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    Dry January: os benefícios de começar o ano sem consumir álcool

    Saúde

    15 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Três Garrafas De Bebidas Variadas Na Mesa De Madeira Marrom | Créditos: Edward Eyer – Pexels A iniciativa, que incentiva as pessoas a passarem pelo menos o primeiro mês do ano sem consumir bebidas alcoólicas, é uma oportunidade para repensar hábitos Para muitas pessoas, o início de um ano é marcado por metas e planos. Praticar mais exercícios e ter uma dieta mais saudável são algumas das preocupações com a saúde que chegam com o novo ciclo. Uma iniciativa que tem ganhado força nesse período é o Dry January, ou “janeiro seco”, movimento que teve início no Reino Unido em 2013 e propõe um mês de abstinência de álcool como forma de repensar a relação com a bebida e promover melhorias na saúde. No final de 2024, os Estados Unidos divulgaram novas recomendações sobre o consumo de álcool, destacando a ligação direta entre a bebida alcoólica e o aumento do risco de câncer. Segundo o documento, comunicado pelo cirurgião-geral do país, Vivek Murthy, cerca de 100 mil casos de câncer e 20 mil mortes são causadas pelo álcool anualmente nos EUA. Além de reforçar que não existe uma dose segura para o consumo de álcool, as recomendações incluíram medidas para aumentar a conscientização e reduzir casos e mortes relacionadas ao consumo, como a atualização dos rótulos de advertência em bebidas alcoólicas. No Brasil, onde o álcool está presente em diversas ocasiões sociais — de festas a encontros familiares —, a ideia de um mês sem beber pode parecer desafiadora. Dados do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA) mostram que, em 2023, houve 27 internações relacionadas ao álcool para cada 100 mil habitantes, e a taxa de óbitos dobrou entre 2010 e 2023. Segundo o especialista Arthur Guerra (CRM 33807), Especialista em Psiquiatria e Integrante do Núcleo/Centro de Álcool e Drogas no Hospital Sírio-Libanês, os benefícios da abstinência variam de acordo com o padrão de consumo anterior. “Se o consumo era moderado ou social, essa pausa ajuda o corpo a ficar mais saudável, ajustando questões como sono e alimentação. Agora, se era um consumo mais intenso, com alterações no fígado ou reclamações familiares, a parada traz benefícios ainda maiores, como desintoxicação, perda de peso e a possibilidade de voltar a beber de forma mais controlada”, explica. Arthur Guerra, Especialista em Psiquiatria e Integrante do Núcleo/Centro de Álcool e Drogas no Hospital Sírio-Libanês | Créditos: Divulgação Além dos ganhos fisiológicos, Guerra aponta que o Dry January também é uma oportunidade de repensar comportamentos relacionados ao consumo de álcool. “As pessoas não percebem o quanto o hábito de beber está enraizado em suas rotinas. Parar por um mês ajuda a questionar se aquele consumo é realmente necessário ou se é apenas fruto de hábito. Já ouvi pacientes dizerem: ‘Eu bebo porque meus pais, tios e primos bebiam assim’. Rever esses padrões é fundamental para evitar que comportamentos prejudiciais se perpetuem.” Efeito rebote Embora o Dry January traga diversos benefícios, é preciso atenção para evitar o “efeito rebote”, chamado assim pela compensação da abstinência com um consumo elevado após o período de pausa. “Esse risco existe para um número pequeno de pessoas. Se a pessoa sente essa necessidade, é hora de refletir: ‘será que o meu consumo está sob controle? Será que eu não estou usando o álcool como alívio para depressão, ansiedade ou problemas de sono?’ É fundamental estar atento a esses sinais e buscar ajuda, se necessário”, alerta Guerra. O especialista sugere algumas estratégias práticas para evitar recaídas ou excessos após o período de abstinência. “Muitas vezes, a pessoa bebia todos os dias. Depois do Dry January, ela pode tentar beber apenas nos fins de semana ou reduzir a quantidade. Por exemplo, quem bebia uma garrafa de vinho por noite pode passar a consumir apenas meia taça. É importante aproveitar essa oportunidade para rever a relação com a bebida”, orienta. Além dos benefícios individuais, iniciativas como o Dry January têm um impacto positivo na saúde pública. Elas ajudam a promover uma cultura de consumo consciente, contribuindo para a redução dos índices de abuso de álcool. “Essas pausas não pregam a abstinência completa, mas sim o uso moderado. O álcool, quando consumido de forma responsável, pode ter um papel social importante. Esse tipo de campanha abre portas para políticas públicas que incentivem o consumo consciente e a revisão de hábitos que, muitas vezes, trazem prejuízos à saúde sem que as pessoas percebam”, conclui Guerra.

    15 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    FGV EAESP promove aulas voltadas ao público de 65+

    Educação

    09 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Fundação Getulio Vargas – Escola de Administração de empresas de São Paulo | Créditos: Reprodução FGV Iniciativa é do Mestrado Profissional em Gestão para a Competitividade, com o objetivo de atualizar os candidatos da terceira idade O Mestrado Profissional em Gestão para a Competitividade da FGV EAESP está com inscrições abertas, até o dia 20 de janeiro, para pessoas a partir dos 65 anos que tenham interesse em se atualizar. Trata-se do Programa MPGC 65+ que permite a candidatos qualificados cursar matérias regulares do MPGC, no formato de matrícula de aluno avulso, com desconto de 50% em relação ao custo regular do crédito. O candidato dever ser graduado ou pós-graduado em Administração de Empresas ou curso similar de gestão, como Economia, Ciências Contábeis, Comércio Exterior ou programas de especialização em Administração. Os interessados poderão cursar até 4 créditos em disciplinas regulares do programa por semestre com um limite de 12 créditos, independentemente do número de semestres. Todos os créditos serão reconhecidos caso o aluno decida ingressar como aluno regular do Programa. Cada matéria regular do MPGC poderá ter até 3 alunos do Programa MPGC 65+. Confira as linhas de pesquisas ofertadas: – Finanças e Controladoria: https://processoseletivo.fgv.br/inscricao/65PFC    – Gestão de Marketing: Link    – Gestão de Pessoas: Link    – Gestão de Saúde: Link    – Gestão de Supply Chain: Link    – Inovação Corporativa: https://processoseletivo.fgv.br/inscricao/65PIC   – Sustentabilidade: Link    – Tecnologia da Informação: Link Mais informações estão disponíveis neste Link . Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: mestradosespecializados@fgv.br .

    9 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Qual a relação do envelhecimento com a incontinência urinária?

    Saúde

    08 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Placa indicativa de sanitários | Crédito: jcomp – Freepik Hábitos saudáveis e tratamento individualizado minimizam o desconforto da doença, que acomete cerca de 30% da população acima de 60 anos no Brasil A incontinência urinária, distúrbio urológico que acomete mais de 30% da população acima dos 60 anos no Brasil segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), ainda é um tema que gera incertezas pela ausência de informações seguras. As maiores dúvidas do público idoso são sobre o aparecimento da doença, se existe possibilidade de prevenção e quais os métodos para tratamento, uma vez que a associação da incontinência urinária com o envelhecimento é bastante comum. Erlaine Rezende, fisioterapeuta e especialista no cuidado ao idoso e parceira da Bigfral, marca líder em cuidado adulto e especializada em produtos para incontinência urinária, esclarece os questionamentos sobre a doença, que muitas vezes consiste em mudança de hábitos e tratamento individualizado:   1) Como o envelhecimento está relacionado à perda de urina? “Conforme o corpo envelhece, é natural que algumas mudanças aconteçam, principalmente no controle da bexiga. O enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico é frequente, e a bexiga pode se tornar menos elástica causando dificuldade de ser completamente esvaziada. Essas mudanças podem contribuir para a perda de urina. Entretanto, não é uma condição exclusiva aos idosos, nem indica que todo idoso vai evoluir com o quadro de incontinência”.    2) A partir de quando a perda de urina pode se tornar frequente? “Não existe regra, mas as pessoas podem começar a notar a partir dos 60 anos, assim como outras mudanças no funcionamento do corpo. Fatores como saúde geral, hábitos saudáveis de vida, alimentação e exercícios físicos, além da presença de outras condições e doenças também influenciam”.    3) Quais são os tipos de incontinência que podem acometer os idosos? “A incontinência urinária pode surgir em quatro variações diferentes, e acometer não somente os idosos, como pessoas de qualquer idade: Incontinência de esforço: Ocorre quando há perda de urina ao tossir, espirrar, rir ou fazer algum esforço físico. É mais comum em mulheres após a menopausa e em homens após cirurgias de próstata Incontinência de urgência: Caracterizada por uma necessidade súbita e intensa de urinar, seguida de uma perda involuntária de urina. Pode estar associada à hiperatividade da bexiga e é mais frequente à medida que envelhecemos. Incontinência por transbordamento: Acontece quando a bexiga não esvazia completamente e há um gotejamento constante de urina. Pode ocorrer em pessoas com condições que afetam os nervos que controlam a bexiga, como diabetes. Incontinência funcional: Relacionada à problemas de mobilidade ou de comunicação, que dificultam chegar ao banheiro a tempo. É comum em idosos com limitações físicas ou cognitivas.”   4) Quais cuidados o adulto pode tomar para prevenir a incontinência nos próximos anos? “Prevenir a incontinência urinária envolve cuidados com o corpo ao longo do tempo. Manter uma alimentação saudável e equilibrada, evitar o excesso de cafeína e bebidas alcoólicas, manter um peso saudável e praticar exercícios regularmente são fundamentais. Exercícios específicos para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, como os exercícios de Kegel, também podem ajudar a manter o controle da bexiga. Além disso, procurar orientação médica regularmente para acompanhar a saúde é uma ótima forma de prevenção”. Erlaine também destaca que a presença da incontinência na vida de um idoso não atrapalha as atividades do cotidiano ou limita alguma ação ou tarefa. “Atualmente as roupas íntimas descartáveis conseguem controlar o volume da urina com rápida absorção, ajuste ao corpo e sem incômodos, para uma rotina sem desconforto e restrições. Além disso, são práticas, fáceis de usar e podem ser trocadas discretamente. Elas ajudam a manter a pele seca, reduzindo o risco de irritações, e promovem a confiança para que o idoso possa manter uma vida social ativa e independente”, finaliza Rezende.

    8 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Envelhecimento se transforma em força para a economia global com a Revolução Grisalha

    Artigos

    07 de Janeiro de 2025 | Por Roberto James* Roberto James, mestre em psicologia e especialista em comportamento de consumo. | Crédito: Divulgação Estamos vivendo um momento único da história em que o consumo mundial está sendo liderado por pessoas com mais de 50 anos de idade e quatro gerações ocupam ao mesmo tempo o mercado de trabalho, o que reflete em uma mistura de comportamentos, tendências e relações. Por este motivo é fundamental que o varejo entenda e absorva essas mudanças de forma efetiva e linear, pois nunca antes foi tão necessário conhecer a fundo o cliente. Alguns dados demonstram a importância de nos atentarmos a essa nova realidade. Segundo a consultoria Data8, é previsto que a população mais velha movimente em 2024, somente aqui no Brasil, R$1,8 trilhão em consumo, serviços e toda a cadeia envolvida na produção. Pesquisas da ONU  (Organização das Nações Unidas)e da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que a geração 60+ será a única faixa etária a crescer no mundo por todo o século 21. A presença massiva desse perfil geracional em academias, shoppings, mercado de trabalho e na formação de famílias tem sido relevante para entender a sua perspectiva como consumidor. As pessoas têm aderido cada vez mais ao “long life learning”, que é o movimento que valoriza o constante aprendizado, a continuidade nos estudos. Além disso, temos os constantes avanços da medicina como incentivadores para o novo estilo de vida da geração 60+. É aí que entra a multicanalidade – ou omnichannel – como estratégia que abraça, de forma efetiva, as diferentes gerações e suas respectivas formas de comprar. O IBGE estima que, até 2050, o Brasil terá 30% da população acima dos 60 anos, o que acende um alerta para a necessidade de otimizarmos os processos de venda, entrega, experiência e jornada completa do consumidor, para que essa categoria, com mais dinheiro e que tem consumido relativamente mais, se sinta perfeitamente encaixada. A China é um bom exemplo, com incentivos às empresas de cuidados, produtos e serviços destinados aos idosos (se é que ainda podemos chamar as pessoas com mais de 60 anos de idosos). Nesse contexto, não podemos deixar de lado a relevância das redes sociais no processo de conexão com esse consumidor. Além disso, os avanços tecnológicos e as facilidades de uso têm feito com que o público sênior, apesar da preferência por atendimentos presenciais, seja também adepto a compras feitas pela internet e por aplicativos. Não há como negar a força de consumo da economia grisalha nos dias de hoje. Os novos 40 (atuais 60) estão com muita disposição e com os ventos soprando a favor. Eles estão movimentando o consumo e trazem mais exigências, além de serem mais categóricos do que as demais gerações. Buscam mais interatividade, conceito e experiências positivas na jornada, o que exigirá cada vez mais do comércio e dos prestadores de serviços. Precisamos entender toda essa realidade como uma possibilidade do varejo de se reinventar, tendo pessoas com idades distintas como consumidoras dos seus produtos. A forma de falar com essas pessoas não pode mais ser feita por meio de um script ultrapassado e ineficaz. O desafio que temos é o de aprendermos a falar e a lidar com pessoas de diferentes culturas, pensamentos, desejos e necessidades, individualizando cada consumidor da melhor forma possível e como ele merece. *Roberto James é mestre em psicologia, especialista em comportamento de consumo, conselheiro de empresas e atua há mais de 15 anos no mercado de combustíveis e lubrificantes no Brasil. É também palestrante e autor dos livros “O consumidor tem pressa: corra com ele ou corra atrás dele” e “Vivendo o Varejo Americano: uma viagem no coração do consumo”.

    7 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    Aposentadoria na Europa: Benefícios de ter a nacionalidade italiana na maturidade

    Cultura & Lifestyle

    03 de Janeiro de 2025 | Redação The Silver Economy Veneza, capital da região de Vêneto, no norte da Itália | Crédito: hitesh choudhary – Pexels O direito à cidadania italiana para descendentes pode ser adquirido a qualquer momento e é vitalício Para muitos brasileiros, a aposentadoria representa o momento de realizar sonhos e projetos que foram adiados ao longo dos anos. Mas, entre os ítalos-descendentes, existe uma tendência crescente, a possibilidade de adquirir a cidadania italiana para viver este momento na Itália. Um país que, além de belas paisagens e rica cultura, oferece uma excelente qualidade de vida para os 60+. Nátali Lazzari, especialista em genealogia e diretora da Avanti Cidadania, empresa especializada em assessoria para cidadania, imigração e residência na Itália, destaca o potencial transformador que esse direito traz para esses novos residentes: “Muito mais que um documento, abre as portas para o acesso à saúde de alta qualidade e uma rotina mais tranquila e enriquecedora. Muitos brasileiros com ascendência italiana estão redescobrindo o país e encontrando lá um destino de aposentadoria ideal”, afirma. Além do fácil acesso à União Europeia, a cidadania permite que aposentados brasileiros tenham direito ao sistema de saúde italiano, conhecido como Servizio Sanitario Nazionale (SSN), onde brasileiros aposentados que obtêm a cidadania italiana têm acesso pleno como qualquer outro cidadão italiano. “Para quem está na terceira idade, o atendimento médico de qualidade é essencial, e a Itália oferece um sistema público robusto, algo muito valorizado”, comenta Nátali. Ela ainda acrescenta que o país proporciona uma infraestrutura pensada para o bem-estar de todas as faixas etárias, com transporte eficiente e ambientes que promovem qualidade de vida. Outra vantagem apontada por Nátali, é a possibilidade de explorar um estilo de vida que valoriza o convívio social e o contato com a natureza: “Muitos de nossos clientes se encantam pela cultura local , que tem um ritmo próprio e enaltece o momento presente, seja em um passeio pelas vilas encantadoras, seja na oportunidade de redescobrir tradições familiares que resgata seus ancestrais”, destaca. O direito à cidadania para descendentes pode ser adquirido a qualquer momento e é vitalício. No entanto, para ter a concessão, é importante seguir o passo a passo, que envolve: – Verificar a elegibilidade; – Contratar um especialista para consultar o antepassado italiano; – Reunir a documentação necessária.   “Será preciso reunir documentos que comprovem a descendência italiana, tanto no Brasil quanto na Itália. Os profissionais da área realizam esse trabalho de forma agilizada porque já conhecem os atalhos”, finaliza a especialista.

    3 de janeiro de 2025 / 0 Comentários
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    O futuro do Golden Visa na Europa: em contagem regressiva

    Artigos

    31 de Dezembro de 2024 | Por Marcelo Rubin Goldschmidt* Marcelo Rubin Goldschmidt, CEO do Clube do Passaporte | Créditos: Divulgação Nos últimos anos, centenas de milhares de brasileiros e cidadãos de diversas nacionalidades vêm realizando o sonho de fincar os pés em países europeus por meio do Golden Visa, conhecido por “visto dourado” ou residência para investidores. Esse programa oferece a indivíduos e famílias mais afortunadas a oportunidade de obter dupla cidadania para circular livremente pela União Europeia e gozar de todos os benefícios e direitos de um cidadão comunitário. Portugal é sem sombra de dúvidas o destino mais almejado pelos que estão em busca de melhor qualidade de vida e segurança, especialmente no caso de quem vive no Brasil. Só para ter ideia, em 2023, mais de 5 mil brasileiros obtiveram a cidadania. O número representa 32% do total de quase 17 mil concessões, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Além disso, é o segundo país fora do Brasil em que mais residem brasileiros. Hoje representamos a principal comunidade imigrante em Portugal, conforme dados do dados de 2023 da Agência para a Integração de Migrantes e Asilo (Aima). A oportunidade de investir em moeda forte e em uma economia estável é outro motivo que justifica esses números. Atento ao apetite dos investidores estrangeiros, o ministro da Economia de Portugal defendeu recentemente que o país assumirá o papel de um “porto seguro” para o investimento, fazendo alusão às tensões e mudanças geopolíticas que ocorrem no continente europeu. Isso ocorreu concomitantemente ao agravamento do debate sobre o Golden Visa na Europa. Um dos motivos é a aprovação, no final do último mês de outubro pelo Congresso dos Deputados da Espanha, do projeto de lei que põe fim aos referidos vistos para não residentes na UE que invistam mais de 500 mil euros na compra de uma casa. Agora, o projeto aguarda a votação pelo Senado espanhol. Em Portugal, o ano de 2023 também marcou uma virada significativa nesse programa, com a proibição de concessão do visto para quem investe em imóveis. A decisão reduziu temporariamente a procura pela autorização de residência aqui no Brasil, inclusive. Boa parte dos interessados por esse tipo de visto levou algum tempo para conhecer a ampla gama de opções atuais. Uma das mais atrativas hoje para os brasileiros tem sido a de fundos de capital. Para se ter ideia, só no Clube do Passaporte houve um aumento de 60% no interesse por parte de famílias por essa modalidade de visto em relação ao trimestre anterior. Mas, apesar da série de benefícios oferecidos e da estabilidade sentida no programa em Portugal, o estado de mudança do Golden Visa é constante e tem provocado uma corrida pelos imigrantes interessados em uma nova vida na Europa. Os números falam por si: segundo dados da Comissão Europeia, mais de 100 mil autorizações de residência foram emitidas nos últimos anos por meio de programas como o Golden Visa, gerando bilhões de euros em investimentos. No entanto, o tempo é um fator importante. A tendência de endurecimento das regras e, até mesmo a extinção de alguns programas, sinaliza que o momento para aderir é agora. Investidores devem aproveitar as opções disponíveis antes que mudanças adicionais tornem o processo mais restrito ou inviável. Os vistos dourados na Europa estão em um ponto de inflexão. O programa, que já atraiu milhares de famílias em busca de novas perspectivas, enfrenta agora o desafio de se reinventar em meio a pressões políticas e sociais. Para os interessados, o recado é claro: este é o momento de agir. Com planejamento estratégico e apoio de especialistas, é possível transformar um sonho europeu em realidade, aproveitando um benefício que, ao que tudo indica, pode não estar disponível por muito tempo. *Marcelo Rubin Goldschmidt é CEO do Clube do Passaporte, consultoria especializada em negócios e imigração para Portugal.

    31 de dezembro de 2024 / 0 Comentários
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    Estudo aponta que brasileiros confiam mais no setor financeiro do que na indústria de alimentos para envelhecer melhor

    Negócios

    30 de Dezembro de 2024 | Redação The Silver Economy André Cruz, fundador e CEO da Neura e expert em Neurociência e Comportamento. | Crédito: Divulgação Neura Enquanto 45% da população acredita na área de finanças para maior qualidade de vida, somente 37% conta com o ramo alimentício Lançado recentemente, A Permanência da Impermanência é um estudo realizado pela Neura, curadoria de estudos comportamentais e porquês, que revela as percepções dos brasileiros sobre a passagem do tempo, reforçando o papel das indústrias e marcas ao auxiliar em uma nova maneira de enxergar a vida, a sociedade e a forma de consumo. Em parceria com a PiniOn, plataforma de pesquisa com mais de 3 milhões de usuários, a análise realizada com 1.538 respondentes brasileiros de diversas idades, classes sociais e regiões do país, colheu 523 depoimentos que mostram que, para auxiliar a viver mais e melhor, a indústria de alimentos se destaca como a mais citada pelos entrevistados. Entretanto, a credibilidade é baixa, pois apenas 37% confia no ramo para apoiar a jornada da passagem do tempo. “Com as nossas pesquisas quanti (quantidade) e quali (qualidade), percebemos que os consumidores não querem apenas discussões superficiais sobre a longevidade, mas buscam conexão mais profunda com o tema. Estamos diante de uma dinâmica cultural que as marcas não podem ignorar”, afirma André Cruz, fundador e CEO da Neura e expert em Neurociência e Comportamento. Segundo a análise, 95% da população acredita que é possível se preparar para viver mais e com qualidade, reconhecendo que a passagem do tempo pode ser acompanhada de uma vida mais saudável e plena. Além disso, 80% das pessoas afirmam que já estão tomando medidas concretas para atingir esse objetivo, adotando práticas que promovem o bem-estar físico e mental, como atividades físicas regulares, alimentação balanceada, cuidados com a saúde mental e maior atenção a hábitos de prevenção. Observando a credibilidade de áreas e produtos que são considerados importantes para maior qualidade de vida, o setor de cosméticos conta com a confiança de 67% dos participantes, e o financeiro, 45%. Por outro lado, o ramo dos planos de saúde aparece com a menor confiança, de 34%. “Isso é um verdadeiro chamado da sociedade para a indústria alimentícia. Por um lado, as pessoas indicam a alimentação como principal fator para manter a saúde e vitalidade, mas, por outro, não confiam na indústria para oferecer o suporte necessário”, ressalta Carol Dantas, co-CEO do PiniOn. A questão estética, por sua vez, não é vista como prioritária: 86% das pessoas afirmam que a aparência física é menos importante que aspectos como conhecimento e saúde durante a passagem do tempo. Porém, a pressão social para parecer mais jovem é evidente, já que 43% das pessoas se sentem pressionadas a manter uma aparência mais jovial. Nesse contexto, marcas de cosméticos também têm relevância, aparecendo em segundo lugar nas menções espontâneas (13,8%).  O papel das marcas Embora 16% das pessoas desejem que as marcas abordem mais o assunto em suas comunicações e sejam mais inclusivas, 35% preferem que elas desenvolvam serviços que realmente contribuam para uma vida mais longa e saudável. Ao mesmo tempo, 32% reforçam a necessidade de transparência nas promessas de produto. “Os consumidores já têm uma noção clara do que é necessário para viver mais e melhor. O desafio agora é que a indústria como um todo transcenda a comunicação superficial e integre esse propósito em suas ofertas, posicionamento e promessas de forma autêntica e eficiente”, finaliza Cruz.

    30 de dezembro de 2024 / 0 Comentários
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    Moda e estilo aos 60+: como se vestir com conforto e elegância com tecidos metalizados

    Cultura & Lifestyle

    27 de Dezembro de 2024 | Redação The Silver Economy Tecidos metalizados | Crédito: Imagem gerada por IA (DALL·E, OpenAI) Os metalizados são os grandes protagonistas das festas de final de ano, trazendo sofisticação, modernidade e um toque romântico para qualquer produção. Descubra como escolher a tonalidade perfeita para brilhar em cada celebração! As festas de final de ano são ocasiões perfeitas para celebrar com a família, reencontrar amigos queridos e, claro, exibir looks deslumbrantes que refletem sua personalidade e estilo. Neste ano, os metalizados emergem como os grandes protagonistas da temporada, dominando vitrines com suas tonalidades sofisticadas e vibrantes. Seja no dourado elegante, no prateado futurista ou no romântico rosê, cada tonalidade oferece uma possibilidade única de destacar sua produção para ocasiões como Natal, Ano Novo ou festas corporativas. A consultora de imagem Luciana Ulrich, especialista em cores e idealizadora do Studio Immagine, compartilha dicas preciosas para você escolher o metalizado perfeito e arrasar em qualquer celebração. Site oficial do Studio Immagine Dourado: Sofisticado e Atemporal Sinônimo de luxo e poder, o dourado é ideal para quem deseja brilhar com elegância. “Essa tonalidade quente é perfeita para festas de Natal ou confraternizações formais, trazendo um toque de glamour atemporal. Pode ser usado como protagonista em vestidos ou blazers, ou em detalhes, como bolsas e sapatos“, explica Luciana. Quem pode usar? O dourado é a escolha certeira para cartelas de coloração quente, como Primavera Quente, Outono Quente e suas variantes. Cartelas frias também podem usá-lo, mas com moderação. Prateado: Moderno e Contemporâneo Associado à ideia de recomeço e serenidade, o prateado é o queridinho das produções de Ano Novo. “Ele é perfeito para quem busca um visual moderno e clean. Macacões e conjuntos prateados são uma tendência forte“, destaca a consultora. Quem pode usar? Estações frias como Inverno Frio e Verão Frio harmonizam perfeitamente com o prateado. É também uma boa opção para cartelas quentes em detalhes. Rosê: Delicado e Universal Para quem prefere um toque feminino e acolhedor, o rosê é a escolha ideal. “Por ser considerado universal, ele valoriza todos os tons de pele e combina com qualquer estilo“, ressalta Luciana. Sandálias e joias nessa tonalidade são curingas para qualquer ocasião. Quem pode usar? Todas as cartelas! O rosê é uma opção sem erro para quem ainda não fez sua análise de coloração pessoal.

    27 de dezembro de 2024 / 0 Comentários
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    60+ estão mais preocupados com a saúde bucal e atingem meta da Organização Mundial da Saúde

    Saúde

    25 de Dezembro de 2024 | Redação The Silver Economy Mulher madura em consulta de dentista | Crédito: Gustavo Fring – Pexels Na PróRir, rede de clínicas odontológicas, as pessoas idosas representam 50% dos atendimentos À medida que o ser humano envelhece, o corpo passa por mudanças físicas que interferem no estilo e na qualidade de vida. A perda dentária é muito comum nessa fase: dados divulgados pelo último censo, em 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) indicam que 41,5% dos idosos não possuem todos os dentes. Porém, isso está mudando com o passar dos anos. Segundo a Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), os longevos estão mais preocupados com a saúde bucal. De acordo com a entidade, 6 a cada 10 idosos apresentam uma maior quantidade de dentes naturais e funcionais, atendendo a meta de 20 dentes, que foi estabelecida pela Organização Mundial da Saúde. Na PróRir, rede de clínicas odontológicas, as pessoas idosas representam 50% dos atendimentos. “O desenvolvimento de novas tecnologias e equipamentos digitais cada vez mais avançados como os que oferecemos, possibilitam imagens de alta precisão que registram com mais detalhes as informações da arcada dentária dos pacientes, facilitando o processo de tomada de decisões, oferecendo um atendimento mais assertivo, que resulta em melhorias na saúde bucal dos idosos”, explica Dra. Fernanda Brígida Rodrigues, ortodontista da PróRir. “Também enfatizamos para eles a importância das consultas regulares, da prevenção e isso tem contribuído para que as visitas sejam frequentes e problemas mais sérios sejam evitados”, completa a profissional. Os problemas bucais mais comuns na população longeva são: Doença periodontal: uma infecção das gengivas que pode levar à perda de dentes, causada principalmente pelo acúmulo de placa bacteriana;   Cáries: provocadas especialmente devido à seca bucal ou ao uso de certos medicamentos;   Dentes sensíveis: provocados pelo desgaste do esmalte dental e a retração gengival, causando sensibilidade e tornando a alimentação e a higiene bucal desconfortáveis;   Incômodos com dentaduras: o uso de próteses pode levar a irritações, desconforto e dificuldade na mastigação se não forem bem ajustadas. É necessária atenção a qualquer dor, desconforto, lesões ou alterações nas gengivas que possam indicar problemas.   “A melhor forma de cuidar da saúde bucal sempre será a prevenção. Isso inclui uma higiene bucal adequada, com a escovação da língua, uso de fio dental e enxaguantes bucais, beber bastante água ao longo do dia para combater a boca seca e estimular a produção de saliva, manter uma dieta equilibrada com uma alimentação saudável rica em frutas, vegetais e produtos lácteos, e evitar tabaco e álcool, responsáveis, inclusive, por aumentar o risco de doenças bucais como o câncer oral, por exemplo”, alerta a especialista. Frequência Pessoas a partir dos 60 anos devem visitar o dentista, em geral, a cada seis meses. No entanto, essa frequência pode variar dependendo das necessidades individuais de saúde bucal. “Nessas ocasiões, o dentista fará uma análise geral da situação da boca do idoso, como a possibilidade de fazer uma limpeza profunda, tratar cáries, extrair possíveis dentes, avaliar a condição da prótese dentária, caso ele use, assim como propor tratamentos  estéticos dentários e faciais como lente de contato, botox e preenchedores faciais a fim de melhorar a mastigação e a autoestima do paciente”, finaliza Dra. Fernanda.

    25 de dezembro de 2024 / 0 Comentários
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    Profissionais 50+ ganham espaço nos Telesserviços

    Carreira

    23 de Dezembro de 2024 | Redação The Silver Economy Mesa de call center | Crédito: DC Studio – Freepik No setor, pessoas mais experientes encontram estabilidade e possibilidade de trabalho híbrido Conhecido por ser uma das atividades da economia que mais emprega jovens no país, o setor de Telesserviços também é porta de entrada para profissionais mais experientes. Com aproximadamente 1,4 milhão de trabalhadores, cerca de 3% desse total é formado por colaboradores acima de 50 anos, conforme dados da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT). Entre os atrativos estão o trabalho híbrido, lidar de perto com novas tecnologias e a possibilidade de se manterem ativos, algo muito importante para profissionais desta faixa etária. Seja na linha de frente do call center ou em áreas administrativas, as oportunidades existem e a progressão de carreira é uma realidade. Wagner Erlei Eugenio, de 56 anos, é um exemplo de como a reinvenção é possível. Após uma carreira sólida em vendas e materiais de construção, encontrou na NeoBPO  uma oportunidade de continuar em atividade. “Sempre tive as portas abertas. É uma área acessível para quem busca uma nova chance no mercado“, afirma ele, que ingressou na empresa em 2023 e atua como atendimento multiskill. Para ele, o trabalho vai além de uma necessidade financeira. “Sou feliz com o que faço, pois, dessa forma, posso ajudar os clientes, além de me manter ativo.” Mesa de call center | Crédito: DC Studio – Freepik Por sua vez, Luciano Baruque, com 69 anos e 25 de experiência no setor, traz uma bagagem impressionante.  Metalúrgico por 20 anos, começou sua carreira no setor de call center na antiga Telefônica, onde atuou como analista, e, após a criação da Atento pela Telefônica, fez uma migração espontânea para a nova empresa. Ao longo de sua trajetória na Atento, atuou em diversas áreas, incluindo facilities, TI e infraestrutura, onde montou uma consultoria interna e gerenciou o prédio da matriz. Recentemente, foi promovido ao cargo de gerente de Planejamento de Capacidade Produtiva. Luciano ressalta que antigamente as pessoas com essa faixa etária praticamente não tinham espaço. “Hoje, vemos uma mudança. O processo de aprendizagem do jovem é muito rápido, mas sua produção oscila. Já os profissionais mais velhos podem demorar mais para atingir o pico de produtividade, mas, uma vez alcançado, é constante“, explica. Ele acredita que os mais velhos têm menos a arriscar e são mais responsáveis, o que os torna valiosos. “Fui promovido esse ano, na véspera do meu aniversário. Isso me encheu de orgulho, não apenas pela promoção, mas porque a empresa pratica inclusão“. Luciano Baruque | Crédito: Divulgação Luciano também participa de um grupo de aliados voluntários promovido internamente pela Atento que visa fomentar o respeito mútuo e promover um convívio harmonioso entre diferentes gerações. “Combater o etarismo é fundamental. Não se trata apenas dos mais velhos, mas de uma questão de respeito por todas as idades“, afirma. Ambos compartilham a motivação de trabalharem porque realmente gostam do que fazem, o que se reflete em sua dedicação e entusiasmo. Wagner e Luciano não apenas buscam se manter ativos, mas também encontraram um propósito que enriquece suas vidas profissionais. Pilar geracional Gustavo Faria, vice-presidente da ABT, destaca que o segmento tem promovido a contratação de pessoas com mais experiência. “Acreditamos que a diversidade gera valor para a empresa e tem um impacto positivo em nossos clientes e resultados. O setor está reconhecendo cada vez mais o valor e a contribuição que os profissionais mais experientes trazem para o trabalho”, comenta.  Ele ressalta a importância do pilar geracional dentro das iniciativas de diversidade e inclusão, que promove oportunidades de desenvolvimento e um ambiente acolhedor para todos. “Estamos comprometidos em estimular a diversidade entre gerações e valorizar a riqueza que cada uma delas traz. Ao reconhecer e aproveitar as habilidades, capacidades e perspectivas distintas de cada geração, criamos um ambiente inclusivo que promove oportunidades de crescimento. Profissionais 50+, com sua imensa sabedoria, experiência e paixão, são essenciais para o crescimento do setor”, completa.  A mudança de mentalidade está em curso, Luciano ressalta a necessidade de atualização constante e perseverança. “As empresas estão percebendo que a experiência e a sabedoria acumuladas ao longo dos anos são ativos valiosos”. Para aqueles que estão em busca de uma nova oportunidade, o conselho de Wagner é claro: “Envie seu currículo! Você vai ter uma chance de se sentir útil e ingressar no mercado de trabalho novamente”, finaliza.

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