinamismo, influenciado por fatores econômicos, políticos e sociais. Esse cenário tem exigido a implementação de transformações profundas nos processos que envolvem o negócio, a fim de que as empresas se mantenham competitivas e capazes de responder tantos às demandas do consumidor final quanto à crescente necessidade de otimização das operações corporativas. Em um contexto também marcado pela inflação global e pela mudança dos hábitos de consumo, as entidades financeiras e seguradoras têm intensificado suas estratégias de inovação. Com isso, a IA, já presente nessa indústria há alguns anos, tem se consolidado como um recurso fundamental para a adequação do modelo de negócios do setor aos níveis de personalização e eficiência exigidos na atualidade. Para Ignacio Fernández, diretor global de Serviços Financeiros e Seguros da Minsait, o impacto da IA vai para além das demandas do mercado financeiro e tem aberto caminho para uma transformação cada vez mais acelerada de diversos setores da economia e da vida cotidiana. “O setor de seguros já se utilizada da IA de maneira recorrente, liderando a aplicação desse recurso, que tem sido amplamente requisitado em áreas-chave da sua cadeia de valor, como na prospecção de clientes e na oferta de serviços em tempo real”, destacou o executivo. “A IA Generativa deve impulsionar esse ecossistema, abrindo portas para o surgimento de novas oportunidades e desafios. Entre os aspectos mais relevantes que as seguradoras devem ter em mente, estão: desenvolvimento de modelos de negócio digitais, automatização de processos para redução de custos operacionais, personalização de serviços, melhoria da experiência do cliente e design de produtos inovadores”, finaliza Fernández.

    27 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Uma longa jornada até o topo: o etarismo e a intergeracionalidade no mundo da música

    Cultura & Lifestyle

    24 de Janeiro de 2025 | Jean Vitor Schmidt e Larissa Gabriel Alvares Da esquerda para direita: João Lopes, Daniel Daibem, Enielse Oliveira | Créditos: Reprodução – Blue Note SP Em entrevista exclusiva, o compositor longevo Daniel Daibem comenta sobre choques intergeracionais no mundo da música Um dos grandes nomes da música brasileira, Daniel Daibem, acabou de completar 52 anos de idade no último 17 de janeiro. O músico e apresentador, conhecido por desvendar os fundamentos da linguagem do jazz de forma simples e didática, iniciou sua jornada no rádio e hoje leva aos palcos, a mesma didática, em forma de show, compondo um Trio, que leva seu nome, e o Projeto Vanda And The Youngs. Ativo em suas redes sociais, em dezembro do último ano, o cantor e compositor longevo Daibem (voz e guitarra), que se apresenta em trio ao lado dos músicos João Lopes (bateria) e Enielse Oliveira (contrabaixo elétrico), expôs em seu Instagram a resposta a um comentário recebido ‘um tanto quanto etarista’. Em sua caixinha de perguntas foi questionado o motivo de músicos tão jovens como João e Enielse tocarem ao lado de Daniel, de 52 anos, alertando aos integrantes mais novos que isso era “fim de carreira”. O que o autor do comentário não esperava é que Daniel fosse responder seu comentário, alegando como o “etarismo é uma das formas mais canalhas e covardes de despejar as próprias frustrações em público”. Veja a publicação que reverberou: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniel Daibem (@danieldaibem) A publicação deu espaço para que vários usuários refletissem sobre o assunto. Em entrevista exclusiva sobre o tema ao The Silver Economy, Daniel contou mais detalhes suas experiências com estereótipos na maturidade e no mundo da música. A cilada do etarismo A escolha de expor este comentário não foi por acaso: “Eu só respondo publicamente […] quando isso pode proporcionar uma reflexão educativa. Eu faço isso porque tem muita gente que acaba escrevendo depois: ‘Você é muito mais que isso, não dê bola para isso’, e eu falo: não. Eu só trago como tema quando a gente pode extrair alguma coisa educativa”, explica Daniel. Para o cantor, é natural que biologicamente exista uma tolerância maior com pessoas mais próximas a sua idade, em consequência, seu círculo de relacionamentos tende a ter uma faixa-etária equivalente. No entanto, o problema se encontra quando existe uma discriminação entre individuos por conta desse preconceito. “O interessante do etarismo é que ele é uma cilada, né? Ele é uma cilada porque ele lida com um fator que você vai passar por isso daqui a pouco”, completa Daniel. O espaço na imprensa também é importante para construir (e desconstruir) padrões, principalmente acerca da aparência de pessoas maduras. O artista também contou como, por conta das propagandas, é natural que exista um estranhamento e pensamentos que reforçam estereótipos de pessoas 50+, mas que a inclusão de novas perspectivas na mídia, principalmente sob o tema do envelhecimento, possibilita que tais preconceitos não sejam reforçados. Inspiração para os longevos Em um de seus projetos, o Vanda and the Youngs, Daniel, que também toca ao lado de músicos mais jovens, interpreta músicas do AC/DC. É interessante notar que o conjunto, formado em 1973, é uma das bandas mais longevas do mundo, já atuando há mais de 50 anos. Quando perguntado sobre como esse exemplo pode ajudar a combater o etarismo e que influência ele pode trazer para a pessoas maduras. O artista afirmou: “Com certeza ajuda, porque, é claro, o próprio Gilberto Gil, por exemplo, se pedir a ele para tocar ‘O Canto da Ema’, provavelmente não terá o mesmo vigor de antes, aos 25 anos. Eu sinto isso na pele. O Angus Young, guitarrista do AC/DC, não se movimenta mais daquele jeito frenético. Quem o vê, grisalho e de shortinho, vai estranhar o estilo, e a gente só tem a lamentar, porque essas pessoas também vão chegar nessa idade, e aí vai ser a vez delas. Elas vão estar ali como velhos caquéticos ou como jovens idosos?”. Por diversas vezes, o cantor recebe perguntas em suas redes sociais questionando se é possível aprender um instrumento depois dos 30 ou 40 anos. Daniel é direto: “O que você se apaixona, tem idade? O que você se entusiasma, tem idade? […] Então, a música não tem idade”. Indicação de prata Ao final da entrevista, Daniel deixou três indicações de maduros do mundo da música para curtir e aprender. Scary Goldings   É a junção do projeto Scary Pockets, de Ryan Lerman, e Jack Conte, 38 e 40 anos respectivamente, com o músico de jazz, Larry Goldings, de 56 anos. O conjunto realiza parcerias com diversos nomes do mundo da música. Seu quarto álbum foi gravado em conjunto com o músico John Scofield, de 73 anos.   Rick Beato   Richard John Beato, 62 anos, mais conhecido como Rick Beato, é um famoso youtuber, multi-instrumentista, produtor musical e educador estadunidense. Em seu canal, Rick faz compilações, realiza entrevistas e ensina assuntos diversos relacionados à música.   Gilberto Gil   Conhecido por sua relevante contribuição na música brasileira e por ser vencedor de prêmios como Grammy Awards e Grammy Latino, Gilberto Gil, 82 anos, é  cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor musical e escritor brasileiro.   Em mais de cinquenta álbuns lançados, ele incorpora a gama eclética de suas influências, incluindo rock, gêneros tipicamente brasileiros, música africana, funk, música disco e reggae.

    24 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Febraban alerta e reforça que PIX continua igual, gratuito e sem qualquer alteração para quem utiliza

    Educação

    23 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) alerta para notícias falsas que estão sendo divulgadas em redes sociais sobre o PIX | Créditos: Marciobnws – Shutterstock Novas normas da Receita Federal não alteram as regras do PIX e não haverá nenhuma mudança no dia a dia dos clientes Sucesso nacional e exemplo internacional, o PIX se consagrou como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros nos últimos quatro anos e suas regras permanecem exatamente como já conhecidas pela população. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) alerta para notícias falsas que estão sendo divulgadas em redes sociais e esclarece que nada mudará para o usuário desse meio de pagamento e que não haverá qualquer tipo de cobrança ou taxação para quem utiliza o PIX.  A recente Instrução Normativa da Receita Federal não exige nenhuma nova responsabilidade dos usuários do PIX (pagadores ou recebedores); apenas atualizou o sistema de acompanhamento financeiro para incluir novos meios de pagamento na declaração prestada por instituições financeiras e, agora, por instituições de pagamento. Ou seja, os clientes que utilizam o PIX para pagamentos e transferências não precisam tomar qualquer providência, nem passarão a ser cobrados pelo uso do PIX. Não são verdadeiras, portanto, informações de que os usuários do PIX precisarão declarar à Receita o montante que movimentam. Como mencionado, essa é uma obrigação das instituições financeiras e de pagamento. Da mesma forma, são mentirosas notícias de que haverá cobrança de tributos ou taxas quando se utilizar o PIX. Os bancos brasileiros já eram obrigados a fornecer as informações para a Receita Federal desde 2015, quando foi definido que as instituições financeiras deveriam apresentar informações sobre transações, uma vez que o montante global movimentado ou o saldo, em cada mês, por tipo de operação financeira, fosse superior a R$ 2.000, no caso de pessoas físicas e R$ 6.000 no caso de pessoas jurídicas. A única mudança para os bancos, de acordo a nova instrução normativa, está no valor mínimo das movimentações financeiras, que já eram reportadas, e agora o envio da informação pelos bancos deve ocorrer para montantes superiores a R$ 5.000 para pessoas físicas e R$ 15.000 para pessoas jurídicas. A Receita Federal não solicita pagamentos de qualquer tipo de taxa ou imposto em virtude de movimentações com o PIX. Ao receber esse tipo de mensagem, desconsidere imediatamente.

    23 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Reeducação alimentar dos longevos: como criar hábitos saudáveis no início do ano

    Saúde

    22 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy A alimentação equilibrada é uma ferramenta poderosa para aproveitar todas as fases da vida com vitalidade | Créditos: Ella Olsson – Pexels Especialistas explicam a importância de uma alimentação equilibrada para os 60+ e como pequenas mudanças na dieta podem promover saúde e qualidade de vida O início do ano é um momento ideal para repensar os hábitos alimentares, especialmente para aqueles que já passaram dos 60 anos. Uma alimentação equilibrada é essencial para prevenir doenças, fortalecer o sistema imunológico e melhorar a qualidade de vida. “Na longevidade, a nutrição é um pilar fundamental para envelhecer com saúde e energia. Pequenas mudanças podem trazer grandes benefícios para o corpo e a mente“, afirma a Dra. Polianna Souza, médica geriatra e cofundadora do canal Longidade. De acordo com a Dra. Andrea Pereira, médica nutróloga e também cofundadora do canal Longidade, o metabolismo funciona de forma diferente nessa fase da vida, exigindo adaptações nos nutrientes consumidos. “O consumo adequado de proteínas é crucial para evitar a perda de massa muscular, enquanto fibras e água são essenciais para uma boa saúde intestinal. Além disso, é importante reduzir a ingestão de alimentos ultraprocessados, que podem prejudicar o organismo“, explica. Ainda, segundo as especialistas, a reeducação alimentar não precisa ser um processo drástico ou intimidante. “A chave está em fazer mudanças consistentes e sustentáveis. Incorporar alimentos naturais, reduzir o sal e o açúcar, e manter uma boa hidratação já faz uma enorme diferença“, complementa a Dra. Andrea Pereira. Dicas práticas para começar o ano com saúde: Variedade no prato: Incluir alimentos coloridos e ricos em nutrientes, como vegetais, frutas, grãos integrais e proteínas magras. Evitar ultraprocessados: Alimentos industrializados podem ser ricos em sódio, açúcares e gorduras ruins, prejudicando a saúde cardiovascular. Pequenas mudanças, grandes resultados: Reduzir gradualmente o sal e o açúcar na dieta e experimentar temperos naturais. Hidratar-se: Mesmo sem sentir tanta sede, beba água ao longo do dia para evitar desidratação. Planejar as refeições: Isso ajuda a evitar desperdícios e incentiva escolhas saudáveis. “As mudanças na alimentação são investimentos valiosos para viver mais e melhor. A alimentação equilibrada é uma ferramenta poderosa para aproveitar todas as fases da vida com vitalidade“, conclui a Dra. Polianna Souza.

    22 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Nandarê promove workshop gratuito sobre sarcopenia nesta sexta-feira, 24

    Saúde

    21 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Espaço Nandarê – Crédito Divulgação Evento gratuito e aberto ao público tratará o tema de alteração da musculatura esquelética caracterizada pela redução da força e massa muscular secundária ao envelhecimento, que inicia após os 50 anos Nesta sexta, 24 de janeiro, o centro de saúde conceito Nandarê, localizado no bairro Jardim Paulista, em São Paulo, anunciou que promoverá uma palestra aberta ao público em seu espaço. O tema será relacionado aos cuidados e prevenção da sarcopenia. Mediada pelo especialista em medicina preventiva e social, Dr. Raphael Kaeriyama (CRM/SP 175.596), o evento conta com inscrições pelas redes sociais do centro de saúde e ocorre às 11h (horário de Brasília) Pode-se entender a sarcopenia como uma alteração da musculatura esquelética caracterizada pela redução da força e massa muscular secundária ao envelhecimento. A doença musculoesquelética é comum entre homens e mulheres a partir dos 50 anos de idade, mas pode surgir antes do estimado a depender do nível de sedentarismo do indivíduo, decrescendo em até 2% a massa muscular  anualmente na maioria dos casos, esse número pode aumentar após os 60 anos e chegar aos 3%.  “Os músculos contam com uma função vital no corpo humano, sendo fundamentais para a movimentação, portanto ao ser afetado pela sarcopenia os principais sintomas são: Fraqueza muscular, perda de equilíbrio, perda de resistência e principalmente a diminuição do tamanho dos músculos“, explica Dr. Raphael. Segundo o Relatório Global da OMS sobre Prevenção de Quedas na Velhice, aproximadamente 28% a 35% dos idosos acima dos 65 anos sofrem de quedas e a sarcopenia, quando não tratada, pode contribuir significativamente para o aumento desses números.  Serviço:  Workshop sarcopenia  Valor: Gratuito  Data: 24/01 Horário: Às 11h Local: Espaço Nandarê – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4410 – Jardim Paulista, São Paulo.  Inscrições no perfil oficial: Link.  Entre em contato pelo número +55 11 91128-4321

    21 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Open to work: especialista em mercado de trabalho dá dicas de como tornar o LinkedIn atraente

    Carreira

    21 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Linkedin é uma plataforma de mídia social focada em negócios e emprego que funciona através de sites e aplicativos móveis | Créditos: Bastian Riccardi – Pexels Estratégias vão desde a escolha de foto profissional ao uso de palavras-chave eficazes para a criação de um perfil de destaque Na busca para se posicionar digitalmente no mercado de trabalho, muitos profissionais ainda cometem erros ao publicar no LinkedIn ou mantêm perfis pouco atraentes. Juliana Nóbrega, professora de Marketing do Centro Universitário de Brasília (CEUB) e especialista em mercado de trabalho, ensina como transformar a plataforma em uma ferramenta estratégica para alcançar o emprego desejado, aumentando a visibilidade para atrair recrutadores e evitando deslizes. Juliana Nóbrega é professora de Marketing do Centro Universitário de Brasília (CEUB) e especialista em mercado de trabalho | Créditos: Reprodução – Instagram Confira as dicas práticas: 1. Elementos para um perfil de LinkedIn atraente e competitivo JN: Uma boa foto de perfil é fundamental, pois facilita que as pessoas te identifiquem e reconheçam com facilidade. Escolha uma foto com fundo liso e neutro, que contraste com o rosto, tornando o avatar de fácil visualização. Outro ponto importante é a descrição do perfil, que aparece abaixo do nome. Use palavras-chave que representem seu momento profissional ou área de atuação, orientando o algoritmo a conectar seu perfil às pessoas certas. Uma imagem de capa personalizada também agrega profissionalismo e pode ser usada para destacar informações sobre você, como contatos, valores ou crenças. 2. Destacar conquistas e experiências profissionais JN: Seja honesto. Evite “autoadjetivações” para não soar piegas. Se for compartilhar uma nova certificação, escreva um pequeno parágrafo apresentando as competências e aprendizados adquiridos. Ao receber uma promoção, descreva brevemente o trabalho que pretende realizar. Essa abordagem foca no futuro e desperta a curiosidade das pessoas para o seu novo momento. 3. Conteúdos que atraem recrutadores e fortalecem marca pessoal JN: Combine postagens sobre seus feitos no trabalho com a produção de conteúdos relevantes, tornando sua interação com a rede mais dinâmica. Escreva artigos e compartilhe reflexões sobre temas em alta na sua área, intercalando com publicações sobre realizações profissionais. Isso cria coerência entre seu discurso e seus resultados. Sobre o conteúdo, a dica de ouro é estruturar o parágrafo em três partes: o que você fez, o que aprendeu e o que conquistou. 4. Como potencializar o algoritmo do LinkedIn JN: O algoritmo do LinkedIn é rápido e ajustável. Usar palavras-chave na descrição do perfil e nas experiências ajuda o sistema a alinhar seu perfil com vagas compatíveis. Se perceber que os resultados não estão adequados, experimente alterar palavras-chave e temas, que variam conforme a área. Pesquise os temas mais relevantes na sua área de interesse e insira essas palavras nos seus posts para ganhar relevância. O LinkedIn também disponibiliza hashtags em alta, que podem ajudar a produzir conteúdos atuais e atrativos. 5. Interagindo em publicações de outras pessoas JN: Você não precisa criar conteúdos autorais todos os dias, mas interagir regularmente é uma forma eficaz de manter seu perfil ativo. Suas interações também aparecem no feed da sua rede, ampliando sua visibilidade. Priorize curtir e comentar conteúdos que sejam interessantes para sua rede, garantindo uma boa curadoria. Lembre-se de que o LinkedIn é uma rede profissional e o foco deve ser sempre o trabalho. 6. Conexões ideais para a vaga de trabalho dos sonhos JN: Priorize profissionais e criadores de conteúdo da sua área. Além disso, conecte-se com profissionais de RH das empresas que te interessam, pois muitas oportunidades vêm diretamente deles. Siga as empresas de interesse e ative as notificações de vagas para não perder oportunidades. Apesar de o processo de candidatura ser cansativo, não desista. Continue se dedicando e fazendo sua parte, com persistência, a oportunidade certa chegará! 7. Não afaste os recrutadores JN: Cada caso é único, mas alguns fatores podem afastar recrutadores, como a mistura de conteúdos pessoais com profissionais. Evite publicações com cunho político, racista ou machista, pois podem prejudicar sua imagem.

    21 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    O que esperar do mercado financeiro em 2025

    Negócios

    20 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy O mercado financeiro em 2025 promete ser dinâmico e cheio de oportunidades, mas também exigirá atenção redobrada dos investidores | Créditos: cottonbro studio – Pexels Especialista aponta as tendências e oportunidades para investidores O mercado financeiro em 2025 promete ser dinâmico e cheio de oportunidades, mas também exigirá atenção redobrada dos investidores. Com mudanças significativas esperadas no cenário econômico global e nacional, especialistas apontam tendências e setores estratégicos que devem moldar as decisões financeiras no próximo ano. “A taxa de juros, a inflação e as políticas econômicas serão determinantes para definir o ritmo do mercado. Além disso, a tecnologia, as inovações e os investimentos sustentáveis com foco em ESG, continuarão como pilares de destaque”, afirma Frederico Avril, sócio da Septem Capital Gestão Patrimonial e Investimentos. Taxa de juros e inflação: o impacto nos investimentos A taxa Selic deve permanecer como um dos indicadores mais monitorados, influenciando diretamente a rentabilidade de ativos de renda fixa e o custo do crédito. Para novos investidores, é fundamental compreender como mudanças nesse índice afetam seus investimentos. A inflação, por sua vez, continuará sendo um fator relevante, exigindo estratégias que protejam o poder de compra e garantam a rentabilidade. Tecnologia e inovação: o futuro do setor financeiro A inteligência artificial (IA) e a automação vêm transformando o mercado, otimizando processos, reduzindo erros e personalizando a experiência de investidores. Além disso, a tokenização de ativos físicos e o crescimento das criptomoedas prometem revolucionar o acesso a investimentos, enquanto modelos descentralizados (DeFi) eliminam intermediários e facilitam transações financeiras. “Em 2025, veremos uma aceleração no uso de inteligência artificial para educação financeira e gestão de investimentos. Plataformas digitais e aplicativos usarão a IA para oferecer aprendizado personalizado e empoderar os consumidores”, destaca Avril. Sustentabilidade e ESG: uma prioridade para investidores A sustentabilidade deixou de ser opcional e se tornou um critério essencial. Investidores exigem maior transparência e práticas responsáveis das empresas. Isso coloca os investimentos ESG em posição de destaque, principalmente para aqueles que buscam retornos alinhados a valores éticos e ambientais. Mudanças no Tesouro Direto: uma porta de entrada para novos investidores O Tesouro Direto deve passar por atualizações significativas em 2025, ampliando o acesso e diversificando suas modalidades. “Espera-se que novos produtos indexados à inflação e com prazos mais curtos sejam oferecidos, aumentando as opções de diversificação para os investidores. A plataforma também deve se tornar mais acessível e transparente, o que é positivo para quem está começando”, explica Avril. Cibersegurança em foco Com o aumento das transações digitais, a proteção de dados e a cibersegurança serão prioridades absolutas. “O avanço das fintechs e dos modelos descentralizados traz conveniência, mas exige investimentos em segurança para proteger investidores contra ameaças crescentes”, ressalta o especialista. Com tantos elementos em jogo, 2025 promete ser um ano de oportunidades e desafios no mercado financeiro. Para investidores, estar atento às tendências, adaptar-se às mudanças e buscar conhecimento será essencial para alcançar bons resultados. “É um ano para quem está preparado e atento às novas possibilidades”, conclui Frederico Avril.

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    “Capitão Astúcia”: reflexões sobre etarismo no cinema nacional

    Cultura & Lifestyle

    17 de Janeiro de 2025 | Larissa Gabriel Alvares Fernando Teixeira em Capitão Astúcia | Créditos: Reprodução Produção nacional já acumula 49 prêmios e tem estreia marcada para dia 6 de fevereiro Dirigido e roteirizado por Filipe Gontijo, o filme Capitão Astúcia traz uma abordagem única sobre temas como etarismo, imaginação e as transformações no cinema nacional. Aos 80 anos, Fernando Teixeira interpreta o protagonista Capitão Astúcia, um idoso fascinado por histórias em quadrinhos que decide se transformar em super-herói, para o espanto de seu neto Santiago, interpretado por Paulo Verlings. A obra promete ser um marco na representação de maduros em papéis de destaque no cinema nacional, e celebrar o amor à vida, à imaginação e às conexões humanas. Ela também traz à tona discussões sobre como a sociedade encara o envelhecimento, questionando estereótipos associados à velhice e os sonhos que persistem ao longo da vida. Além de Fernando Teixeira e Paulo Verlings, o elenco conta ainda com Nívea Maria, André Deca, Yudi Tamashiro e Andrade Júnior. O projeto saiu do papel quando a Papai Pequeno se uniu à produtora Caza Filmes, que em seus 12 anos de atividade esteve à frente de  quinze curtas e dois longa-metragens. São co-produtores do longa a BdeVaca Filmes e a Ipê Amarelo Produções. Trama Capitão Astúcia traz a história de um antigo letreirista de quadrinhos, que aos 80 anos resolve se tornar super-herói para salvar o mundo da volta do Akira, um misterioso tocador de harpa laser que aparecia na TV nos anos 90. O herói arrasta o neto, o frustrado Santiago, nessa aventura. A parceria improvável se transforma em uma bela amizade conforme o neto é cativado pelo amor que o avô tem pela vida. À sua forma, Santiago se tornará um ajudante de super-herói para que o avô enfrente a velhice com a mesma valentia que encarna o herói Capitão Astúcia. Segundo Gontijo, a ideia de criação do personagem é uma “junção” entre figuras clássicas como Dom Quixote e Capitão América, criando um herói brasileiro destacável. O filme tem pré-estreia marcada para o dia 5 de fevereiro de 2025 no Rio de Janeiro, e a estreia nacional em 6 de fevereiro. Capitão Astúcia já acumula 49 prêmios, como o Troféu de Favorito do Público no 55º Festival de Brasília e no 17º Festival de Cinema dos Sertões. Na Itália, foi ovacionado por cerca de 2.500 estudantes. Ficha Técnica Direção e Roteiro: Filipe Gontijo; Co-Roteiro e Montagem: Eduardo Gomes; Produção Executiva: Érico Cazarré; Produção: Caza Filmes e Papai Pequeno; Gênero: Aventura, Fantasia, Drama; Duração: 90 minutos.

    17 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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