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    “Divas do Brasil” destaca talentos de diferentes gerações da música brasileira

    Cultura & Lifestyle

    22 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Atriz e cantora, Zezé Motta é destaque na série “Divas do Brasil”, em exibição no SescTV | Créditos: Divulgação. Laila Garin, Simone Mazzer, Dhu Moraes, Paula Lima e Zezé Motta compartilham vivências e trajetórias, em setembro no SescTV A série Divas do Brasil segue sua jornada pelo território brasileiro para revelar quem são as mulheres que dão voz, corpo e memória à música popular. Dirigida por Carolina Paiva, a produção percorre histórias de vida que misturam arte, identidade, cotidiano e luta, mostrando que, em cada canto do país, há uma diva que canta, dança, toca e faz ecoar histórias que inspiram outras mulheres. Os episódios inéditos de setembro apresentam as artistas Laila Garin e Simone Mazzer, além de outros que trazem as histórias de Dhu Moraes, Paula Lima e Zezé Motta. A exibição acontece às segundas-feiras, às 20h, no SescTV.  Em 1/9, o público acompanha a trajetória de Laila Garin, atriz e cantora que conquistou reconhecimento nacional ao interpretar Elis Regina no teatro, papel que lhe rendeu elogios unânimes da crítica. No episódio, Laila reflete sobre a rotina intensa de ensaios e turnês, a disciplina necessária para manter corpo e voz preparados e a ética coletiva no trabalho em grupo. Entre bastidores do espetáculo “A Hora da Estrela” e relatos divertidos de viagens, a artista revela sua exigência e paixão pelo ofício. Para o diretor do espetáculo André Paes Leme, “Laila tem a personalidade de diva, determinação de artista que adora ser desafiada, o que a faz ser diferenciada”.  No dia 8/9, é a vez de Simone Mazzer, paranaense de Londrina que trocou o esporte pelo teatro e, depois, pela música, construindo uma carreira que une interpretação, canto e militância contra preconceitos e padrões corporais. No episódio, Simone fala sobre a dificuldade de conciliar teatro e música e sobre a decisão de seguir como cantora, sem deixar de lado oportunidades no cinema e nas artes cênicas. Amigos e parceiros, como Patricia Selonk, Arthur Martal e Márcio Melo, comentam sua entrega no palco e a simplicidade que a define, mesmo com o reconhecimento conquistado.  Em 15/9, o destaque é Dhu Moraes, artista cuja carreira atravessa décadas e que ficou nacionalmente conhecida com o grupo As Frenéticas, sucesso no fim dos anos 1970. Inspirada desde a infância pela voz de Angela Maria, Dhu relembra o início em grupos musicais femininos, a estreia no teatro e na televisão, e papéis marcantes como o de Tia Anastácia, no Sítio do Picapau Amarelo. O episódio também traz histórias de amizades duradouras e o afeto que a artista dedica aos “filhos de coração” que colecionou ao longo da vida.  No episódio de 22/9, Paula Lima fala sobre sua carreira desde os tempos de backing vocal para nomes como Fernanda Abreu e Skank, passando pelo Funk Como Le Gusta, até se consolidar como artista solo com um repertório que mistura samba, soul, funk e romantismo. Paula tem presença marcante e compromisso com o empoderamento feminino e a valorização da música negra. Ela relembra referências familiares e musicais, e compartilha experiências de apresentações no Brasil e no exterior. Para ela, Elza Soares é a maior diva do país, inspiração que leva com humildade e proximidade com o público.  Encerrando o mês, em 29/9, a gigante Zezé Motta revisita momentos importantes de sua trajetória como atriz e cantora. Nascida em Campos de Goytacazes (RJ), viveu em São Paulo em diferentes períodos, iniciando ali uma fase de grandes oportunidades, como a participação no espetáculo Roda Viva e na novela Beto Rockfeller. Zezé relembra o teste para viver Chica da Silva no cinema, suas buscas espirituais e o cuidado com a imagem. Amigos e parceiros de profissão a definem como generosa e acolhedora, qualidades que confirmam, segundo eles, seu status de “nossa diva negra”. SERVIÇO: DIVAS DO BRASIL Direção: Carolina PaivaProdução: Imaginária EntretenimentosClassificação indicativa: LivreExibição: Segundas-feiras, às 20h, no SescTVReapresentações: Quartas, 15h | Quintas, 22h30 | Sábados, 13h | Domingos, 17h Próximos episódios:Laila Garin – 1/9Simone Mazzer – 8/9Dhu Moraes – 15/9Paula Lima – 22/9Zezé Motta – 29/9 Para sintonizar o SescTV:  Consulte sua operadora   Assista também online em sesctv.org.brSiga o SescTV nas redes @sesctv

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    Mudança de carreira aos 50+: quatro perguntas para uma autoavaliação

    Carreira

    21 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Wilma Dal Col, diretora de recursos humanos da consultoria ManpowerGroup | Créditos: Divulgação Repensar a trajetória é possível em qualquer idade: especialista orienta profissionais e empresas sobre contratações de pessoas maduras As contratações de profissionais 50+ cresceram 8,8% entre 2023 e 2024, segundo o Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), o que representa quase 700 mil novos postos de trabalho. Ainda que uma mudança de carreira após os 50 anos seja vista como desafiadora, por conta de estereótipos e até do etarismo, é um movimento possível e que deve ser incentivado. Para isso, é importante que os talentos que estão nesta busca façam uma autoavaliação e determinem suas prioridades para tomar a decisão de forma estratégica. “Exige muita coragem enfrentar o convencional e decidir mudar de carreira no meio de uma trajetória profissional extensa. Mas, assim como para qualquer faixa etária, explorar novos caminhos também é importante para profissionais 50+. Eles combinam experiência, maturidade emocional, responsabilidade, visão estratégica e, sobretudo, capacidade de serem mentores para novas gerações. Independentemente da área em que irão atuar, serão profissionais valiosos”, comenta Wilma Dal Col, diretora de recursos humanos da consultoria ManpowerGroup. Assim como os talentos, as empresas também devem se atentar a essas demandas. A escassez de talentos e as mudanças socioeconômicas – como, por exemplo, o envelhecimento da população – exigem que elas repensem suas políticas de contratação e inclusão dessa geração. “Empresas que forem receptivas à diversidade geracional poderão observar um crescimento do negócio muito positivo”, complementa Wilma. Para orientar pessoas 50+ nessa etapa de mudança de carreira, a executiva elenca algumas perguntas para uma autoavaliação. Confira:   1. “Quais são minhas prioridades e valores nesta fase da vida? O que me motiva a trabalhar?” Ao longo dos anos de experiência, é comum que as prioridades e valores mudem. Para quem pensa em mudar de área, é importante se questionar e entender como suas prioridades vão se encaixar em uma nova oportunidade. Da mesma forma, é preciso ter o seu propósito no trabalho como norte. “Um exemplo é se questionar: quero mais estabilidade financeira ou equilíbrio com a vida pessoal? Mais leveza no dia a dia, oportunidade de liderança ou troca com outras gerações? Essa área atende meu propósito? Elencar as necessidades é importante para entender como e se é possível encontrar isso em uma nova área de atuação”, comenta Wilma.   2. “Quanta autonomia busco nessa nova etapa?” Muitos profissionais 50+ podem ter trabalhado por bastante tempo em ambientes mais formais. “Que nível de liberdade é ideal para mim neste momento?” é uma pergunta chave para entender, por exemplo, se você deseja empreender por conta própria ou se prefere um ambiente com processos mais estruturados.   3. “Como quero crescer ou evoluir nessa nova jornada?” É essencial refletir sobre como você deseja aprender e crescer: quer adquirir novos conhecimentos ao mesmo tempo em que compartilha sua experiência como mentor? O mercado vai exigir adaptabilidade, pois apesar da maturidade e experiência de gerações mais maduras, será necessário se familiarizar com novas tecnologias, metodologias ágeis e se adaptar às rápidas transformações.   4. “Minha situação financeira atual permite uma mudança de carreira?” Essencial para qualquer trabalho, organizar-se financeiramente é importante para permitir uma mudança sem maiores preocupações. O indicado é refletir se há flexibilidade para começar na nova área ou oportunidade com um salário menor, ou se precisará de um retorno financeiro mais ágil.

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    Corrida na longevidade: como uma prática em alta vem impulsionando saúde e bem-estar na população madura

    Saúde

    20 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Corrida MedSênior realizada em Vitória, no Espírito Santo, em junho deste ano – Crédito: Divulgação MedSênior Com o crescimento da população idosa no Brasil e o boom das corridas de rua, geriatra Roni Mukamal explica benefícios, riscos e cuidados práticos para quem já corre e para quem quer iniciar a prática O Brasil está mais velho e mais ativo. Segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de pessoas com 60 anos ou mais chegou a 15,6% da população, um salto que pressiona o sistema de saúde — mas também amplia o interesse por hábitos que preservem autonomia e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, as corridas de rua seguem em expansão no país, com crescimento de provas e participação — é o que diz um levantamento realizado pela ABRACEO (Associação Brasileira dos Organizadores de Corrida de Rua e Esportes Outdoor), que aponta um aumento de 65% no número de corridas realizadas no país no primeiro semestre de 2025 em comparação com o mesmo período de 2024. “Corrida na terceira idade traz inúmeros benefícios quando feita com segurança. É um excelente exercício para o coração e para o condicionamento físico, ajuda no controle de peso e ainda tem o ganho emocional de correr ao ar livre, em parques e praias”, afirma o geriatra Roni Mukamal — superintendente de Medicina Preventiva da MedSênior. “O ponto-chave é individualizar e respeitar limites”, ressalta o especialista. Segundo orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicadas em 2020, adultos devem somar 150 a 300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada (ou 75 a 150 de vigorosa), incluir fortalecimento muscular em pelo menos dois dias e praticar exercícios de equilíbrio ao longo da semana. Para quem pretende correr, esses pilares são complementares e não opcionais. Principais cuidados e orientações  Mukamal lembra que a corrida é de alto gasto calórico e trabalha intensamente a musculatura de membros inferiores, mas também aumenta o impacto em quadris, joelhos e tornozelos. “Para quem tem artrose mais avançada — especialmente de joelho — ou alguma condição cardíaca, vale discutir alternativas de menor impacto e, se indicado, treinos supervisionados”, explica, completando em seguida: “Para todos os demais, é possível correr, sim: com progressão gradual e alguns cuidados simples.”  Entre as recomendações práticas, o médico destaca: superfícies regulares (“evitar pisos irregulares e areia fofa, que sobrecarregam mais as articulações”), tênis bem ajustado e com bom amortecimento, e planejamento do ambiente (“fugir do calor intenso e não correr de estômago cheio”). Ele sugere, para iniciantes, o método de alternar caminhada e corrida nas primeiras semanas: “Comece com pequenos blocos, aumente aos poucos e pare se aparecer qualquer desconforto atípico.” Corredores veteranos x novatos  Para quem já corre há muitos anos e entra na maturidade com histórico esportivo, a transição costuma ser mais suave, desde que se ajuste volume e intensidade: “O veterano tem memória muscular e técnica, mas precisa preservar as reservas fisiológicas. Isso significa priorizar o fortalecimento de glúteos, quadríceps e core, alongar rotinas de recuperação e aceitar que ciclos precisam de mais dias fáceis. É preciso ter claro que a consistência vence o excesso.” Já para quem começa a correr depois dos 60, o primeiro passo é avaliação clínica — checar pressão, controlar diabetes, rever medicações e, quando necessário, exames cardiológicos. “Com tudo em ordem, dá para iniciar com treinos curtos, supervisionados por profissional de educação física, e progressão semanal modesta. Muitas pessoas que começaram a correr na velhice se mantêm no esporte com prazer e propósito — e isso faz muita diferença na adesão”, diz o geriatra. O especialista reforça ainda dois elementos frequentemente negligenciados: hidratação (“leve água quando o treino for mais longo”) e prazer. “Corra porque você gosta. Não é porque todo mundo corre que você precisa correr. Quando o exercício é prazeroso, ele cabe melhor na rotina — e vira hábito.” De forma geral, evidências mostram que manter-se ativo na longevidade reduz risco de doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, declínio funcional e mortalidade. A corrida pode ser uma das formas mais acessíveis de atingir as metas semanais — desde que balanceada com força e equilíbrio, combinação que reduz queda e lesões em idosos. Antes de apertar “start”, Mukamal deixa um roteiro final: “Avalie com seu médico, comece devagar e progredindo por semanas, não por dias, priorize piso regular e tênis adequado, intercale corrida e caminhada até o corpo ‘assentar’, faça fortalecimento duas vezes por semana, cuide da hidratação e, diante de dor ou mal-estar, interrompa e reavalie. Com esses cuidados, correr na terceira idade é não só possível como recomendável.”

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    Envelhecimento digital: tecnologia promove inclusão e bem-estar entre os 60+

    Tecnologia e Inovação

    19 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Andrea Piacquadio – Pexels Pesquisas mostram crescimento do uso de redes sociais entre os 60+, com impactos positivos na saúde mental, mas também alerta para prevenção contra golpes virtuais Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada em julho de 2025 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2016 e 2024, a presença de idosos no ambiente digital cresceu de forma expressiva: o total de usuários dessa faixa etária passou de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O salto representa um aumento de 278%, praticamente quadruplicando em menos de uma década. Em termos proporcionais, isso significa que, enquanto em 2016 apenas 44,8% das pessoas com 60 anos ou mais estavam conectadas, em 2024 o índice chegou a 69,8%. Para o especialista comportamental Jotta Junior, cofundador do canal Longidade, esse avanço evidencia o potencial transformador da inclusão digital na terceira idade: “O mundo digital proporciona pertencimento. Muitos longevos encontram em grupos online, redes sociais e oficinas de inclusão digital uma oportunidade de aprendizado e de troca. Isso fortalece a autoestima, amplia a rede de relacionamentos e combate a solidão, que é um dos grandes desafios dessa faixa etária.” O psicólogo Francisco Carlos Gomes, também cofundador do Longidade, acrescenta: “Quando bem orientado, o uso das redes sociais pode estimular o contato social, a memória e até mesmo a criatividade. O idoso que se conecta, participa de cursos online ou interage em grupos virtuais tende a relatar menos sintomas de ansiedade e depressão, porque sente que ainda pode contribuir e fazer parte do presente.” Diversas iniciativas destacam-se nesse panorama, como oficinas de inclusão digital em centros de convivência e programas de capacitação em ferramentas digitais, que ajudam a reduzir a exclusão social e promover bem-estar. Mas também existe um alerta importante: à medida que os idosos se tornam mais conectados, aumenta também a vulnerabilidade a golpes online. Phishing, clonagem de WhatsApp, falsas ofertas e fraudes de assistentes que se passam por familiares são algumas das ameaças mais comuns. Especialistas recomendam cuidados como: – Evitar clicar em links suspeitos recebidos por mensagem ou e-mail;   – Nunca compartilhar códigos recebidos via SMS, como aqueles usados em autenticação de dois fatores;   – Baixar aplicativos apenas de fontes oficiais (Google Play ou App Store).   – Consultar familiares, centros de convivência ou instituições confiáveis caso receba mensagens incomuns ou pedidos de dinheiro.   Com o envelhecimento da população brasileira, investir em inclusão digital é investir também em qualidade de vida, mas inclusão consciente e segura. Para os cofundadores, a tecnologia pode ser aliada da longevidade, desde que acompanhada de proteção e orientação adequadas.

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    Websérie ensina pessoas 50+ a se protegerem no mundo digital

    Tecnologia e Inovação

    18 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação Vídeos oferecem dicas práticas com linguagem acessível para garantir segurança e proteção de dados em compras online e aplicativos bancários O Instituto de Longevidade MAG, entidade com 9 anos de atuação em assuntos voltados ao envelhecimento e planejamento financeiro, oferece a websérie “Digital sem Medo”. Apresentada por Arine Rodrigues, especialista em longevidade, a série é voltada especialmente para o público 50+ e traz orientações práticas para fazer compras online, usar aplicativos bancários e se proteger de golpes virtuais. Em sua grade, os episódios abordam temas como identificação de sites confiáveis, proteção de dados pessoais, formas seguras de pagamento, segurança em aplicativos bancários e um checklist completo para compras online sem riscos. Com uma linguagem acessível, vídeos curtos e exemplos do dia a dia, a iniciativa busca ampliar a autonomia digital dos longevos e prevenir que eles sejam vítimas de fraudes cada vez mais sofisticadas no ambiente virtual. Para Antônio Leitão, gerente do Instituto de Longevidade MAG, a série reforça o compromisso da instituição com a educação e a segurança das pessoas maduras. “Falar de tecnologia com o público 50+ é também falar de liberdade, independência e dignidade. Ao oferecer conhecimento prático sobre segurança digital, estamos empoderando essas pessoas para aproveitarem todos os benefícios do mundo online sem medo. A longevidade também passa por inclusão digital”, destaca Leitão. A websérie é organizada nos cinco temas a seguir: Inteligência Artificial sem complicações; Desviando de perigos na Internet; Compras online com segurança; Como aproveitar as redes sociais sem risco; Fake news: como não cair em armadilhas. Com lançamentos semanais, todo o conteúdo está disponível no canal do Instituto de Longevidade MAG no YouTube.

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    Baixas temperaturas acendem sinal de alerta para os cuidados e conforto dos idosos

    Saúde

    15 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Barbara Olsen – Pexels Com a queda das temperaturas, mudanças fisiológicas e de rotina torna o sistema imunológico mais vulnerável às enfermidades A chegada do inverno traz mudanças que vão muito além da temperatura. Para a população idosa, esse período exige cuidados redobrados. As baixas temperaturas afetam diretamente o funcionamento do organismo, tornando o corpo mais suscetível a doenças respiratórias, agravamento de condições crônicas e alterações no comportamento, como isolamento social e desânimo. Especialistas alertam que o frio impõe uma série de desafios que podem impactar diretamente a qualidade de vida.“Durante o inverno, o organismo do idoso tende a reagir de forma mais sensível. A circulação periférica fica mais lenta, o que pode aumentar a sensação de cansaço, dores musculares e até confusão mental. É um momento em que a atenção ao detalhe vira cuidado preventivo”, explica a Dra. Roberta França, médica especialista em Geriatria e Psiquiatria e parceira da Bigfral, marca líder em cuidado adulto. Entre os principais pontos de atenção está o funcionamento da bexiga, que pode se tornar mais ativo durante o frio. Isso ocorre porque o corpo tende a eliminar mais líquidos para manter a temperatura interna equilibrada. Porém, muitos evitam levantar-se à noite, seja pelo frio, pela dificuldade em remover roupas pesadas ou pelo receio de quedas, o que pode resultar em desconforto e até infecções urinárias. Por isso, recomenda-se o uso de cobertores adequados e, quando necessário, roupas íntimas descartáveis que garantam conforto e segurança durante a noite. Também é importante manter o caminho até o banheiro sempre bem iluminado e livre de obstáculos. Tapetes escorregadios devem ser removidos, e barras de apoio podem ser instaladas para aumentar a segurança. Evitar o consumo excessivo de líquidos no período da noite pode ajudar a diminuir as idas ao banheiro, mas isso deve ser feito com equilíbrio para não causar desidratação. Outro aspecto essencial é o estímulo à mobilidade. Mesmo nos dias mais frios, é fundamental que o maduro se mantenha ativo. Alongamentos orientados, caminhadas em locais seguros e atividades leves ajudam a preservar a autonomia e a evitar a perda de massa muscular. Mesmo que o longevo não saia de casa, é possível criar uma pequena rotina de exercícios com música, dança suave ou mesmo atividades domésticas leves. A movimentação é vital para manter não só o corpo, mas também o humor em equilíbrio durante os dias mais cinzentos do inverno. A exposição ao sol também tende a diminuir nos meses frios, reduzindo a produção de vitamina D, essencial para o sistema imunológico e a saúde óssea. “Nesse período, é importante avaliar com o médico a necessidade de suplementação e ajustar a alimentação para garantir a ingestão de nutrientes que fortaleçam o organismo”, completa Dra. Roberta França. Não podemos esquecer da saúde emocional. O frio muitas vezes convida ao isolamento, mas é justamente nesse momento que a rede de apoio deve se fortalecer. Conversas, visitas, chamadas de vídeo e atividades que estimulem o vínculo familiar são essenciais. O afeto aquece mais do que qualquer cobertor. A médica também reforça a importância de manter vacinas em dia, como a da gripe e a vacina pneumocócica, e redobrar a atenção a sinais de infecções silenciosas, como infecção urinária sem febre, comum nos idosos. “Mudanças de comportamento, confusão mental ou apatia súbita podem ser sinais de infecção mesmo na ausência de febre. Familiar atento é familiar que cuida.”

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    Recomeçar aos 50: os novos caminhos da recolocação profissional e transição de carreira na maturidade

    Carreira

    14 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação Mais experientes e com novas prioridades, profissionais acima dos 50 anos estão redescobrindo seu valor no mercado por meio da transição de carreira e da reinvenção pessoal e profissional Chegar aos 50 anos não significa encerrar um ciclo profissional, mas sim repensá-lo. Em um mercado cada vez mais dinâmico e em constante transformação, muitos profissionais maduros têm optado ou sido levados a fazer uma transição de carreira, seja por desejo pessoal, mudanças no setor ou necessidade de recolocação. Dados mais recentes mostram que, em 2022, 13,45 milhões de pessoas com mais de 50 anos estavam ativas no mercado formal no Brasil, conforme os registros da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais). A maturidade traz consigo um grande diferencial competitivo: a experiência. No entanto, o preconceito etário ainda é um desafio real. Apesar disso, empresas mais inovadoras já começam a enxergar valor na diversidade geracional, e programas de inclusão para profissionais sêniores estão ganhando força no Brasil. Pedro Luiz Alves, sócio da Ação Consultoria e Educação Corporativa e especialista em treinamento e gestão de pessoas, acredita que esse momento de virada pode ser uma grande oportunidade de transformação. Segundo ele: “A transição de carreira após os 50 exige coragem e preparo, mas pode ser extremamente gratificante. A maturidade oferece uma visão estratégica, inteligência emocional e resiliência que muitas vezes faltam nos profissionais mais jovens. O segredo está em ressignificar a trajetória e atualizar as competências para os novos contextos do mercado.” Além disso, a experiência acumulada ao longo da carreira posiciona o profissional 50+ como um elo fundamental na transição geracional que as empresas enfrentam hoje. Ao atuar como mentor para jovens talentos, especialmente da geração Z, ele transmite conhecimento prático, visão estratégica e valores organizacionais sólidos, ajudando a acelerar o desenvolvimento dessa nova força de trabalho. Nesse papel, o profissional maduro não apenas agrega resultados, mas também contribui para construir culturas mais colaborativas, inovadoras e sustentáveis dentro das organizações. Recolocar-se ou mudar de carreira nessa fase da vida requer planejamento. Revisar o currículo, investir em capacitação, buscar mentorias, fortalecer o networking e compreender as novas demandas do mercado são passos fundamentais. Áreas como consultoria, educação, empreendedorismo e economia criativa têm se mostrado bastante receptivas a profissionais com ampla bagagem e capacidade de liderança. A transição também pode envolver uma mudança de propósito. Muitos profissionais buscam, nessa fase, alinhar seus valores pessoais com o trabalho, buscando atividades que tragam não apenas retorno financeiro, mas também satisfação pessoal e impacto positivo. Pedro Luiz Alves reforça: “Nunca é tarde para recomeçar. O mercado está mudando, e quem se adapta com inteligência e atitude encontra novas portas abertas, muitas vezes mais alinhadas com quem se tornou ao longo da vida.”

    14 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Do café da manhã à longevidade: como o ovo pode ser aliado da saúde masculina em todas as fases da vida

    Saúde

    13 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Ovos | Crédito: Pixabay – Pexels Nutricionista do Instituto Ovos Brasil destaca os benefícios do ovo para energia, fertilidade, massa muscular e cognição, e alerta para o papel desse alimento no bem-estar físico e mental dos homens Mais do que um símbolo de afeto à mesa, o ovo pode ser um verdadeiro aliado da saúde masculina. Rico em nutrientes essenciais, como proteínas de alto valor biológico, colina, vitaminas do complexo B, vitamina D, zinco e selênio, o alimento atua em diversas funções do organismo, favorecendo o desempenho físico, cognitivo e reprodutivo dos homens.  “A composição nutricional do ovo o torna um alimento estratégico para a saúde do homem em todas as idades. Ele contribui para a energia, preservação da massa muscular, saúde dos olhos, imunidade e até para a fertilidade masculina”, explica Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil.  Segundo a especialista, a colina e as vitaminas B1, B2, B3 e B12 participam de reações metabólicas que fornecem energia ao corpo e favorecem a concentração no dia a dia. Já o zinco e o selênio, também presentes nos ovos, estão diretamente ligados à saúde reprodutiva, maturação dos espermatozoides e à produção de testosterona. “O ovo contribui com cerca de 40% da necessidade diária de selênio, o que já é bastante significativo”, aponta Lúcia.  Para homens que praticam atividades físicas ou que buscam manter a massa muscular, o ovo oferece todos os aminoácidos essenciais, entre eles a leucina, um aminoácido essencial que estimula a síntese de proteína muscular. “Seja para quem pratica esportes ou está envelhecendo e deseja manter a funcionalidade do corpo, o ovo é uma escolha inteligente e natural”, afirma.  Alimentação equilibrada e bem-estar O consumo recomendado de ovos pode variar, mas, de forma geral, de dois a três ovos por dia, dentro de uma alimentação equilibrada, já garantem ótimos benefícios. “Cada nutriente presente no ovo tem papel em diferentes reações químicas do corpo. Por isso, o alimento se mostra versátil e funcional para promover saúde e bem-estar”, reforça a nutricionista. No mês em que se celebra o Dia dos Pais, o Instituto Ovos Brasil aproveita para lembrar que o cuidado com a saúde masculina também passa pelas escolhas à mesa. E, para quem quer transformar o carinho em sabor, o Instituto ainda compartilha algumas receitas simples e afetivas para preparar em família:  Para o Pai Clássico: Omelete de Forno Especial Imagem: Reprodução tudogostoso.com.br Tempo de preparo da receita: 35 minutos  Ingredientes: 6 ovos 2 colheres (sopa) de farinha de trigo 1/2 xícara (chá) de leite 1/2 tomate picado sem as sementes 1/2 cebola picada 1/2 xícara (chá) de seleta de legumes azeitona a gosto 100 g de mussarela 100 g de presunto salsinha e cebolinha a gosto sal a gosto pimenta-do-reino a gosto orégano a gosto   Modo de preparo: 1. Em um copo, junte o leite com a farinha de trigo, mexa até dissolver e reserve; 2. Em uma tigela coloque os ovos e, com o auxílio de um batedor, misture-os; 3. Adicione a mistura do copo reservado e mexa; 4. Acrescente a cebola picada, a seleta de legumes, as azeitonas, o tomate picado sem as sementes, a mussarela, o presunto, a salsinha e a cebolinha, o orégano, a pimenta-do-reino e o sal; misture; 5. Em uma assadeira untada com manteiga e farinha despeje os ingredientes da tigela; 6. Leve para assar em forno preaquecido a 180° C por 30 minutos.   *Receita do site tudogostoso.com.br/ Para o Pai Criativo: Muffins de Ovo com Legumes Imagem: reprodução nutrium.com Tempo de preparo da receita: 15 minutos Ingredientes: 4 unidades de OVO (312 g) 1 unidade pequena de CENOURA cozida (46 g) 6 unidades/rodelas de TOMATE SECO (60g) 3 colheres de sopa de ERVILHAS congeladas (48 g) 1 fatia grande de QUEIJO MINAS (40 g) 1 pitada de SAL 1 colher de chá de PIMENTA moída (3 g)   Modo de preparo: 1. Bata os ovos até ficarem bem homogêneos. Tempere com o sal e a pimenta; 2. Distribua em 6 forminhas de silicone ou forminhas de cupcake a cenoura picada, o tomate seco, as ervilhas e o queijo minas picado em cubos; 3. Cubra com o ovo e leve ao forno por 10 minutos ou até dourar, ou levar ao microondas de 1 a 2 minutos.    *Receita do site nutrium.com Para o Pai Doceiro: Pudim de Ovos Tradicional Imagem: Reprodução tudogostoso.com.br Tempo de preparo da receita: 15 minutos Ingredientes: 6 ovos 1/2 litro de leite 10 colheres (de sopa) de açúcar   Modo de preparo: 1. Bater tudo no liquidificador (leite, ovos e açúcar); 2. Caramelizar uma forma de pudim com açúcar; 3. Despejar o líquido do liquidificador na forma caramelizada; 4. Deixe cozinhar em banho maria por mais ou menos 30 minutos; 5. Depois de frio, coloque na geladeira. 6. Desenforme, gelado.   *Receita do site tudogostoso.com.br/

    13 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    MaturiFest 2025: veja quais empresas vão marcar presença no maior evento sobre trabalho 50+ da América Latina

    Eventos

    12 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Foto: MaturiFest 2024. Crédito: Fábio Salles Festival acontece de 21 a 23 de agosto em São Paulo (SP), de forma híbrida O MaturiFest, maior festival de trabalho e empreendedorismo 50+ da América Latina, chega à sua 8ª edição de 21 a 23 de agosto de 2025, na UNIP Paraíso, em São Paulo, e em formato híbrido. Promovido pela Maturi, empresa nacional especializada em empregabilidade, desenvolvimento e capacitação de profissionais com mais de 50 anos, nesta edição o evento celebra os 10 anos da startup e líderes de grandes empresas para debater tendências sobre empreendedorismo e mercado de trabalho 50+. “Esta edição é mais do que uma celebração, é um chamado à ação. Reunir empresas de diferentes setores para discutir a longevidade no trabalho é essencial, porque a transformação que buscamos não depende de um único agente , é coletiva. As organizações têm um papel fundamental nesse processo, criando culturas mais saudáveis, plurais e intergeracionais. É preciso reconhecer que profissionais experientes trazem não apenas bagagem, mas também visão estratégica, resiliência e capacidade de adaptação. A maturidade é um ativo valioso e não pode mais ser tratada como um obstáculo”, comenta Mórris Litvak, fundador e CEO da Maturi. Confira a seguir algumas das empresas e lideranças que estarão presentes no MaturiFest 2025 e que vêm contribuindo para ampliar o debate sobre longevidade no mercado de trabalho: Instituto de Longevidade MAG Na programação do Maturi Fest, o Instituto de Longevidade MAG realiza a oficina “Empoderando sua vida digital com IA”, ministrada por Arine Rodrigues, Especialista em Longevidade e co-fundadora da Silver Hub da vida 60+Expo. Durante a oficina, serão abordados assuntos como a forma pela qual a imagem profissional é impactada pelas interações no ambiente digital, bem como exemplos do uso da IA no dia a dia como ferramenta de apoio para rotina e trabalho. Além de oferecer a oficina, o Instituto de Longevidade MAG vai sortear planos de benefícios que oferecem recursos como Clínica Online 24h e descontos em compras em farmácias. “Estes benefícios, tipicamente associados a planos de saúde, com frequência são perdidos com a saída do mercado de trabalho formal, mas podem e devem continuar sendo acessíveis por outras vias,” comenta Gleisson Rubin, diretor do Instituto.  Assaí Atacadista Sandra Vicari, VP de Gestão de Gente e Sustentabilidade do Assaí Atacadista, participa no dia 22 de agosto do painel “Do Topo para a Cultura”. Com cerca de 10% do seu quadro formado por colaboradores(as) com mais de 50 anos, de um total de mais de 88 mil pessoas, o Assaí é certificado como Age Friendly desde 2023 e é uma referência na contratação de profissionais seniores, destacando-se pela valorização da diversidade etária no ambiente corporativo.  “Acreditamos que a diversidade impulsiona resultados e a integração entre gerações fortalece a cultura do Assaí. Valorizar a experiência das pessoas 50+ é um compromisso com o combate ao etarismo e também com o presente e o futuro do trabalho”, afirma Sandra. Bigfral A Bigfral, marca líder em produtos para incontinência urinária, estará no MaturiFest com uma experiência voltada ao cuidado e ao bem-estar: sessões de quick massage para que os participantes desfrutem de momentos de relaxamento durante o evento. Como patrocinadora do painel “Idade não é limite: O que está mudando no envelhecer?”, a marca fomenta um debate sobre a maturidade e sobre como cuidado e proteção podem caminhar lado a lado para que cada fase da vida seja vivida ao máximo.  “Falar sobre qualidade de vida no envelhecimento é uma pauta essencial, e faz parte do compromisso da Bigfral com a autonomia, o respeito e o bem-estar das pessoas maduras. Estar presente no MaturiFest com a Pati Pontalti, discutindo também o etarismo que impacta tantas pessoas 50+, reforça nosso posicionamento de acolher e valorizar todas as fases da vida com conforto e liberdade“, comenta Jéssica Freitas Gerente de Marketing da Bigfral. Oracle A Oracle, líder global em inteligência artificial e inovação, patrocina o MaturiFest 2025, fortalecendo seu compromisso com a inclusão tecnológica. No dia 21, Evandro Lima, Gerente de Programas de Desenvolvimento da Oracle, vai liderar um workshop sobre fundamentos de Inteligência Artificial, trazendo insights e aplicações para o cotidiano. “É uma oportunidade única para mostrar como a IA pode transformar os negócios e o nosso dia a dia ao abrir novas possibilidades, especialmente para o público do evento, que busca se atualizar e aproveitar a tecnologia a seu favor”, destaca Evandro. Banco Bmg Andrea Milan, Diretora de Pessoas, Gestão e ASG do Banco Bmg estará presente no evento durante o painel “Empresas Age Friendly na Prática”. Como palestrante, a executiva comentará um pouco sobre como o Bmg se tornou o primeiro banco brasileiro a conquistar o selo.  “Garantir e investir na inclusão e diversidade etária dentro do nosso time é também uma forma de cuidar melhor dos nossos clientes. A maior parte deles estão na faixa dos 50+, e ter colaboradores que compartilham dessa vivência gera mais empatia, escuta ativa e melhores soluções.” comenta Andrea. Bradesco Seguros O Grupo Bradesco Seguros traz em seu DNA o compromisso de difundir para a população a importância da adoção de hábitos saudáveis como pilares para a conquista da longevidade. Baseado nessa estratégia, que diferencia e caracteriza sua atuação, o Grupo desenvolve uma série de ações que valorizam o envelhecimento ativo. Um exemplo de destaque é o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), desenvolvido pela companhia como uma iniciativa estratégica voltada à promoção de maior consciência sobre o envelhecimento saudável e o planejamento de longo prazo. “Estamos comprometidos em criar oportunidades para informar e ressaltar sobre a importância de pensarmos a longevidade. É comum entendê-la como algo do futuro, mas o tema está relacionado às nossas atitudes e práticas do presente”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. Mais informações e a programação completa estão disponíveis no site oficial do evento. Serviço: Data: 21 a 23 de agosto de 2025 Horário: das 09h às 19h Local presencial: UNIP Paraíso (Rua. Apeninos, 614, São Paulo – SP) Online: Transmissão online no Youtube da Maturi Site: Link

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    Febraban Educação lança guia de comunicação inclusiva sobre etarismo

    Educação

    11 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Divulgação – Febraban Publicação propõe reflexões sobre linguagem, expressões e comportamentos do dia a dia que podem ser discriminatórios A Febraban Educação, escola de negócios da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), lançou mais um fascículo da coletânea “Palavras que Transformam – Um Convite para a Comunicação Inclusiva e Empática”, desta vez sobre etarismo, que é o preconceito em razão da idade. O lançamento foi feito durante o Febraban Tech 2025, em painel que discutiu como o etarismo impacta a cultura organizacional, decisões de negócio, a experiência do cliente e a inclusão de talentos em um cenário cada mais automatizado. “Promover debates e reflexões sobre o tema é fundamental para compreender como a idade pode influenciar o modo como uma pessoa é tratada. Infelizmente, não é incomum, por exemplo, que pessoas idosas (com 60 anos ou mais) enfrentem preconceito ou discriminação. O debate propôs uma nova perspectiva: valorizar todas as idades como parte essencial da transformação digital, com uma comunicação mais empática, estratégica e alinhada à longevidade da sociedade brasileira”, afirma Amaury Oliva, diretor de Sustentabilidade e Cidadania Financeira da Febraban.  O material é um convite aos leitores para reflexões sobre como pequenas mudanças de linguagem e postura podem transformar relações humanas e profissionais. É também um guia de instruções para o combate a expressões e atitudes preconceituosas, trazendo um alerta sobre estereótipos e crenças por traz de expressões ofensivas usadas comumente no dia a dia, que afetam negativamente mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, e grupos sub-representados.  Em formato e-book, gratuita para download, a coleção é dividida em oito temas que abordam situações envolvendo racismo, machismo, etarismo, LGBTfobia, gordofobia, capacitismo (preconceito com pessoas com deficiência), indigenofobia e xenofobia (preconceito com pessoas indígenas, estrangeiras ou de outros estados e cidades).  O primeiro volume da coleção foi lançado em 2023, sobre discurso discriminatório, é voltado à comunicação empática e traz dicas sobre como identificar e combater os vieses inconscientes que contribuem para a formação de discursos discriminatórios. Também apresenta sob uma perspectiva crítica e pouco explorada o quanto expressões como “judiar”, “a coisa está preta”, “lista negra”, inveja branca”, “coisa de baiano”, “fiz uma gordice”, “fingi demência”, e outras, estão presentes no discurso das pessoas.  Em 2024, a Febraban Educação lançou o segundo fascículo, com o tema central Antirracismo, desenvolvido em parceria com o Pacto de Promoção da Equidade Racial e o Coletivo do Pacto das Pretas.  Já o terceiro volume sobre etarismo amplia o debate sobre essa forma de discriminação, sob três perspectivas interligadas: a institucional, que se manifesta em políticas e práticas organizacionais excludentes; a interpessoal, presente nas interações cotidianas marcadas por estereótipos e piadas naturalizadas; e a autodirigida, quando a própria pessoa internaliza preconceitos relacionados à idade.  “Ao lançar luz sobre essas camadas, o material propõe uma mudança de mentalidade que vá além da linguagem, incentivando uma cultura que reconhece o valor da diversidade etária como parte essencial de ambientes mais justos, inovadores e humanos“, afirma Ana Ruiz, especialista em Soluções Educacionais da Febraban Educação.  A construção das próximas edições da coleção será colaborativa. “Os bancos associados à Febraban foram convidados a participar e a ideia é criarmos um movimento, a partir do qual possamos receber sugestões sobre os próximos temas que serão abordados”, explica Fernanda Aroni, gerente de Certificações e Soluções Educacionais Febraban Educação.  A produção do material contou com a participação dos bancos e da Maturi, plataforma líder no Brasil para profissionais 50+.  O fascículo sobre etarismo em formato PDF está disponível para download neste link ou no site da Febraban Educação.

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