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    Menopausa e carreira: como os sintomas impactam o desempenho da mulher no ambiente de trabalho?

    Carreira

    08 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Vlada Karpovich – Pexels Especialista alerta para os efeitos físicos e emocionais da menopausa no cotidiano profissional e defende políticas mais inclusivas nas empresas A menopausa, fase natural da vida da mulher, ainda é um tema cercado de tabus, especialmente no ambiente corporativo. Mas seus efeitos vão muito além das mudanças hormonais. Fadiga, insônia, alterações de humor, dificuldade de concentração, ondas de calor e até lapsos de memória são sintomas que podem comprometer significativamente o desempenho no trabalho.  De acordo com a Dra. Eliana Nahas, ginecologista e parceira da Exeltis Brasil, estudos recentes mostram que cerca de 65% das mulheres relataram prejuízo em suas atividades profissionais durante a menopausa, com destaque para sintomas como fadiga, distúrbios do sono e alterações de humor. “Esses sintomas não apenas impactam a produtividade, mas também influenciam a capacidade de tomada de decisão, o relacionamento com colegas e o equilíbrio emocional no dia a dia corporativo”, afirma.  A fase de maior intensidade dos sintomas costuma ocorrer entre os 45 e 55 anos, durante o período da transição menopausal ou perimenopausa. No entanto, cada mulher vivencia esse processo de forma única, sendo influenciada por fatores genéticos, étnicos, culturais e até pelo tipo de trabalho desempenhado. “Há mulheres que enfrentam a menopausa de forma precoce, por razões naturais ou tratamentos oncológicos, e essas costumam ter sintomas ainda mais abruptos e severos”, explica a médica.  Segundo a ginecologista, entre os efeitos mais debilitantes estão os sintomas vasomotores — como as ondas de calor e suores noturnos — que atingem cerca de 80% das mulheres nessa fase. Eles afetam diretamente o sono, o bem-estar físico e mental e, consequentemente, o rendimento profissional. “A insônia leva à fadiga e baixa concentração; as ondas de calor provocam desconforto e perda de foco, enquanto a ansiedade impacta decisões e estabilidade emocional. Uma porcentagem das mulheres chega até a se afastar do trabalho”, ressalta.  Ambiente acolhedor é responsabilidade das empresas e lideranças Apesar da relevância do tema, muitas colaboradoras ainda enfrentam esse momento sozinhas, sem apoio institucional. A falta de preparo das lideranças e a ausência de políticas de saúde ocupacional voltadas à menopausa contribuem para o silêncio e o isolamento de muitas mulheres no ambiente profissional.  “Os gestores deveriam ser treinados para acolher toda essa demanda das mulheres na menopausa e oferecer suporte respeitoso. Já as empresas precisam tratar o tema como uma pauta de saúde”, pontua a médica. Ajustes simples, como melhor ventilação nos espaços, flexibilização de horários, vestimentas mais confortáveis e acesso facilitado à saúde ocupacional, podem fazer toda a diferença. Além disso, a criação de canais de escuta e o incentivo a uma cultura mais aberta e inclusiva são fundamentais para a permanência e valorização desses profissionais.  “Sociedades médicas internacionais, como a IMS (International Menopause Society) e a NAMS (North American Menopause Society), além da Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC), já vêm se posicionando nesse sentido. A recomendação é que o tema da menopausa seja incorporado às políticas de diversidade etária, equidade de gênero e bem-estar no trabalho”, pontua.  Informação, tratamento e autocuidado são aliados da produtividade De acordo com a Dra. Eliana, o acesso à informação e a tratamentos adequados é essencial para atravessar essa fase com mais qualidade de vida. A terapia hormonal (TH) é considerada o tratamento mais eficaz para os sintomas da peri e pós-menopausa, com impactos positivos sobre o sono, o humor, a cognição, a sexualidade e a produtividade. “O tratamento precisa ser individualizado, e há opções seguras também para mulheres com contraindicações, como medicamentos não hormonais, terapias comportamentais e mudanças no estilo de vida”, explica.  A médica também reforça que preparar-se para esse momento começa com informação de qualidade, acompanhamento profissional e abertura ao diálogo. “É fundamental cultivar hábitos saudáveis, manter redes de apoio e conversar com gestores sobre possíveis necessidades. A menopausa não é o fim da vida produtiva — com suporte adequado, ela pode ser vivida com saúde, dignidade e protagonismo profissional”, conclui.

    8 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Viajar após os 50: intercâmbio se torna opção para envelhecer com qualidade

    Cultura & Lifestyle

    07 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Pixabay – Pexels De acordo com dados da Belta, intercâmbios voltados para o público 50+ ganham força e se consolidam como alternativa para promover saúde, bem-estar e aprendizado contínuo na terceira idade Segundo dados da Pesquisa Selo Belta 2024, a faixa etária 50+ ocupa a 7ª posição entre os grupos que mais realizam intercâmbios internacionais. Esse movimento reflete um novo estilo de envelhecimento ativo, pautado no aprendizado, nas conexões sociais e na vida saudável. À medida que a expectativa de vida aumenta, cresce também o interesse por experiências internacionais entre brasileiros de 60 anos ou mais. Apesar de ainda representar uma parcela menor do universo de intercambistas, a participação dos viajantes com mais de 50 anos vem crescendo. Em 2024, essa faixa etária alcançou cerca de 7,5% do total. “A estabilidade financeira aliada à longevidade cria o cenário ideal para que pessoas com mais de 50 anos invistam em estudos no exterior. Mais do que lazer ou turismo, essas viagens representam a oportunidade de manter-se ativo, atualizar habilidades e viver experiências transformadoras”, afirma Alexandre Argenta, presidente da Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio (Belta). Viagens de intercâmbio proporcionam estímulos cognitivos, sociais e emocionais que colaboram para a manutenção da saúde mental e física em adultos maduros. A imersão em novas línguas e culturas, por exemplo, ativa diferentes áreas do cérebro, contribuindo para a retenção de memória e a agilidade mental, segundo pesquisa da Edith Cowan University (Austrália), em que foi concluído que viagens positivas, que envolvem movimento, novas experiências e socialização, podem desacelerar o envelhecimento físico e mental, reduzindo estresse crônico e promovendo bem‑estar geral. Além disso, o contato com pessoas de diversas idades e nacionalidades amplia o círculo social, reduz a sensação de solidão e fortalece o senso de pertencimento. Já as experiências práticas, como caminhadas por cidades históricas, aprendizado culinário local ou participação em aulas culturais, combinam movimento, aprendizado e prazer, promovendo bem-estar emocional e físico.  De acordo com a Pesquisa Selo Belta 2024, as principais motivações para intercâmbios entre todos os públicos brasileiros incluem: Conhecer culturas diferentes;  Aprender idiomas;  Vivenciar combinação de estudo, trabalho e turismo Essas motivações são igualmente relevantes para o público mais maduro, que busca experiências enriquecedoras, adaptadas ao ritmo e às expectativas dessa faixa etária. Com o envelhecimento populacional, o intercâmbio internacional para pessoas com 60 anos ou mais ganha reconhecimento como estratégia de longevidade saudável. Combinar estudo, cultura, socialização e atividade física em destinos estrangeiros ajuda a manter o cérebro e o corpo ativos, fomentando bem-estar e independência. Esse público, hoje entre os 7 mais representativos nas viagens ao exterior, demonstra que a maturidade pode ser sinônimo de reinvenção, curiosidade e vitalidade.

    7 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Nova geração de pais 60+ desafia padrões e ressignifica o envelhecimento no Brasil

    Cultura & Lifestyle

    06 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Mikhail Nilov – Pexels Especialista da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia aponta como a paternidade tardia impõe novas demandas emocionais e sociais O avanço da medicina trouxe, entre seus principais benefícios, o aumento da expectativa e da qualidade de vida. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que até 2050 a expectativa de vida do brasileiro será de 81 anos. Em um país com uma população cada vez mais idosa, um fato está se tornando cada vez mais frequente: homens sendo pais pela primeira vez a partir dos 60 anos. Se algumas décadas atrás os homens nessa faixa-etária já eram avôs, hoje, deparam-se em uma nova situação. De acordo com a psicóloga e membro da Comissão de Formação Gerontológica da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Valmari Cristina Aranha Toscano, quando uma pessoa se torna pai pela primeira vez, independentemente da idade, é importante entender o histórico dessa paternidade; se foi planejada ou não, uma vez que ter um filho implica em diferentes responsabilidades legais e afetivas. “É muito comum perceber as pessoas mudando hábitos e estilo de vida após se tornarem pais, fazendo um seguro de vida, cuidando melhor da saúde e mudando alguns comportamentos de risco. Se para a mulher as principais mudanças com a maternidade são em relação à liberdade, uso do tempo e as mudanças físicas, com os homens as mudanças tendem a culminar mais em responsabilidades, seja com a educação, em preparar um ser humano melhor para o mundo, seja em relação à segurança financeira”, explica. Ao comentar quando um homem se torna pai depois dos 60 anos, Valmari diz que essas questões se acentuam, pois os riscos com a saúde são mais frequentes, assim como a preocupação em deixar uma segurança material para esse filho, pois dependendo da idade, pode ser que o filho ainda seja dependente quando vier a falecer. Etapas Valmari revela que o importante para esses pais não é aumentar a expectativa de vida, mas sim prolongar o número de anos que ele deseja ficar com filho. “Não adianta prolongar a vida com limitações e debilidade. Para fugir desse cenário é preciso cuidar da saúde física, por meio de atividades físicas, alimentação saudável, qualidade do sono e consulta com especialistas, por exemplo, e também da saúde mental, não permitindo que o preconceito por ser um pai mais velho atrapalhe a relação com o filho.” A psicóloga destaca também que ser pai nessa fase da vida traz muitos benefícios, uma vez que renova a motivação da pessoa e cria um novo propósito, o que é importante para o envelhecimento bem-sucedido. “Esse homem passará a conviver com a modernidade, com um outro modo de enxergar o mundo, que o obrigarão a se atualizar, sem falar na rede de contatos que ampliará. Então, ser pai a partir dos 60 anos traz mais benefícios que desafios”, afirma, ao explicar que a melhor forma de lidar com possíveis conflitos de geração é o diálogo, para que o filho entenda de que lugar o pai traz determinados valores, assim como o pai também entenda que o filho crescerá em outro contexto social. Segundo Valmari, normalmente, esses conflitos são oriundos de posicionamentos atrelados a características de personalidade, religião e valores. “Trabalho com envelhecimento há muitos anos e uma pessoa idosa há 30 anos era muito diferente da pessoa idosa hoje. Por isso, precisamos desmistificar a ideia de que toda pessoa idosa pensará diferente do jovem.” Como educar? Educar um filho, independentemente da idade do pai, certamente é um dos maiores desafios vividos. Muitas dúvidas surgem nesse momento, com tantos “especialistas” que aparecem em vídeos nas redes sociais. De acordo com a psicóloga, o primeiro passo (e o mais importante) é o homem olhar para si e analisar as suas características para entender qual será o seu posicionamento diante da criança. “Duas perguntas devem ser feitas nesse processo: ‘Que pessoas eu quero deixar para o mundo?’ e ‘Que contribuição eu posso trazer para a vida de alguém?’. Educar um ser-humano é uma função delicada e fica ainda mais difícil quando os pais, de maneira geral, não querem assumir essa responsabilidade, sendo o ‘chato’ da história, aquela pessoa que não apenas brincará, mas colocará limites na criança”, afirma Valmari, ao comentar que muitos também erram ao compensar a sua ausência na vida dos filhos por meio de bens materiais e de superproteção, o que acaba criando uma geração muito sensível e dependente. “O melhor caminho a ser seguido é o da presença, do diálogo. Impor limites e dizer não poderá ser um ato de amor se acompanhado de carinho e respeito”, finaliza.

    6 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Envelhecimento populacional: O Brasil está preparado?

    Artigos

    01 de Agosto de 2025 | Por Gleisson Rubin* Gleisson Rubin é diretor do Instituto de Longevidade MAG | Crédito: Divulgação O envelhecimento populacional no Brasil não é mais uma discussão futura da qual as instituições, a sociedade e as próximas gerações podem se dar ao luxo de adiar. A acessibilidade generalizada dessa parcela populacional aos serviços básicos já é debate frequente na esfera pública e privada, assim como todos os entraves e desafios a ela infligidos. Muitas vezes esse 60+ é a figura central da casa como principal provedor, educador, cuidador de filhos e netos. Porém, a nossa sociedade, o mercado de trabalho e o Estado ainda não acompanharam essa realidade na velocidade necessária. Uma pesquisa do IBGE, de 2023, apurou que a expectativa de vida média do brasileiro atingiu o patamar de 76,4 anos, superando os números pré-pandemia. Uma alta longevidade requer ainda mais cuidados com essa população, especialmente quando falamos de saúde e bem-estar. A ciência já demonstrou a importância dos exercícios físicos para todas as fases da vida, mas no caso dos longevos é ainda mais preponderante na prevenção de doenças neurodegenerativas, desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes, prevenção de estresse e parte do tratamento de doenças psíquicas, como a depressão e ansiedade. Além do apoio familiar, todo esse cuidado passa por acesso a médicos adequados, a presença de um home care quando necessário e o apoio de profissionais como cuidadores e enfermeiros. Essa é uma estrutura financeiramente inviável sem a presença de um planejamento adequado. Veja, é notório que o Brasil e o mundo não estão preparados para os velhos. Aqui no nosso país, por exemplo, uma das principais discussões são os custos de vida na longevidade e não como barateá-los. Planos de saúde para idosos são caros, o acesso a produtos, empregos e serviços se tornam mais difíceis, uma vez que o país não está preparado para uma população que não é mais futura, e sim, presente. A nossa legislação aponta que planos de saúde individuais protegem o consumidor de sofrer discriminação por sua idade, mas, na prática, os valores não cabem no orçamento das famílias e a maioria dos planos evita comercializar individualmente para faixas etárias mais altas, pois a cobrança não pode ultrapassar em seis vezes a faixa inicial. Os planos coletivos ou de adesão nem sempre são opcionais, exigindo vínculo com as entidades representativas. Isso nem sempre é algo que esse longevo possui. Os planos empresariais acabam sendo a solução nesses casos, pois a pessoa pode abrir facilmente um CNPJ que ficará inativo e ter acesso à saúde complementar. Para alcançar essa solução, só em 2024, cerca de 13,3% dos novos negócios abertos no país foram de pessoas com mais de 55 anos. Essa aparente alternativa, acabou se tornando uma verdadeira dor de cabeça mais adiante, quando estes precisam declarar o imposto de renda e incluir esses gastos, a fim de receber as deduções devidas. Normalmente, a Receita Federal é rígida na comprovação documental, muitas vezes fora da realidade cotidiana desse idoso, o que gera multas e inclusões na malha fina. Alguns especialistas em Direito, inclusive, têm definido essa prática como um tipo de “violência patrimonial” e apontando a necessidade de se criar um dispositivo jurídico que garanta a proteção financeira dessa parcela da população. Nesse contexto, um PL criado pelos alunos da Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) se apresentou como uma solução, em que propõe uma simplificação no processo, partindo da presunção de boa-fé desse longevo. Desta forma, objetiva-se que burocracias e exigências desproporcionais não se transformem em barreiras. É necessário compreender que precisamos de empregos sem preconceitos geracionais, carros preparados para comportar uma pessoa mais velha, bens de consumo como roupas que contemplem esse público e até mesmo estruturas urbanas com condições mínimas aos idosos. O trabalho precisa ir além dos serviços, mas iniciar com a compreensão do envelhecimento, com a prática da empatia, da educação financeira de pais e filhos, para que na velhice seja presenteada com uma longevidade plena, financeiramente, social e mentalmente satisfatória. *Gleisson Rubin é Diretor do Instituto de Longevidade MAG e Diretor de Previdência da MAG Seguros

    1 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Potência Prateada é tema do ‘Meeting by Mediaria.com’, que acontece em agosto

    Eventos

    25 de Julho de 2025 | Por Larissa Gabriel Alvares, com revisão de Amanda Albela Foto: Divulgação Com vinho, conteúdo e boas conexões, o evento recebe grandes nomes da longevidade brasileira No dia 6 de agosto, às 18h30, o encontro exclusivo Meeting by midiaria.com reunirá grandes nomes do mercado, executivos, clientes e parceiros para uma troca qualificada sobre tendências que estão (ou que deveriam estar) no centro das decisões que envolvem o setor prateado. Nesta edição, que receberá cerca de 60 convidados, o tema que guia o encontro é ‘Potência Prateada’, que faz um convite à reflexão sobre a força da longevidade e os impactos da chamada Economia Prateada nos negócios, na sociedade e na comunicação. “Estamos falando de mais de 50 milhões de brasileiros com 50 anos ou mais, um público economicamente ativo e cada vez mais conectado, mas que ainda segue negligenciado por muitas marcas. A pergunta é: por que é hora de repensar estratégia, portfólio e abordagens para garantir mais inclusão geracional? Como transformar o fenômeno da longevidade em fortaleza estratégica e propósito de marca?”, comenta o painelista Marcos Eduardo Ferreira sobre um pouco do que abordará. Ele, que atua ativamente no setor da longevidade, é cofundador do Homens de Prata e  Silver Hub – a primeira aceleradora de   negócios centrados na economia da longevidade ; especialista em mercado de longevidade pela FGV-SP; consultor do setor de  seguros, e ex-CEO da MAPFRE Seguros, no Brasil e América do Sul. Com trajetórias inspiradoras e olhares diversos sobre o tema, a mediação do evento conta com o jornalista e influencer 50+, Ricardo Mucci. Outros nomes de referência quando o assunto é longevidade e econom loop ia prateada que farão parte do encontro são: Clea Klouri, sócia e cofundadora do Data8 e do Silver Makers, especialista e consultora em tendências e inovação na Economia Prateada e Longevidade; Giselle Estefano, superintendente Executiva da Rádio e TV Band; e Will Fiori, um dos grandes nomes sobre diversidade geracional no Brasil, liderando transformações no mercado há mais de 20 anos. O encontro é gratuito e acontece na Casa Fradique, em São Paulo, das 18h às 22h. Além das discussões enriquecedoras, o evento oferece um ambiente descontraído para ampliação de networking, acompanhado de vinhos e petiscos. As vagas são limitadas e devem ser confirmadas via Sympla. Serviço: Data: 06 de agosto de 2025 (quarta-feira) Local: Casa Fradique — Rua Fradique Coutinho, 297 – Pinheiros, São Paulo/SP Horário: das 18h às 22h Evento gratuito | Vagas limitadas | Inscrições sujeitas à confirmação neste link.

    25 de julho de 2025 / 0 Comentários
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    Dia dos Avós: Instituto de Longevidade MAG dá dicas de como cuidar de quem já cuidou da gente

    Cultura & Lifestyle

    23 de Julho de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação. Especialista orienta como garantir bem-estar físico, emocional e financeiro de pessoas 60+ No próximo sábado, 26 de julho, é celebrado o Dia dos Avós, uma data conhecida por trazer luz e respeito aos que cuidaram das gerações anteriores. Com o envelhecimento populacional cada vez mais latente, com mais de 32 milhões de pessoas acima dos 60 anos, de acordo com o IBGE, estima-se que a geração prateada se torne uma das principais fontes de renda de suas famílias. Diferente da maioria de seus antecessores, mantêm-se cada vez mais produtivos, socialmente ativos, financeiramente independentes e preocupados com a longevidade. Todas essas características, porém, não eliminam a necessidade do cuidado, do carinho e da atenção que merecem, em especial no planejamento de um futuro a longo prazo. Graças aos avanços em saúde e bem-estar, nossos idosos têm passado cada vez mais tempo conosco. Planejar o futuro é um ato de amor que deve começar cada vez mais cedo. Por isso, Antonio Leitão, especialista em Gerontologia e gerente do Instituto de Longevidade MAG, apresenta algumas dicas de como garantir respeito e cuidados com esses avós: Criar e manter uma regularidade nos cuidados físicos e emocionais  – Visitas de rotina aos médicos para check-ups e exames preventivos; prática de exercícios que estimulem o ganho de força e elasticidade para manter a independência por mais tempo e garantir tempo de qualidade com a família e os amigos; Pensar no futuro hoje – Utilizar das vivências das gerações anteriores para a construção de um futuro mais sólido e consistente, de forma que não haja dependência financeira e emocional, por meio de planejamentos financeiros e investimentos conscientes; Escuta ativa e troca geracional – Debater expectativas e gastos financeiros, para a geração de aprendizado e oportunidade de planejamento das finanças da família como um todo. Cuidado e orientações para o funcionamento das redes e aplicativos ajuda a evitar golpes e abusos, aos quais costumam ser mais suscetíveis. Fazer-se presente no cotidiano de idosos previne uma série de problemas futuros e, muitas vezes, silenciosos, como casos de violência emocional, física ou patrimonial, assim como sinais de ansiedade, depressão e confusão mental. “A longevidade não é mais uma realidade distante. O tipo de sociedade que desejamos para o nosso próprio envelhecimento é a que devemos construir desde já, pois cada escolha e decisão tomada hoje reverbera para no presente e, principalmente, no futuro. É necessário quebrar preconceitos e paradigmas”, comenta Leitão. O Instituto de Longevidade MAG oferece conteúdos gratuitos e acessíveis para apoiar tanto os idosos quanto as suas famílias. Dentre eles, os destaques são o Guia da Longevidade Financeira, que traz, de forma simples e clara, maneiras de como organizar as finanças e obter autonomia econômica na maturidade. Já o E-book da Previdência Complementar tem por objetivo explicar aos leitores o que é a previdência e direcioná-los sobre o planejamento para a aposentadoria, indo além da dependência governamental.

    23 de julho de 2025 / 0 Comentários
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    Dia Mundial do Cérebro: 4 hábitos para manter a saúde em todas as idades

    Saúde

    22 de Julho de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Anna Shvets Especialistas alertam: é possível prevenir doenças neurológicas com ações simples no dia a dia Defender a saúde do cérebro, garantindo que todos os indivíduos se beneficiem da melhoria da saúde e do bem-estar cerebral, é um compromisso global. Celebrado em 22 de julho, o Dia Mundial do Cérebro é uma iniciativa da Federação Mundial de Neurologia (WFN) que tem como objetivo ampliar a conscientização global sobre a importância da saúde cerebral. Este ano, a campanha traz o tema “Brain Health for All Ages” (Saúde do Cérebro para todas as idades), chamando a atenção para diferentes desafios enfrentados por várias faixas etárias e reforçando que o cuidado com o cérebro é essencial em todas as fases da vida. Afinal, o cérebro é o “órgão mais surpreendente e complexo do corpo humano.” Atualmente, as doenças que afetam o cérebro representam a principal causa de deficiência em todo o mundo. Entre as condições mais comuns estão a depressão, demência, AVC, epilepsia, enxaqueca, entre muitas outras, que comprometem significativamente a qualidade de vida e a autonomia das pessoas.” De acordo com a psiquiatra Dra. Rafaela Silva, gerente médica da Lundbeck Brasil, farmacêutica global especializada em doenças do cérebro, a boa notícia é que hábitos rotineiros simples podem prevenir danos ao longo da vida e contribui para a saúde cerebral. A seguir, ela lista algumas práticas essenciais para ajudar manter o cérebro saudável: 1. Durma bem e o suficiente O sono é um dos pilares da saúde do cérebro, é necessidade fisiológica que pode afetar o funcionamento físico, mental, social e emocional. Além disso, é fundamental para o desempenho nas atividades cotidianas e para consolidação de memória e aprendizados. As preocupações excessivas e a sobrecarga de atividades podem ser fatores estressores que deflagram alterações comportamentais e fisiológicas que podem prejudicar a qualidade do sono. 2. Invista em sua alimentação Verduras, frutas vermelhas, grãos integrais, oleaginosas como nozes e sementes, peixes, aves e leguminosas são a base da dieta MIND foi desenvolvida para promover a saúde cerebral e reduzir o risco de declínio cognitivo e doenças neurodegenerativas, como a Doença de Alzheimer. Já alimentos processados, farinhas e açúcares refinados, gorduras trans e saturadas são considerados inflamatórios e devem ser evitados. “Uma dieta abundante em alimentos inflamatórios está associada à desregulação da microbiota intestinal e ao aumento do risco para uma ampla gama de condições, incluindo obesidade, síndrome metabólica, câncer, doenças articulares, autoimunes e neurodegenerativas — além de potencialmente agravar sintomas de ansiedade e depressão”, destaca a médica. 3. Exercite o corpo e a mente A prática regular de atividades físicas é uma ótima aliada para a saúde cerebral. Ela melhora a memória, o raciocínio e o humor, além de reduzir o risco de depressão, ansiedade e doenças neurodegenerativas, graças ao estímulo da neurogênese e ao aumento da plasticidade cerebral. Também favorece o sono, a oxigenação do cérebro e combate a inflamação, ajudando a manter o cérebro ativo e saudável ao longo da vida. Já os exercícios mentais, como leitura, quebra-cabeças e novos aprendizados, mantêm o cérebro em constante estímulo. 4. Fuja do sedentarismo digital Passar horas seguidas em frente a telas pode gerar sobrecarga cognitiva, perda de foco e irritabilidade. A recomendação é intercalar momentos de conexão digital com pausas reais, atividades ao ar livre e interação social presencial. “A vida online é prática, mas não substitui as conexões humanas e os estímulos do mundo real, que são fundamentais para o nosso cérebro”, conclui a médica.

    22 de julho de 2025 / 0 Comentários
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    Como manter o cérebro saudável: estratégias para estimular a memória e a cognição após os 60 anos

    Saúde

    22 de Julho de 2025 | Redação The Silver Economy Homem Sorridente Com Camisa De Colarinho Azul | Crédito: Rene Sibulangcal – Pexels. No Dia Mundial do Cérebro (22/07), especialistas explicam como pequenas mudanças no dia a dia podem preservar a saúde mental na longevidade Manter o cérebro ativo e saudável é uma das chaves para o envelhecimento com qualidade de vida. No Dia Mundial do Cérebro, celebrado em 22 de julho, especialistas reforçam a importância de adotar hábitos que estimulem a cognição, a memória e o bem-estar emocional, especialmente após os 60 anos. Segundo o psicólogo Francisco Carlos Gomes, cofundador do canal Longidade, o cérebro humano tem uma incrível capacidade de adaptação ao longo da vida, mas precisa ser estimulado constantemente. “A neuroplasticidade, ou seja, a capacidade do cérebro de formar novas conexões, não tem prazo de validade. Ler, aprender algo novo, praticar exercícios físicos e manter interações sociais são formas eficazes de manter a mente ativa e saudável mesmo na terceira idade”, afirma o especialista. Estudos publicados na revista científica Nature Commucations mostram que o envelhecimento pode trazer uma redução natural na velocidade de processamento e na memória de curto prazo, mas essas mudanças não significam perda de inteligência ou incapacidade de aprender. “Envelhecer não é sinônimo de declínio cognitivo. O que faz diferença é o estilo de vida adotado ao longo dos anos. Uma alimentação equilibrada, sono de qualidade, controle de doenças como hipertensão e diabetes, além da prática regular de atividades físicas e mentais, ajudam a preservar as funções cerebrais”, explica a médica nutróloga Dra. Andrea Pereira, também cofundadora do canal Longidade. A médica geriatra Polianna Souza reforça ainda a importância de evitar o isolamento social, que pode ser um fator de risco para depressão e demência. “Manter vínculos afetivos, participar de atividades em grupo, conversar com amigos e familiares são atitudes simples, mas poderosas para manter a saúde do cérebro. A solidão prolongada tem efeitos comparáveis ao tabagismo quando falamos em impacto na longevidade”, alerta a geriatra. Francisco lembra que a estimulação cognitiva pode ser divertida e acessível. “Jogos de tabuleiro, palavras cruzadas, música, dança e até aprender a mexer no celular ou em redes sociais são maneiras eficazes de manter o cérebro ativo. A chave é desafiar-se a sair do piloto automático”, orienta. “A saúde cerebral começa com pequenas escolhas diárias. Quanto mais cedo essas práticas forem incorporadas, melhor. Mas, elas também são muito benéficas mesmo quando iniciadas mais tarde. Cuidar do cérebro é investir na autonomia, no bem-estar e na longevidade com qualidade”, conclui Polianna Souza.

    22 de julho de 2025 / 0 Comentários
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    O Papel da Nutrição na Reabilitação

    Artigos

    21 de Julho de 2025 | Por Mariana Oliveira de Assis Exel* Mariana Oliveira de Assis Exel,  Nutricionista da YUNA | Crédito: Divulgação A nutrição desempenha papel essencial na recuperação funcional de pacientes submetidos a processos de reabilitação física e clínica. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), especificamente da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2017-2018) e da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2019), condições como desnutrição, excesso de peso e insegurança alimentar interferem significativamente nos resultados da reabilitação. A integração de estratégias nutricionais individualizadas é essencial para otimizar a recuperação e reduzir complicações. A reabilitação é um componente essencial na recuperação de pacientes acometidos por lesões, doenças crônicas ou após procedimentos cirúrgicos. Entretanto, o sucesso do processo reabilitacional está diretamente ligado ao estado nutricional do paciente. A má nutrição, seja por deficiência ou excesso, afeta negativamente a cicatrização, força muscular e disposição geral. De acordo com o IBGE, o Brasil vive atualmente uma transição nutricional, com o aumento simultâneo da obesidade e da insegurança alimentar, criando um cenário desafiador para a saúde pública e os programas de reabilitação.  Dados do IBGE – Excesso de peso: presente em 55,4% dos adultos brasileiros (POF 2017–2018); – Obesidade: acomete 19,8% da população; – Insegurança alimentar: atinge 36,7% dos domicílios brasileiros (2020); – Desnutrição hospitalar: prevalência estimada entre 30% e 50% dos pacientes internados.   Impactos na Reabilitação – Pacientes desnutridos apresentam menor resposta à fisioterapia e maior incidência de infecções; – Obesos enfrentam maior dificuldade de mobilidade e maior risco de complicações ortopédicas; – A má nutrição retarda a cicatrização, reduz a força muscular e prolonga o tempo de internação.   Os dados acima evidenciam um cenário de risco nutricional que afeta diretamente a eficácia dos programas de reabilitação. A desnutrição reduz significativamente os ganhos funcionais de terapias físicas e ocupacionais. Por outro lado, o excesso de peso sobrecarrega articulações e dificulta a progressão da reabilitação. Artigos científicos publicados na Revista Brasileira de Nutrição Clínica e no Jornal Brasileiro de Reabilitação reforçam que o suporte nutricional adequado acelera a recuperação, reduz internações e melhora a qualidade de vida.  A atuação do nutricionista dentro das equipes multiprofissionais é imprescindível. Estratégias como avaliação nutricional precoce, suplementação individualizada e educação alimentar são essenciais para a adesão e sucesso do tratamento.  O nutricionista tem papel importante, avaliando o estado nutricional individual por meio de histórico clínico, exames, hábitos alimentares e dados antropométricos (peso, altura, circunferências e dobras cutâneas). A partir dessa avaliação, é elaborado um plano alimentar personalizado, que inclui prescrição dietoterápica em conjunto com a equipe multiprofissional. Para os pacientes em uso de dieta enteral são calculadas as necessidades energéticas e proteicas e acompanhada a adequação por meio de indicadores assistenciais visando a recuperação do estado nutricional, dando assim o suporte necessário para a jornada de reabilitação.  Durante a internação, o nutricionista acompanha a evolução do estado nutricional e a aceitação alimentar, ajustando o plano conforme necessário. Estratégias de gastronomia são utilizadas para tornar a alimentação mais prazerosa, ajudando também no bem-estar emocional.  Além disso, a suplementação individualizada é importante para fornecer os nutrientes certos à regeneração de tecidos, músculos e órgãos, favorecendo a recuperação de funções físicas e cognitivas. Em resumo, a intervenção nutricional adequada e integrada com a equipe multiprofissional é fundamental para acelerar a recuperação, evitar complicações e garantir melhor qualidade de vida ao paciente em reabilitação.   Exemplo: Paciente idoso pós-AVC Perfil: homem, 82 anos, 1,70 m e peso de 38 kg (desnutrição grau III), pós-AVC, com infecção urinária requerendo gastrostomia.   Motivo do tratamento: desnutrição extrema, infecção persistente e falha de ingestão por via oral.   Tratamento nutricional: nutrição enteral hiperproteica com 1,5 cal/ml.   Desfecho: após 11 meses, peso de 56 kg (ganho de 18 kg), melhora da composição corporal, incluindo recuperação da ingestão oral. Atualmente, com 62 kg, hidratado, com composição corporal adequada e capaz de caminhar e se alimentar normalmente. Durante o período de internação, o paciente utilizou dieta enteral com aporte calórico e proteico adequados às suas necessidades para ganho de peso e massa muscular, contribuindo assim para o processo de reabilitação motora com equipe de fisioterapeutas. O paciente também foi acompanhado pela equipe de fonoaudiólogos realizando a introdução segura de alimentos via oral junto a equipe de nutricionistas até atingir o objetivo de desmame total da dieta enteral para dieta via oral com o mesmo aporte calórico e proteico assegurando os ganhos nutricionais, através de alimentação equilibrada e calculada com os principais nutrientes necessários para o processo de reabilitação.   O estado nutricional é um fator determinante na resposta clínica de pacientes em reabilitação. A análise dos dados do IBGE evidencia a necessidade de ações de saúde pública que promovam o acesso à alimentação saudável e à avaliação nutricional qualificada. A nutrição como parte integrante do processo de reabilitação é fundamental para garantir melhores desfechos funcionais e maior qualidade de vida aos pacientes. A nutrição não é apenas complementar: ela refaz o alicerce da reabilitação, promovendo resiliência física, melhor recuperação funcional e qualidade de vida.  *Mariana Oliveira de Assis Exel é Nutricionista da YUNA, instituição especializada em reabilitação e cuidados paliativos.

    21 de julho de 2025 / 0 Comentários
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    Amizade depois dos 60: Como manter e fazer novos amigos

    Cultura & Lifestyle

    20 de Julho de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação. Entenda a importância da amizade na terceira idade e saiba estratégias práticas para fortalecer os vínculos afetivos e ampliar sua rede social No Dia do Amigo, celebrado em 20 de julho, a importância das relações de amizade se destaca ainda mais, especialmente para a população madura. Manter vínculos sociais e construir novas amizades após os 60 anos é fundamental para a saúde emocional e o bem-estar da pessoa idosa. A coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera Ribeirão Preto, Dra. Rosane Maria Aguiar, destaca que “a amizade na terceira idade vai muito além da companhia, ela promove suporte emocional, reduz sentimentos de solidão e fortalece a autoestima, fatores essenciais para uma vida mais saudável e feliz.” Segundo Dra. Rosane, manter e fazer novos amigos nessa fase da vida requer uma combinação de atitude, empatia e oportunidades sociais. “Participar de atividades em grupos, como clubes, oficinas culturais, grupos de caminhada e até cursos online, pode facilitar o encontro com pessoas com interesses semelhantes. Além disso, é importante cultivar a escuta ativa e a disposição para novas experiências”, explica. Sobre as estratégias para construir e manter amizades, ela acrescenta: “Seja proativo, não espere que os outros venham até você, tome a iniciativa de convidar pessoas para um café, passeio ou conversa. Esteja aberto a novidades, participar de novos grupos ou atividades pode ampliar seu círculo social. Valorize a escuta, demonstrar interesse genuíno nas histórias e opiniões dos amigos fortalece os laços. Use a tecnologia a seu favor, aplicativos de mensagens e redes sociais ajudam a manter contato, mesmo à distância. Pratique pequenos gestos de ligar para saber como a pessoa está ou enviar uma mensagem de carinho faz diferença. Seja paciente, novas amizades podem levar tempo para se consolidar, mas o esforço vale a pena.” A doutora ainda ressalta que, com o avanço da idade, alguns medos, como o receio da rejeição ou a dificuldade em iniciar conversas, podem surgir. “É natural sentir insegurança, mas a amizade é uma via de mão dupla. Ser aberto e genuíno facilita conexões verdadeiras”, complementa. Para fortalecer as amizades existentes, Rosane indica a prática de pequenos gestos cotidianos, que mantêm o vínculo emocional vivo. “A qualidade da amizade é mais importante que a quantidade”, reforça.

    20 de julho de 2025 / 0 Comentários
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