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    Brasilprev lidera ranking de diversidade 50+ do GPTW e reforça compromisso com inclusão

    Carreira

    27 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Reprodução Brasilprev Além do selo “ótimo lugar para trabalhar”, a organização celebrou o 1° lugar na categoria 50+, que fomenta práticas de inclusão e valorização de profissionais maduros A Brasilprev, empresa de previdência privada da holding BB Seguros, foi duplamente reconhecida na premiação “As Melhores Empresas Para Trabalhar – Diversidade”, do Great Place to Work (GPTW). Além do selo “ótimo lugar para trabalhar”, a organização celebrou o 1° lugar na categoria 50+, destacando suas práticas de inclusão e valorização de profissionais com 50 anos ou mais. Também conquistou o 5º lugar na categoria Mulher, reforçando seu compromisso com a equidade de gênero. Para Ângela Assis, CEO da Brasilprev, o reconhecimento materializa os valores que movem a companhia. “Essa conquista nos enche de orgulho, porque revela quem somos e como escolhemos evoluir: com escuta, respeito e um compromisso genuíno com a inclusão. Acreditamos, e já sentimos na prática, que um ambiente plural estimula a inovação, melhora a tomada de decisões, atrai talentos diversos e fortalece nossos resultados como companhia”, declara.

    27 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Desinformação que adoece: Mitos sobre o diabetes

    Saúde

    26 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Nutrisense Inc – Pexels Endocrinologista destaca sete equívocos comuns que ainda geram desinformação sobre a doença O Brasil soma mais de 16 milhões de pessoas vivendo com diabetes, segundo o Atlas mundial de Diabetes 2025. A maioria convive com o tipo 2 da doença, que representa 90% dos casos e está fortemente associado ao sobrepeso e à inatividade física. Mesmo sendo uma condição crônica altamente prevalente e que exige cuidados contínuos, o diabetes ainda é cercado por mitos que atrapalham o diagnóstico precoce, dificultam o tratamento e ampliam o estigma em torno da doença. A endocrinologista Dra. Denise Franco, cofundadora da edtech G7med, esclarece sete dos principais equívocos que precisam ser combatidos para melhorar a qualidade de vida das pessoas com diabetes e prevenir novas ocorrências.  1. Comer doce causa diabetes Mito. Comer açúcar em excesso não causa diabetes diretamente, mas pode aumentar o risco, especialmente do tipo 2, ao favorecer o ganho de peso. A condição também é influenciada por fatores como genética, sedentarismo e alimentação inadequada.  2. Ter parentes com diabetes significa que você terá também Mito. A genética influencia, mas não determina. Hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, podem reduzir significativamente o risco, mesmo em pessoas predispostas.  3. Quem tem diabetes vai perder a visão Mito. A perda de visão não é uma consequência inevitável da doença. Segundo a médica, complicações como a retinopatia diabética ocorrem em casos mal controlados e prolongados. O acompanhamento médico adequado pode evitar esse tipo de desfecho.  4. Pessoas com diabetes não podem beber álcool Mito. Com moderação e orientação médica, o consumo pode ser permitido. No entanto, é essencial ter cautela, já que o álcool pode afetar os níveis de glicemia.  5. Diabetes é causado apenas pelo excesso de açúcar Mito. A doença é multifatorial. Além da alimentação rica em açúcar, fatores como obesidade, sedentarismo, estresse e histórico familiar também desempenham papéis importantes.  6. Produtos “diet” ou “light” são liberados para diabéticos Mito. Esses produtos não são sinônimo de alimentação segura. A especialista recomenda atenção aos rótulos: nem todo alimento diet é isento de açúcar, e os light têm apenas redução de algum ingrediente, não necessariamente do açúcar.  7. Quem tem diabetes não pode engravidar Mito. É possível engravidar com segurança desde que os níveis glicêmicos estejam bem controlados antes e durante a gestação. A médica reforça a importância do planejamento, do acompanhamento especializado e da suplementação com ácido fólico.

    26 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Rosa mosqueta, o óleo natural protagonista para cuidados com a pele no inverno

    Saúde

    25 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Katya – Pexels  Com propriedades regeneradoras, clareadoras e hidratantes, o óleo de rosa mosqueta se firma como um aliado poderoso para os cuidados com a pele Com a chegada do inverno, a procura por produtos que cuidem e hidratem a pele aumenta. Não à toa, ativos potentes, naturais e multifuncionais ganham protagonismo nos meses mais secos do ano. Entre eles, um clássico da cosmética natural está reconquistando espaço nos banheiros e nas prateleiras: o óleo de rosa mosqueta. Apelidado de “novo elixir da beleza”, o ingrediente tem sido resgatado como solução eficaz para hidratar profundamente, clarear manchas, recuperar a barreira cutânea e suavizar sinais do tempo. “O óleo de rosa mosqueta é extraído do fruto de uma planta que se desenvolve melhor em clima frio, como o do Chile. É rico em ácidos graxos, antioxidantes, vitamina C e retinóides naturais, o que o torna extremamente versátil para a pele”, explica a Tatiane Moraes farmacêutica e bioquímica, da Abalô Dermocosméticos. Segundo a especialista, ele pode e deve ser usado em todos os tipos de pele, inclusive nas oleosas ou com acne, pois tem ação anti-inflamatória e cicatrizante. “É excelente para uniformizar o tom, clarear manchas pós-inflamatórias, suavizar estrias, linhas finas e promover uma hidratação profunda sem obstruir os poros“, completa. A farmacêutica lista abaixo 3 formas práticas e potentes de inserir o ativo na rotina de cuidados com a pele durante o outono-inverno: Com hidratante: Pingue 3 gotas do óleo de rosa mosqueta puro no seu hidratante facial ou corporal antes de aplicar. Isso aumenta a hidratação, fortalece a barreira da pele e reduz a perda de água no frio. Manchas na virilha e axilas: Aplique o óleo puro à noite nas regiões. Se usar desodorante em creme, adicione 10 gotas do óleo no potinho e misture bem para aplicação diária. Unhas fortes e saudáveis: Com as unhas sem esmalte, aplique diariamente o óleo nas cutículas e unhas para nutrição, fortalecimento e crescimento saudável. Tatiane aconselha o uso de marcas em que o ativo seja 100% puro e prensado a frio, o que significa que nenhum solvente ou calor excessivo foi utilizado na extração. Isso preserva todas as propriedades bioativas do ingrediente, garantindo sua máxima eficácia. Os benefícios do óleo mosqueta também se destacam no tratamento de hiperpigmentações, como melasma e manchas de acne. Isso acontece por três vias principais: – Estímulo da renovação celular (graças à vitamina C); – Redução da inflamação cutânea (por conter ômega 3 e 6); – Inibição da produção de melanina (devido ao ácido linolênico). Além disso, a profissional reforça que sua ação antioxidante combate os radicais livres e estimula a produção de colágeno, ajudando na prevenção e suavização de rugas e linhas finas. Durante o periodo diurno, o óleo “Pode ser aplicado diariamente, inclusive de manhã, desde que acompanhado de filtro solar obrigatório, a proteção solar deve sempre ser o último passo da rotina“, explica Tatiane. Sobre combinações com outros produtos, a profissional é clara: “Embora o óleo de rosa mosqueta já contenha vitamina C e retinóides naturais, sua combinação com ácido hialurônico é muito recomendada para aumentar a hidratação e o viço da pele“. Tatiane Moraes, farmacêutica e bioquímica da Abalô Dermocosméticos | Crédito: Divulgação

    25 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Junho Vermelho: Coletas de doação de sangue avançam com o apoio da tecnologia

    Tecnologia e Inovação

    24 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Divulgação Dia Mundial do Doador de Sangue reforça a importância de uma prática cada vez mais segura, graças a soluções integradas e softwares inovadores de triagem Ao longo de todo o mês, campanhas chamam atenção para uma prática responsável por salvar milhões de vidas com o Dia Mundial do Doador de Sangue e o Junho Vermelho. Um ato simples, mas de suma importância para a prática médica em casos de alto risco. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 3,2 milhões de doações de sangue foram realizadas no Brasil em 2023 – uma só doação pode ajudar a salvar até quatro pessoas. “A doação de sangue é essencial para que se consiga fazer uma cirurgia de grande porte ou atender emergências que necessitem de transfusão, como em casos de pacientes com traumas ou ferimentos graves. Além disso, existem os subprodutos do sangue, como plasma e plaquetas, que são transfundidos e utilizados no tratamento para hemofílicos, por exemplo”, explica o Dr.Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. “Não existe um substituto para o sangue na maioria das situações. Portanto, é um ato de amor doar para que aqueles que necessitam possam ser tratados adequadamente”, complementa. Dados apontam que cerca de 1,4% da população brasileira doa sangue hoje. O número está dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), porém, o Ministério da Saúde busca sempre conscientizar a população da importância desse gesto e aumentar o índice de doações. Atualmente, o processo de doação se torna mais seguro graças a soluções integradas e softwares inovadores de triagem de sangue. A rotina em um banco de sangue envolve várias etapas altamente controladas, desde a triagem do doador até a testagem laboratorial das amostras. Durante a coleta, além da bolsa de sangue, são retiradas amostras em tubos para serem submetidas a análises laboratoriais rigorosas, conforme exigido pela legislação brasileira. O sangue é testado para diversas doenças, como Hepatite B e C, HIV, Sífilis, Doença de Chagas e HTLV, com a utilização de metodologias sorológicas e também por qPCR (Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real), aumentando a precisão dos resultados. Existem equipamentos analíticos que, aliados a reagentes de alta performance, garantem a detecção confiável dos agentes infecciosos ou de anticorpos, sinalizando se o doador possui uma infecção ativa ou prévia. Apenas bolsas com amostras negativas para todas as patologias seguem para transfusão. As amostras positivas são descartadas e o doador é comunicado conforme protocolos oficiais. “É imprescindível que a doação seja segura do início ao fim do processo, para o doador e para o receptor, e que as soluções que abrangem as fases pré e pós-analíticas sejam inovadoras e tecnológicas. Outro diferencial é contar com equipamentos que possuam programas que gerem insights relevantes para o futuro, como o nosso portfólio navify”, aponta Carlos Martins, presidente da Roche Diagnóstica, referência em inovação e excelência em doenças infecciosas. Os equipamentos automatizados ainda são capazes de realizar centrifugação, destamponamento, inspeção visual das amostras, organização, pipetagem e arquivamento, tudo com mínima interferência humana, o que reduz erros operacionais e promove maior segurança e agilidade no processo. Os processos podem ser gerenciados por softwares avançados que garantem rastreabilidade total, otimizam recursos, geram relatórios de desempenho e oferecem inteligência de dados. Com as informações, bancos de sangue e hemocentros podem monitorar quedas nas doações, identificar padrões epidemiológicos e desenvolver campanhas direcionadas de conscientização e saúde pública. Critérios para doação Para doar sangue, é necessário atender a critérios básicos: ter entre 16 e 69 anos (com a primeira doação feita até os 60), pesar no mínimo 50 kg, apresentar documento oficial com foto, estar em boas condições de saúde, alimentado (evitando alimentos gordurosos nas três horas anteriores) e ter dormido ao menos seis horas na última noite. É importante ainda não apresentar febre, sintomas respiratórios ou doenças infecciosas ativas no momento da doação. Para mais informações, é indicado consultar sempre as fontes oficiais.

    24 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Quatro em cada dez profissionais brasileiros já sofreram etarismo, revela pesquisa global Michael Page

    Carreira

    23 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Ono Kosuki – Crédito: Pexels Percentual de profissionais que já sofreram o preconceito corresponde a 41%, sendo superior à média global (36%) e América Latina (35%) A construção de ambientes mais inclusivos e diversos segue como um dos principais desafios para as organizações em todo o mundo. De acordo com o estudo global Talent Trends 2025, realizado pela Michael Page, uma das principais consultorias de recrutamento executivo do mundo, 41% dos profissionais brasileiros afirmam já ter sofrido etarismo ao longo da carreira. O índice é superior à média global (36%) e à média da América Latina (35%). “A discriminação por idade, além de injusta, compromete o potencial das organizações. Quando profissionais são desvalorizados por sua faixa etária, o impacto vai muito além do indivíduo: afeta a produtividade, o engajamento e a capacidade de reter talentos com experiência. O etarismo, muitas vezes silencioso, exige um olhar atento da liderança e uma cultura verdadeiramente inclusiva para ser superado”, afirma Isabel Pires, gerente-executiva da Michael Page. Os dados fazem parte da pesquisa global Talent Trends 2025, um dos estudos mais abrangentes sobre profissionais e o mercado de trabalho, realizado em novembro e dezembro de 2024, em 36 países. Ele conta com a participação de aproximadamente 50 mil profissionais em todo o mundo, que atuam em empresas de diferentes segmentos e portes. O objetivo desse levantamento é alinhar as diferentes expectativas de profissionais (salários competitivos, flexibilidade e aspectos da cultura organizacional) e empresas (que sofrem pressões externas de um mercado de trabalho dinâmico).   Discriminação no ambiente de trabalho: abalos emocionais e reputacionais A intensidade com que se pratica discriminação nas empresas é alarmante. O estudo revelou, por meio de questão de múltipla escolha, que 25% já foram marginalizados por sua condição socioeconômica. Na sequência apareceram 15% por religião e outros 10% por etnia. Somaram 9% por gênero, 6% por gravidez ou maternidade, 5% por estado civil e 4% por orientação sexual, enquanto 3% por deficiência. Além disso, 39% relataram ter sofrido outros tipos de discriminação e 9% não souberam ou preferiram não responder. A discriminação no ambiente de trabalho deixa feridas profundas e reflexos emocionais, impactando não apenas os indivíduos, mas também a produtividade, o engajamento e a retenção de talentos. Entre os que relataram ter sido discriminados, 67% sentiram-se chateados, 60% passaram a se sentir menos satisfeitos no trabalho, 59% desvalorizados e 55% menos motivados ou produtivos. Sensações de estresse ou esgotamento afetaram 52%, enquanto 47% afirmaram ter considerado deixar o cargo. A discriminação também comprometeu o senso de segurança (37%) e os relacionamentos interpessoais (36%). Para 29% dos profissionais, a experiência os impediu de receber um aumento ou promoção. “Ambientes tóxicos só servem para repelir e afastar talentos. A nossa pesquisa revelou que um em cada três funcionários sentem-se autênticos no ambiente de trabalho. Quem não se sente acolhido, não se sente parte do todo, causando uma enorme sensação de desconforto, insegurança e de quebra de confiança. Quem não acolhe, perde um talento. Empresas que promovem a inclusão de forma intencional colhem ganhos tangíveis em clima organizacional, produtividade e reputação. A inclusão não pode ser tratada como um projeto paralelo — ela deve estar no centro da estratégia de gestão de pessoas”, diz Isabel. A pesquisa apontou que 6% dos respondentes brasileiros já foram discriminados ou marginalizados em seu cargo atual, ficando atrás das médias global (12%) e da América Latina (8%). Ainda de acordo com o levantamento, 26% dos respondentes do Brasil enxergam a inclusão em suas organizações atuais, ficando à frente das médias global e da América Latina (24%).

    23 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Aos 99 anos, ele surfa pela primeira vez e mostra que nunca é tarde para viver uma nova aventura

    Cultura & Lifestyle

    20 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Divulgação Jakob Alfred encarou sua primeira onda prestes a completar 100 anos, inspirando gerações ao lado do filho, fundador da Ursofrango, marca que aposta no potencial transformador dos esportes radicais O que você imagina estar fazendo aos 99 anos? Jakob Alfred, suíço-brasileiro que vive no Brasil há mais de duas décadas, decidiu quebrar todas as expectativas e realizar um feito memorável: surfar pela primeira vez. A experiência emocionante aconteceu em uma piscina de ondas, com o apoio do filho, Stefan Santille, idealizador da Ursofrango — marca reconhecida no universo dos esportes radicais e da moda urbana por acelerar carreiras de jovens atletas. A ideia nasceu de uma conversa despretensiosa. “Enquanto estávamos no clube, meu pai comentou: ‘Queria ter 20 anos a menos para tentar pegar uma onda’. Quando contei isso aos professores de surf, eles se entreolharam, pensaram e aceitaram o desafio”, relembra Stefan. No mesmo dia, Jakob já estava na prancha, encarando sua primeira onda artificial com coragem. Apesar da idade, o espírito esportivo sempre acompanhou Jakob. “Na época em que trabalhava em escritório, ia de bicicleta. Meus colegas me ultrapassavam de carro com motorista e eu pedalando de terno”, conta, aos risos. O surf, no entanto, era um território inexplorado — até agora. “Durante minha infância, não tínhamos acesso aos esportes radicais. A primeira vez que ouvi a palavra ‘surf’ foi associada ao Havaí. Nunca imaginei que um dia teria essa chance”, lembra Jakob. A estrutura segura da piscina de ondas e a orientação especializada foram fundamentais para tornar o momento possível e inesquecível. A prática do surf em piscinas artificiais tem ampliado o acesso ao esporte para pessoas de todas as idades. Essas estruturas simulam condições reais de mar, com ondas controladas que permitem tanto o início quanto o aperfeiçoamento técnico, independentemente do clima ou da localização. O ambiente controlado tem se mostrado ideal para quem deseja começar com segurança — como foi o caso de Jakob. “É maravilhoso ver que a paixão pelo esporte não tem idade. Vai ficar para sempre a experiência como profissional e de vida”, diz Maurício Eyphanio, educador físico e professor de surf que esteve presente orientando Jakob. Mais do que esporte, um ato de longevidade A prática de atividades físicas na terceira idade é apontada por especialistas como essencial para a saúde física e mental. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), o exercício regular reduz o risco de doenças crônicas, melhora a mobilidade e aumenta a expectativa de vida. No entanto, apenas 13,9% dos idosos seguem as recomendações mínimas de atividades aeróbicas e fortalecimento muscular. “É de extrema importância fazer atividade física, principalmente na terceira idade. Além de benefícios ao corpo, proporciona benefícios para a alma, pois com o passar dos anos o envelhecimento provoca progressivamente uma perda estrutural e funcional no organismo do ser humano, gerando perda de massa muscular, consequentemente perda de força, podendo tornar a pessoa dependente e sem autonomia”, explica Diego Piva, profissional de educação física e coordenador do Centro de Referência e Atenção ao Idoso da Universidade de Passo Fundo (Creati/UPF). O espírito radical não tem idade Para Stefan Santille, a jornada do pai é mais do que um momento simbólico: é um reflexo dos valores que inspiram seu trabalho com a Ursofrango. “A superação está no nosso DNA. O esporte ensina a cair, levantar, persistir e celebrar. Isso vale para jovens atletas e também para quem, como meu pai, encara a vida com coragem mesmo quase aos 100 anos”. A marca criada por Stefan vem ganhando destaque no cenário brasileiro por unir moda, atitude e propósito social. Além de vender peças de streetwear voltadas à cultura urbana, a Ursofrango reinveste todo o lucro obtido em seus atletas. Foi assim que nomes promissores do skate e do BMX, por exemplo, encontraram apoio para desenvolver suas carreiras de forma profissional. Agora, com a aproximação de seu centésimo aniversário, a história de Jakob se junta a outras tantas que mostram que nunca é tarde para experimentar o novo. “Viver quase um século me ensinou que a idade só limita quem deixa de sonhar. Nunca imaginei que surfaria, mas a vida sempre pode nos surpreender — basta estarmos dispostos a tentar”, resume Jakob, com os olhos brilhando como quem acaba de descobrir o mar.

    20 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Cibersegurança na era digital: a confiança como pilar

    Artigos

    18 de Junho de 2025 | Por Ana Lucia Magliano* Ana Lucia Magliano, Vice-Presidente Executiva de Serviços, Mastercard América Latina e Caribe | Crédito: Divulgação A digitalização avança a passos largos e, com cada avanço, surgem novos desafios. O risco cibernético e as ameaças digitais evoluem constantemente com novas táticas impulsionadas por inteligência artificial e redes criminosas sofisticadas, colocando em risco a confiança, o crescimento e a segurança do ecossistema digital. Não se trata apenas de proteger transações, mas de assegurar cada interação. Sem confiança, a digitalização não pode prosperar. Cibersegurança: um desafio global em crescimento Os cibercriminosos encontraram na IA uma ferramenta poderosa para sofisticar seus ataques. Deepfakes, phishing automatizado e fraudes em grande escala tornam o crime organizado digital não apenas mais eficaz, mas também mais difícil de rastrear. Os números são alarmantes: – Em 2023, as perdas por fraudes online alcançaram 1 trilhão de dólares em todo o mundo. – Estima-se que o custo do cibercrime mundial chegue a 14 trilhões de dólares até 2028, o que o tornaria a terceira maior economia do mundo. – As fraudes continuam sendo uma ameaça significativa e crescente, com quase metade dos consumidores globais sofrendo pelo menos uma tentativa por semana. – Segundo a empresa de cibersegurança Cybersecurity Ventures, o custo global dos ciberataques em 2023 foi de 6 trilhões de dólares, e a previsão é que esse número aumente para 10 trilhões em 2025. – Na América Latina, vazamentos e violações de dados atingiram um custo médio de 2,46 milhões de dólares — um recorde histórico para a região e um aumento de 76% desde 2020, segundo o estudo Cost of a Data Breach (America Economia – edição especial sobre Cibersegurança – março de 2024). Esses dados reforçam a necessidade de uma abordagem mais estratégica em cibersegurança, que permita antecipar ameaças em vez de apenas reagir a elas. Rumo a um ecossistema digital mais seguro Na Mastercard, por exemplo, a segurança digital é parte integrante da nossa missão. Para nós, garantir a segurança digital envolve três pilares fundamentais: 01) Avaliar: Dar visibilidade aos riscos cibernéticos. Soluções como o RiskRecon ajudam empresas e governos a compreender sua exposição ao risco, permitindo o monitoramento constante de vulnerabilidades. 02) Proteger: Implementar tecnologias avançadas para mitigar ameaças. A IA e o monitoramento em tempo real são ferramentas essenciais para prevenir ataques. Com a Recorded Future, fortalecemos nossa capacidade de inteligência contra ameaças em tempo real. Além disso, soluções como o SafetyNet evitaram perdas de 50 bilhões de dólares por fraudes nos últimos três anos. 03) Organizar um ecossistema de confiança: A luta contra o cibercrime não pode ser feita isoladamente. São necessárias alianças entre empresas, governos e organizações para compartilhar inteligência e criar padrões de segurança mais robustos. A capacidade de rastrear padrões de ciberataques globalmente é crucial. Hoje, é possível detectar um ataque no Brasil, rastrear sua movimentação até a Indonésia e analisar sua reincidência na Alemanha. Esse nível de conectividade e análise preditiva é fundamental para antecipar ameaças emergentes e fortalecer a resiliência digital. A IA como aliada na luta contra fraudes Enquanto os cibercriminosos usam IA para aprimorar seus ataques, a inteligência artificial tornou-se uma aliada poderosa na segurança digital. Nossas soluções de IA generativa permitiram: 1. Dobrar a taxa de detecção de cartões comprometidos 2. Reduzir em 200% os falsos positivos na detecção de fraudes 3. Aumentar em 300% a velocidade de identificação de comércios em risco Essas inovações fortalecem a segurança e melhoram a experiência do usuário, reduzindo fricções e aumentando a confiança em cada transação. Um chamado à ação: a segurança é uma responsabilidade compartilhada Em um mundo cada vez mais interconectado, a confiança é o ativo mais valioso. Sem segurança, as oportunidades da digitalização podem ser comprometidas. Hoje, mais do que nunca, garantir a segurança do ecossistema digital exige inovação, cooperação e uma abordagem preventiva.

    18 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Angela Dippe é rosto de campanha nostálgica que reforça conexão com gerações

    Negócios

    18 de Junho de 2025 | Larissa Gabriel Alvares Foto: Divulgação Atriz e apresentadora conhecida pela personagem Penélope, do programa Castelo Rá-Tim-Bum, é novo rosto em lançamento da Singer A atriz e apresentadora Angela Dippe, conhecida pela personagem Penélope, do programa Castelo Rá-Tim-Bum, integra a nova campanha digital da Singer, manufatura norte-americana de máquinas de costura com mais de 173 anos de história. No vídeo de estreia, veiculado nas redes sociais da marca e da TV Cultura, Penélope comanda um “plantão especial” anunciando uma curiosa “chuva de tulipas de tecido”, que estaria despertando surtos de criatividade por todo o país. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Singer Brasil (@singerbrasil) A ação destaca a escolha de uma influenciadora 60+ como protagonista da narrativa, refletindo o compromisso da Singer em promover uma comunicação inclusiva e intergeracional. Segundo a marca, o objetivo é  se conectar tanto a quem costura há décadas quanto a quem está descobrindo agora o universo da costura criativa. Público de muitas gerações Dados de pesquisas internas da empresa revelam um público altamente diversificado entre seus consumidores. Atualmente, pessoas entre 18 e 34 anos já representam 37% das vendas realizadas no e-commerce da Singer, impulsionados pelo interesse crescente em hobbies criativos, empreendedorismo e conteúdos digitais. As demais faixas etárias também seguem relevantes: 20% dos consumidores têm entre 35 e 44 anos, 18% entre 45 e 54 anos, 15% entre 55 e 64 anos, e 11% têm mais de 65 anos. O levantamento também indica que 58% dos entrevistados utilizam suas máquinas para atividades como confecção de roupas para a família, customização de peças próprias, costura para animais de estimação, produção de presentes e criação de roupas para doação. Marketing e nostalgia Quase bicentenária, a Singer mantém a relevância dialogando simultaneamente com quem aprendeu a costurar em máquinas herdadas da família e com quem descobre agora, nas redes sociais, que o feito-à-mão pode ser negócio e expressão de estilo. “A Singer atravessa gerações porque se reinventa sem perder a essência. Trazer a Penélope de volta, vestida de rosa nostálgico, mostra que criatividade não tem idade e que cor também conta histórias. Nosso marketing precisa refletir essa pluralidade: estamos no feed de quem está começando agora e, ao mesmo tempo, na memória afetiva de quem costura há décadas”, afirma Concheta Feliciano, diretora de Marketing e E-commerce da SVP Worldwide. O apelo à nostalgia por meio de referências a programas, músicas e elementos que remetem à juventude é uma estratégia recorrente no marketing. Martin Henkel, especialista em longevidade e marketing 60+, destaca em seu artigo que: “A nostalgia tem se mostrado uma poderosa ferramenta para impulsionar pequenos negócios, conectando-se com os consumidores em um nível emocional profundo, que resgata vivências, experiências e sobretudo, sentimentos que estão guardados na ‘pilha’ de memórias”. A campanha digital permanece no ar durante todo o mês de junho com conteúdos da personagem Penélope nos perfis da Singer e da TV Cultura, e ganha as ruas em julho, quando desembarca em São Paulo com uma ativação 360° que será realizada em um grande evento, convidando o público a vivenciar, ao vivo, essa “chuva” rosa de criatividade.

    18 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    Prática de artes marciais garante saúde física e mental à população 60+

    Saúde

    16 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Imagem Ilustrativa de Treinamento De Artes Marciais | Créditos: Matheus Natan – Pexels Dentre os principais benefícios, Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia destaca a melhora da força, do equilíbrio e da concentração Qual o segredo da longevidade? Esta é uma pergunta cada vez mais frequente, principalmente no Brasil, onde a população idosa continua em ascensão. O fato é que o idoso de hoje é diferente do idoso de algumas décadas atrás. Além da evolução da medicina, a mudança no comportamento das pessoas em relação à saúde aumentou a expectativa de vida. Preocupações com a qualidade de vida, por meio de uma alimentação mais saudável e a prática de exercícios físicos, estão no dia a dia da população 60+. Caminhada, corrida, musculação, pilates, hidroginástica, são algumas das atividades mais praticadas. No entanto, para os idosos com mais “disposição”, diga-se, ou que buscam por algo novo, as artes marciais também trazem benefícios à saúde. De acordo com a geriatra e diretora da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Dra. Alessandra Tieppo, as lutas, em geral, podem ser praticadas pela pessoa idosa, desde que tomados os devidos cuidados e, obviamente, respeitando a condição física. Dentre os benefícios, ela destaca a melhora do equilíbrio e da coordenação motora, reduzindo o risco de quedas (um dos principais perigos para idosos), trabalhando também reflexos, postura e consciência corporal. “A prática de artes marciais promove o aumento da força e da flexibilidade, uma vez que os exercícios dinâmicos e controlados ajudam a manter os músculos e as articulações em atividade. Além disso, auxiliam a saúde cardiovascular e respiratória”, explica, ao comentar que o estímulo cognitivo também é trabalhado, já que se exige atenção, memória, disciplina e tomada de decisões rápidas, podendo ajudar na prevenção de doenças neurodegenerativas. “Essas atividades ajudam no controle do estresse e na melhora do bem-estar emocional. Por meio de técnicas de respiração e meditação, presentes em modalidades como Tai Chi Chuan e Aikido, auxiliam na reduzir casos de ansiedade e depressão. Sem falar na promoção da autoestima e da socialização, favorecendo o convívio social e o fortalecimento da autoconfiança”, complementa.  Quais praticar? Além do Tai Chi Chuan e do Aikido, Jiu-Jitsu suave (Brazilian Jiu-Jitsu adaptado); judô (também adaptado) e Karatê, com foco nos katas (movimentos) e não no combate, e Taekwondo, são boas opções. Arte marcial genuinamente brasileira, a capoeira também está nessa lista e vem ganhando cada vez mais destaque, pois combina movimento corporal, música, ritmo e expressão cultural, o que a torna uma prática extremamente rica. Dentre os benefícios para a população 60+, Dra. Alessandra revela que os movimentos fluidos e circulares do jogo da capoeira ajudam a manter as articulações móveis e os músculos alongados. “Ela exige controle corporal e atenção ao ritmo, o que fortalece o equilíbrio e reduz o risco de quedas e, mesmo em versões mais suaves, trabalha a resistência cardiovascular, a força muscular e a agilidade”, relata, ao afirmar que a atenção ao parceiro de jogo, a interação com o ritmo dos instrumentos e a memorização dos movimentos e sequências de golpes favorecem o funcionamento mental. “A musicalidade, o canto e a roda trazem alegria, pertencimento e identidade cultural, o que favorece a autoestima e reduz os sintomas de estresse, solidão ou ansiedade.” Para uma prática segura, a geriatra indica que se deve evitar os movimentos de impacto, saltos e acrobacias, priorizando a ginga mais suave, movimentos circulares com amplitude controlada e exercícios de base e alongamento. Cuidados Antes de iniciar qualquer arte marcial é necessário se consultar com um médico, preferencialmente um geriatra ou cardiologista, para garantir que não há qualquer impedimento. Segundo Dra. Alessandra, é importante optar pela modalidade mais adequada com o perfil da pessoa, sendo que independentemente de qual seja, ela precisa ser de baixo impacto e que priorize o controle e a fluidez dos movimentos. Ela explica que as aulas devem ser conduzidas por professores experientes e capacitados para trabalhar com a pessoa idosa. “O uso de equipamentos de segurança também é preciso, como tatames adequados, protetores, roupas confortáveis e calçados apropriados. Tudo isso auxilia na prevenção de lesões.”

    16 de junho de 2025 / 0 Comentários
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    SBGG faz alerta para o crescimento do número de casos de violência aos idosos em 2025

    Saúde

    15 de Junho de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Marcus Aurelius – Pexels  Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia ressalta a importância da denúncia e comenta os principais tipos De acordo com dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), nos primeiros meses de 2025, o número de casos de violência contra os idosos no Brasil aumentou 38%, com mais de 65 mil denúncias registradas. O número chama atenção e reforça um cenário bastante alarmante, pois muitos são vítimas de abusos em suas próprias casas. Diante desse cenário, datas como o dia 15 de junho, quando é celebrado o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, são cada vez mais importantes para expor um problema crônico, muitas vezes ignorado pela sociedade e autoridades. Assim, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) reforça a importância de se denunciar e chama a atenção para os diferentes tipos de violência que a população 60+ está sujeita. A presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG, Dra. Naira Dutra Lemos, ressalta que todo tipo de maus-tratos é grave. No entanto, faz um alerta à violência psicológica que, muitas vezes, é feita de maneira contínua e sutil. “Trata-se de uma violência velada. Infelizmente, a população idosa não relata para os profissionais da área da saúde que sofrem esse abuso emocional, por terem vergonha e receio de denunciar o agressor. Só ficamos sabendo quando a pessoa toma coragem e revela o fato.” Fique de olho Dra. Naira revela que em alguns casos a pessoa idosa apresenta sinais de que está em uma situação de vulnerabilidade. Ela explica que quando a violência é física é possível identificá-la em consulta, já que ela deixa marcas, como manchas e hematomas. “É fundamental ficarmos atentos aos sinais não visíveis, como o isolamento social e o medo de falar. Geralmente isso ocorre quando estão perto dos agressores. E isso acontece, principalmente, pelo medo de represálias”, relata a presidente do departamento, ao afirmar que é extremamente necessário melhorar a comunicação com as pessoas idosas, para deixá-las tranquilas e à vontade para sobre os casos de maus-tratos. “Outro ponto importante é evitar a infantilização. Tratar como `vozinho`, por exemplo, que deve ser poupado de alguns assuntos, faz com que o idoso se sinta humilhado, sentindo-se à margem dos principais assuntos da família, e isso torna a comunicação ainda mais difícil.” Como denunciar? Quem presenciar ou tiver conhecimento de algum um caso de violência contra uma pessoa idosa deve fazer a denúncia, que pode ser feita pelo Disque 100, pelo Centro de Atendimento à Mulher (Ligue 180), pelo Conselho Municipal do Idoso da sua cidade ou pela Polícia Militar do seu Estado (Ligue 190).

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