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    Hidratação como pilar para saúde após os 60 anos

    Saúde

    04 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Homem de camisa vermelha bebendo água de uma garrafa de plástico | Créditos: Kampus Production – Pexels Especialista comenta dos riscos, sintomas e estratégias eficazes para uma hidratação efetiva em pessoas com 60 anos ou mais  A desidratação é um problema sério para os maduros e ocorre quando há um déficit de líquidos no organismo, seja por ingestão inadequada ou perda excessiva devido a fatores como sangramentos, vômitos ou diarreia. Com o envelhecimento, o corpo passa por diversas alterações que impactam diretamente a capacidade de manter uma hidratação adequada.  De acordo com a nutricionista e docente do UDF, Melissa Sardenberg Rotatori, a desidratação pode aumentar significativamente o risco de quedas, infecções urinárias, doenças respiratórias, cálculos renais, constipação e, em casos mais graves, levar a alterações cognitivas, como irritabilidade, agitação, apatia e confusão mental.  “Indivíduos com mais de 60 anos apresentam uma diminuição na quantidade e sensibilidade dos receptores de sede. Como resultado, podem sentir menos necessidade de beber água, embora o corpo continue necessitando de líquidos para funcionar adequadamente. Essa redução da percepção de sede torna os idosos mais vulneráveis à desidratação, exigindo atenção redobrada para garantir uma ingestão adequada de líquidos”, explica a especialista.  Rotatori ainda destaca que é necessário ficar atento aos sinais de desidratação, que podem ser mais sutis em longevos. “Enquanto em adultos mais jovens sintomas como boca seca, diminuição da elasticidade da pele e urina concentrada são comuns, nos idosos, uma leve desidratação pode se manifestar com sede intensa, dores de cabeça, sensação de calor corporal semelhante à febre e boca seca e pegajosa”, ressalta.  Nos casos mais graves, os sintomas incluem confusão mental, fadiga extrema, olhos fundos e sem brilho, lábios rachados, pele excessivamente seca (especialmente na testa), redução da quantidade de urina (que se torna escura e com odor forte), além de lentidão nos movimentos.  Estratégias para hidratação Para evitar esses quadros, a nutricionista recomenda que é essencial estimular a ingestão de líquidos regularmente, mesmo quando não há sede aparente. Algumas estratégias eficazes incluem o incentivo ao consumo frequente de líquidos, o uso de aplicativos ou alarmes para lembrar de beber água, além de oferecer uma variedade de opções como água, água com gás, chás, sucos naturais (preferencialmente sem açúcar) e smoothies.  Além das bebidas, alguns alimentos ricos em água também contribuem para a hidratação, como frutas (melancia, laranja, morango, melão) e vegetais (pepino, tomate, alface, espinafre). Sopas e caldos caseiros também são recomendados, desde que se evitem as versões industrializadas, que possuem altos níveis de sódio.  “O consumo adequado de líquidos é fundamental para compensar as perdas diárias ocasionadas pela respiração, transpiração, urina e fezes”, afirma Rotatori. Segundo ela, a recomendação geral para idosos é de 2 litros por dia para mulheres e 2,5 litros para homens, sendo que 80% dessa quantidade deve vir de bebidas, o que equivale a aproximadamente 1,6 litros para mulheres e 2 litros para homens.  No entanto, as necessidades de líquidos podem variar conforme fatores como a energia gasta, perdas de água e a função renal. Em climas quentes ou durante maior atividade física, a ingestão deve ser ajustada. Em contrapartida, em casos de condições clínicas específicas, como insuficiência renal ou cardíaca, pode ser necessário restringir a ingestão de líquidos e consultar diretamente um profissional médico para avaliação. 

    4 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Andropausa: como cuidar da saúde masculina nessa fase da vida

    Saúde

    03 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Kindel Media – Pexels Diminuição progressiva da testosterona pode afetar libido, disposição, equilíbrio emocional e saúde metabólica, alerta urologista do CEJAM Com o avanço da idade, muitos homens enfrentam alterações físicas, emocionais e sexuais que podem estar relacionadas à queda nos níveis de testosterona. A condição conhecida como andropausa ou Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) ocorre pela queda gradual da produção do hormônio testosterona, que começa a diminuir cerca de 1,2% ao ano a partir dos 40 anos. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 57% dos homens sequer conhecem a existência da andropausa, o que contribui para o diagnóstico tardio e a falta de cuidados adequados.  Apesar de não marcar o fim da fertilidade masculina, como ocorre com a menopausa nas mulheres, a andropausa pode trazer diversos sintomas físicos e emocionais, como fraqueza, sensação de fadiga, perda de massa muscular, perda da libido, ereções menos satisfatórias, diminuição de ereções matinais, alterações no humor, dificuldade de concentração e ganho de peso.  “O grande problema é que esses sintomas são inespecíficos e muitos homens demoram a procurar ajuda médica. Muitos acreditam que se trata apenas de estresse, cansaço ou idade, e acabam não fazendo o diagnóstico correto”, afirma o ourologista Dr. Renato Fidelis, das AMAs Especialidades Jardim São Luiz e Capão Redondo, unidades administradas pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. O diagnóstico da andropausa é feito por meio da dosagem dos níveis de testosterona no sangue, sendo considerados baixos os valores até 300 ng/dL. Nesses casos, é fundamental investigar a causa da queda hormonal. “Em alguns casos, os valores baixos de hormônio podem ser consequência de condições tratáveis, como adenomas na hipófise, por exemplo. As alterações nessa glândula podem levar à produção excessiva de prolactina, hormônio que reduz a testosterona circulante”, explica.  No entanto, segundo o médico, a reposição hormonal não é indicada para todos os pacientes. “Há contraindicações importantes, como histórico de trombose, câncer de próstata ativo e desejo de ter filhos”, aponta.  Outro ponto é o uso de testosterona sem prescrição médica ou manipulada sem orientação profissional, o que pode colocar a saúde em risco. “Antes de iniciar qualquer tratamento, é preciso passar por exames preventivos e uma avaliação criteriosa com o urologista. Isso inclui o monitoramento da próstata, já que a testosterona pode acelerar o desenvolvimento de tumores nessa glândula”, alerta Dr. Fidelis.  Apesar da associação com disfunção erétil, a andropausa pode afetar também o metabolismo e a saúde emocional. “A perda de massa muscular e o acúmulo de gordura abdominal, por exemplo, elevam o risco de diabetes e dificultam ainda mais a produção natural de testosterona. A queda hormonal também pode agravar quadros de ansiedade e depressão, embora seja importante investigar essas condições com cautela e considerar outros fatores emocionais e ambientais”, explica o médico.  Entre as recomendações para manter o equilíbrio hormonal estão o consumo de alimentos como abacate, ovo, brócolis, castanha-do-pará, chá verde, cenoura e iogurte natural. Já o consumo excessivo de açúcar, álcool, produtos ultraprocessados e dietas muito restritivas devem ser evitados.  Para preservar a saúde sexual e o bem-estar nessa fase da vida, o especialista recomenda uma abordagem multidisciplinar, que envolva atividade física regular, alimentação equilibrada, psicoterapia quando necessário e, em alguns casos, o uso de medicamentos como os inibidores da 5-fosfodiesterase, que ajudam a melhorar o desempenho sexual.  “Ao contrário do que muitos pensam, a andropausa não é um destino certo para todos os homens. Estima-se que apenas 10% da população masculina seja afetada pelo hipogonadismo relacionado à idade. O grande desafio está em diferenciar os sintomas naturais do envelhecimento, das alterações hormonais que merecem tratamento. E, nesse ponto, a informação é a melhor aliada”, finaliza.

    3 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Menopausa com atitude: Issviva anuncia parceria com Claudia Raia

    Negócios

    02 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Claudia Raia, nova embaixadora da Issviva: menopausa com atitude | Foto: Divulgação Atriz se torna embaixadora da marca e reforça que é possível viver a menopausa com plenitude e protagonismo Ela é mãe, atriz, bailarina, produtora e uma das artistas mais versáteis e talentosas da televisão brasileira. Claudia Raia está em cartaz com a peça “Cenas da Menopausa”, baseada em sua própria experiência e nas vivências de outras mulheres. O espetáculo retrata, por meio de cenas curtas e números com paródias musicais, situações vividas por mulheres 50+, apresentando personagens divertidas, honestas e, por vezes, dramáticas. As cenas abordam inquietações, angústias, sonhos e desejos vividos na maturidade, além da inevitável chegada da menopausa. Questões como mudanças corporais, carreira, saúde, beleza, pressões sociais e relacionamentos afetivos são tratadas de forma direta, propondo tanto o riso quanto a reflexão sobre uma das fases mais impactantes e menos discutidas da vida feminina.  Marca dedicada a desmistificar a menopausa e a apoiar a mulher em todas as fases dessa nova etapa, a Issviva escolheu Claudia Raia para essa nova parceria porque ela personifica o slogan: “A menopausa não vai te parar.” Além da peça, Claudia está produzindo mais um musical para o teatro e gravando uma série.  A campanha com Claudia Raia, iniciada em julho, seguirá no ar ao longo de todo o ano, com produção de conteúdo para as redes sociais da Issviva e da artista. Serão publicados posts com informações sobre a menopausa, dicas de bem-estar e momentos do seu dia a dia utilizando a linha de produtos da Issviva, que inclui suplementos, vitaminas e o inovador aparelho de estimulação pélvica, que contribui para a reconstrução do colágeno e a vascularização do tecido vaginal, ajudando a melhorar a flacidez e a prevenir a incontinência urinária, uma das principais preocupações das mulheres durante a menopausa.  “A menopausa ainda é um grande mistério, um assunto muito nevrálgico, que toca num lugar profundo das mulheres. Quando chegamos a esse momento, muitas vezes não sabemos o que fazer e não temos com quem conversar. Por isso, é fundamental nos informarmos, sem vergonha, sem tabus. Quando marcas como a Issviva, especialistas e vozes se unem para informar, acolher e inspirar, a transformação acontece. Precisamos estar juntas, sem medo, sem silêncio, falando sobre a menopausa com coragem, com afeto e com protagonismo. Defendo a mulher de 50+, encorajo todas a enfrentarem esse momento, a investigarem o que está acontecendo com seus corpos. E, mais do que nunca, acredito na força da união entre nós, mulheres, e nas parcerias que ampliam essa conversa. A mulher de hoje, com 50 anos, é ativa, moderna, conectada e não aceita mais ser empurrada para um canto. A menopausa não é o fim. É o começo de um novo ato.”, conta Claudia Raia, honrada com esta nova parceria.  “Claudia representa com autenticidade as mulheres que vivem a menopausa com atitude, liberdade e disposição para o novo. A menopausa não é uma pausa: é um recomeço. Um convite para ressignificar o corpo, a vida pessoal e profissional. Nada precisa ser interrompido por conta dos seus impactos, que são reais e podem ser solucionados. Existimos para criar uma menopausa melhor e mais moderna, possibilitando que toda mulher assuma o controle e esteja pronta para viver essa nova fase em toda a sua plenitude. Claudia personifica essa mulher que assume o controle e está pronta para viver essa nova fase em toda a sua plenitude.”, afirma Cristina Arbelaez, Diretora de Marketing da Issviva. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claudia Raia (@claudiaraia)

    2 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Alta liderança brasileira é a que mais se preocupa com a prevenção ao etarismo no ambiente de trabalho

    Carreira

    01 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: RDNE Stock project – Pexels Pesquisa global Page Executive aponta que percentual dos respondentes que promovem iniciativas de prevenção à discriminação etária no ambiente de trabalho, de 31%,  é superior à média global (20%) e da América Latina (25%) A alta liderança executiva brasileira vem protagonizando um combate à discriminação etária no ambiente corporativo. É o que aponta o estudo global Talent Trends Leadership 2025, da Page Executive, unidade de negócios do PageGroup especializada no recrutamento de executivos da alta liderança. De acordo com o estudo, 31% dos respondentes informaram que promovem iniciativas de prevenção à discriminação etária no ambiente de trabalho. O percentual é superior à média global (20%) e da América Latina (25%).  “A alta liderança executiva no Brasil tem assumido um papel fundamental no combate à discriminação etária no ambiente de trabalho, promovendo uma cultura organizacional mais inclusiva e equitativa, por meio de políticas de diversidade, treinamentos de conscientização e práticas de valorização da experiência profissional. Os líderes estão desafiando estereótipos associados à idade e incentivando a integração de diferentes gerações. Essa postura não apenas fortalece o compromisso ético das empresas, como também potencializa a inovação e a produtividade, ao reconhecer o valor da diversidade etária como um ativo estratégico”, comenta Humberto Wahrhaftig, diretor-executivo na Page Executive.  “Muitas vezes, as organizações tratam a inclusão como mais um item da lista, ignorando a verdade mais profunda: a exclusão, seja com base na idade, raça, gênero, deficiência ou origem socioeconômica corrói a confiança e afasta líderes de alto potencial. Executivos talentosos não permanecerão onde se sentem discriminados ou invisíveis. Para competir, as empresas devem incorporar a equidade nas decisões do dia a dia, não apenas nas políticas. Isso significa confrontar o preconceito em todos os níveis e criar espaço para que a diferença seja reconhecida como uma força. Liderança inclusiva não é algo ‘bom de se ter’, é uma vantagem crítica para os negócios na disputa por talentos”, diz Paulo Dias, diretor-executivo da Page Executive.  Ainda de acordo com o levantamento, o combate ao preconceito etário não é a única prática relevante de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão). Para 13% dos respondentes do Brasil, é importante promover mais equidade e inclusão de pessoas diversas origens raciais ou éticas, indicador superior à média global (10%) e da América Latina (6%). E para 12% dos respondentes da alta liderança, é preciso acabar com a disparidade salarial entre gêneros, número inferior à média global (14%) e da América Latina (18%). Liderança mostra-se insatisfeita com aspectos de DEI no trabalho  O estudo também conseguiu detectar como anda o nível de satisfação dos líderes brasileiros em relação à DEI no ambiente corporativo. Segundo o Talent Trends, 63% informaram estar insatisfeitos com a promoção de pessoas que se identifiquem como transgênero ou não-binárias, percentual bastante superior à média global (9%) e da América Latina 39%), demonstrando uma forte percepção dos profissionais brasileiros em relação aos desafios da busca pela valorização da diversidade no ambiente de trabalho.  No Brasil, menos da metade dos respondentes (42%) sentem que podem ser autênticos em seu local de trabalho. O indicador é superior à média verificada no mundo (38%) e semelhante à da América Latina (41%).  Para Paulo Dias, isso evidencia a necessidade de ações mais efetivas e estruturadas voltadas à inclusão de identidades de gênero diversas. “Para manter o protagonismo em DEI, é essencial que a liderança brasileira amplie seu compromisso com todas as dimensões da diversidade, garantindo oportunidades equitativas e ambientes verdadeiramente acolhedores”, explica. Talent Trends Leadership 2025 é um dos levantamentos mais abrangentes sobre o mercado de trabalho global da alta liderança, conduzido entre novembro e dezembro de 2024, em 36 países. A pesquisa ouviu aproximadamente 4 mil profissionais que atuam em empresas de diversos portes e segmentos. O objetivo do estudo é entender as mudanças nas expectativas de talentos executivos.

    1 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Planejamento financeiro para aposentadoria: por que os brasileiros ainda deixam para depois?

    Negócios

    29 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Creditos: Divulgação Coordenador do Instituto de Finanças da FECAP, Ahmed El Khatib, dá dicas para quem deseja começar a se planejar para aposentadoria Embora a aposentadoria seja uma das fases mais importantes da vida, a maioria dos brasileiros não se prepara adequadamente para ela. Segundo pesquisa da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), apenas 12% da população afirma investir pensando no futuro. Grande parte depende exclusivamente do INSS, o que pode não ser suficiente para manter o padrão de vida após deixar o mercado de trabalho. Para o coordenador do Instituto de Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Ahmed El Khatib, essa falta de preparo está ligada tanto a questões culturais quanto à ausência de educação financeira. “O brasileiro tende a viver o presente e priorizar o consumo imediato, postergando decisões de longo prazo. Mas o tempo é o grande aliado da aposentadoria. Quanto mais cedo se começa, mais fácil se torna acumular recursos para o futuro”, explica.  Além disso, o aumento da longevidade é outro fator que exige atenção. A expectativa de vida do brasileiro já passa dos 75 anos, e muitos viverão mais de 30 anos após a aposentadoria. “Isso significa que não basta parar de trabalhar: é preciso garantir renda para três décadas ou mais, em um período no qual as despesas com saúde tendem a crescer”, alerta El Khatib.  O professor também aponta alguns erros comuns: confiar apenas no INSS, não calcular as despesas futuras, adiar o início da poupança e não diversificar os investimentos. “A previdência pública deve ser entendida como um complemento, não como a única fonte de renda. O ideal é criar uma carteira própria de acumulação, com diferentes ativos e prazos, que ofereça segurança e rentabilidade ao longo do tempo”, destaca. Para quem deseja começar agora, algumas dicas podem ajudar: – Definir metas claras: calcular quanto será necessário por mês na aposentadoria e projetar os gastos essenciais. – Começar pequeno, mas começar já: separar parte da renda mensal, mesmo que seja 5%, e aumentar os aportes com o tempo. – Diversificar os investimentos: incluir aplicações de baixo risco, como Tesouro Selic, mas também buscar produtos de longo prazo, como fundos de previdência e renda variável. – Revisar o plano regularmente: adaptar a estratégia conforme mudanças de idade, renda e objetivos. – Pensar além do dinheiro: investir também em saúde, educação continuada e qualidade de vida, fatores que reduzem gastos futuros. O impacto da disciplina é enorme. Simulações mostram que uma pessoa que começa a investir R$ 500 por mês aos 25 anos pode acumular mais de R$ 1 milhão até os 60, considerando rentabilidade média de 8% ao ano. Já quem inicia aos 40 anos, investindo o mesmo valor, acumularia menos da metade. “Esse exemplo deixa claro que não é só quanto você guarda, mas quando começa. O tempo multiplica o esforço”, ressalta El Khatib.  Mais do que uma obrigação financeira, planejar a aposentadoria é uma forma de cuidar do futuro com autonomia e tranquilidade. “A aposentadoria não deve ser encarada como um fim, mas como uma fase de realização. O planejamento é o caminho para que ela seja vivida com dignidade, qualidade de vida e liberdade de escolhas”, conclui o professor.

    29 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Tabagismo ameaça mais os idosos, mas parar de fumar mesmo após os 60 anos traz benefícios à saúde, reforça SBGG

    Saúde

    29 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Padli Pradana – Pexels Dentre os principais benefícios está a redução do risco de infarto, AVC e câncer, mesmo em idades mais avançadas O número de fumantes no Brasil aumentou 25%, entre 2023 e 2024, de acordo com dados recentes apresentados pelo Ministério da Saúde, o que acende o sinal de alerta. Para se ter ideia, mais de 174 mil pessoas morrem no País anualmente por conta de doenças causadas pelo tabaco, sendo 55 mil por câncer. No mundo, são oito milhões de mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para diminuir essa porcentagem, campanhas como o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado no dia 29 de agosto, são essenciais para conscientizar os jovens e a população 60+. De acordo com a Dra. Amanda Santoro Fonseca Bacchin, geriatra especialista pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), o tabagismo iniciado na adolescência e mantido ao longo da vida está associado a um impacto substancialmente negativo sobre a saúde, incluindo maior risco de mortalidade precoce, com uma perda média de expectativa de vida entre oito e 10 anos, quando comparados a não fumantes. “O tabagismo contínuo está fortemente associado ao maior declínio funcional, o que inclui limitações físicas, pior mobilidade, dores musculoesqueléticas e maior prevalência de sintomas depressivos e ansiosos. Além disso, esse comprometimento da função física tende a se acentuar com a idade”, revela. A geriatra explica que as pessoas que começam a fumar após os 60 anos tendem a apresentar menor carga tabágica em relação aos fumantes de longa data. No entanto, a pessoa idosa pode ser mais vulnerável a infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, devido à presença de comorbidades e reserva fisiológica reduzida. “É importante ressaltar que a cessão do tabagismo traz benefícios mesmo em idades avançadas, incluindo pessoas com mais de 80 anos.” Diferentes problemas Dra. Amanda ressalta que a principal consequência do tabagismo é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), atualmente a terceira causa de mortalidade no mundo e a quinta de internação pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Na pessoa idosa, particularmente, o tabaco provoca problemas cardiovasculares devido à aterosclerose, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC); alterações vasculares, osteoporose, hipertensão arterial, doença do refluxo gastresofágico; apneia do sono; diabetes, arritmia, depressão, demência, entre outros. “Independentemente se for cigarro, cachimbo, charuto, cigarro eletrônico ou narguilé, todos apresentam riscos significativos. Porém, existem diferenças importantes em relação à agressividade e à toxicidade de cada um”, observa, ao comentar que o cigarro é reconhecido como o mais agressivo à saúde, sendo responsável pelo maior risco de mortalidade por todas as causas, incluindo cânceres de pulmão, bexiga, esôfago, laringe, cavidade oral e pâncreas, além de doenças cardiovasculares. AVC e DPOC. “O risco de morte por câncer de pulmão, por exemplo, é maior em fumantes de cigarro a fumantes de charuto ou cachimbo, embora estes também apresentem risco elevado, especialmente para cânceres de vias aéreas superiores e DPOC.” “Moda” entre os mais jovens, o cigarro eletrônico também é outro vilão, provocando forte dependência à nicotina e doenças respiratórias e problemas cardíacos. De acordo com a geriatra, em adolescentes, pode afetar o desenvolvimento cerebral, além de aumentar o risco de transição para o cigarro tradicional. “Apesar de ser visto como menos prejudicial, não é seguro, e os efeitos a longo prazo ainda são desconhecidos”, afirma, ao revelar que o narguilé, embora frequentemente tido como menos nocivo, também são bastante prejudiciais, pois expõe as pessoas a elevados níveis de monóxido de carbono, metais pesados (como cádmio e chumbo), hidrocarbonetos aromáticos policíclicos e partículas finas, muitas vezes superiores aos do cigarro convencional em uma única sessão de “uso”, que costuma levar, em média, 30 minutos. “A literatura destaca que, embora a evidência de doenças atribuíveis exclusivamente ao narguilé ainda esteja em desenvolvimento, os níveis de exposição a toxinas são preocupantes e potencialmente superiores ao cigarro em determinados cenários de uso.” Quero parar. O que fazer? Para quem deseja parar de fumar, o primeiro passo é se inscrever em um programa antitabagismo, como os oferecidos nas Unidades Básicas de Saúde. Dra. Amanda explica que lá a pessoa terá o acompanhamento multiprofissional e auxilio de medicamentos para largar o vício. “Parar de fumar é um grande desafio, com altas taxas de insucesso. Mas, existem alternativas como reposição de nicotina por meio de gomas e adesivos; antidepressivos como a Bupropiona e a Vareniclina, que podem auxiliar a reduzir a ansiedade; intervenções comportamentais, como a terapia cognitivo-comportamental; aplicativos e tecnologias digitais; atividade física; meditação; mindfulness e até uma alimentação saudável pode trazer benefícios nesta luta”, ensina. E nunca é tarde para largar. Segundo a geriatra, ao parar de fumar é possível obter melhorias claras em diversos órgãos e sistemas, embora nem todos os danos possam ser completamente revertidos, principalmente em casos de doenças já estabelecidas, como enfisema pulmonar avançada. “Depois de 20 minutos sem a nicotina, a pressão arterial e a frequência cardíaca começam a se normalizar; após 12 horas, os níveis de monóxido de carbono no sangue caem, melhorando a oxigenação dos tecidos. Além disso, o olfato e o paladar começam a melhorar já nas primeiras 48 horas e a própria função pulmonar pode melhorar até 30% entre três meses e nove meses sem cigarro. A partir de um ano, o risco de doença arterial coronariana cai pela metade, assim como o risco de AVC que passa a ser semelhante a quem nunca fumou. Por isso a cessação do tabagismo deve ser incentivada em qualquer idade.”

    29 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Senior Living Meeting amplia debate sobre moradia assistida no Brasil

    Tecnologia e Inovação

    28 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Caio Calfat, CEO da Caio Calfal Real Estate Consulting e um dos maiores especialistas do mercado turístico e imobiliário do Brasil | Créditos: Marcelo Guazzi e Valdecir Gomes. No dia 3 de setembro, o Senior Living Meeting será realizado dentro da Geronto Fair, em Gramado (RS), e no dia 28 de outubro, é parte da programação da Expo Longevidade, em São Paulo (SP) O envelhecimento acelerado da população brasileira e a busca por moradias mais seguras, confortáveis e integradas vêm impulsionando o mercado de sênior living no País. Embora ainda pouco conhecido — apenas 7% dos brasileiros compreendem plenamente o conceito, segundo pesquisa realizada em 2023 —, o setor desperta interesse crescente, especialmente entre públicos de maior poder aquisitivo. Esse movimento motivou não só a realização de um estudo dedicado ao tema, mas também a criação de eventos específicos para quem já atua ou deseja entrar nesse mercado. No centro dessa agenda está o Senior Living Meeting, fórum de debates organizado pela Caio Calfat Real Estate Consulting e pela Senior Lab, que reunirá investidores, incorporadores, arquitetos, operadores e prestadores de serviços para discutir o futuro e as oportunidades desse segmento em duas edições. No dia 3 de setembro, o encontro será realizado dentro da Geronto Fair, em Gramado (RS), e no dia 28 de outubro, é parte da programação da Expo Longevidade, em São Paulo (SP). “Cada decisão, do projeto físico ao modelo de operação, impacta diretamente no sucesso do empreendimento, o que nos motivou a reunir diferentes perfis profissionais para oferecer um panorama completo e interligado”, afirma Martin Henkel, CEO da Senior Lab. A grade de palestras foi cuidadosamente construída para entregar uma visão 360° do negócio, reunindo especialistas que abordarão desde estudos de viabilidade e inteligência de mercado até arquitetura, design de interiores, operação hoteleira, cuidados médicos, gestão assistencial e marketing. O conteúdo também contempla temas estratégicos como financiamento, legislação, treinamento de equipes e construção de marca. Caio Calfat e Martin Henkel estão entre os palestrantes confirmados, assim como Luis Fernando Bassani, sócio da Novalternativa Incorporadora; Daniel Giaccheri e Luciano Zuffo, sócios-fundadores do Grupo São Pietro e administrador da bandeira São Pietro Sênior, primeira dedicada à operação de Senior Living no Brasil; Norton Mello, engenheiro, CEO da Bioeng Projetos e autor do primeiro livro que trata das especificações técnicas para o senior living publicado no Brasil; Jéssica Gomes, enfermeira especializada em cuidados com idosos; e Virgílio Olsen, médico e chefe do serviço de Geriatria Santa Casa de Porto Alegre. Tanto em Gramado quanto em São Paulo, o fórum será encerrado em uma mesa-redonda com a participação de todos os palestrantes e interação com a plateia. Derrubando preconceitos Mais que apresentar soluções e cases, o Senior Living Meeting busca também mudar percepções, já que o conceito difere de modelos tradicionais como as ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Idosos) ao oferecer mais liberdade, áreas de convivência e privacidade, aliadas a serviços assistenciais e de hotelaria. “O asilo é um lugar para morrer; o senior living é um lugar para viver”, resume Caio Calfat, CEO da Caio Calfal Real Estate Consulting e um dos maiores especialistas do mercado turístico e imobiliário do Brasil. Caio Calfat acrescenta que é preciso vencer a resistência de famílias e até de profissionais de saúde para mostrar que a qualidade de vida e a independência que esses empreendimentos oferecem é fundamental para ampliar o mercado. “É urgente desmistificar a ideia de que o conceito se resume a ‘casas de repouso’ e apresentar ao mercado o real propósito desses empreendimentos: que têm arquitetura acessível, atividades, serviços de saúde e estímulo constante à convivência social e independência dos moradores”, diz. Ele lembra, ainda, da importância de direcionar a comunicação tanto aos potenciais moradores como também à chamada “geração sanduíche”, ou seja, os filhos que dividem seu tempo e recursos entre a carreira, os próprios filhos e os cuidados necessários para lidar com o envelhecimento dos pais. Dados do Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que quase 6 milhões de idosos residem sozinhos no país, o maior porcentual entre todas as faixas etárias, o que traz preocupações em relação à manutenção da saúde e qualidade de vida. Após o sucesso da primeira edição do fórum, que reuniu 150 participantes na Serra Gaúcha, em 2018, os organizadores já vislumbram levar o evento para outros estados, acompanhando o avanço do segmento. “Estamos atentos às oportunidades para expandir o debate e contribuir para o amadurecimento desse setor no Brasil”, conclui Henkel. Panorama nacional das residências sênior A pesquisa realizada em 2023 pela Brain Inteligência Estratégica em parceria com a Caio Calfat Real Estate Consulting mostra que o potencial de negócio é inversamente proporcional ao conhecimento da população sobre o sênior living, com mais de um terço (37%) dos entrevistados afirmando ter interesse em viver ou investir em empreendimentos desse perfil. O declínio da saúde (50%) e a dependência de cuidadores (26%) estão entre as principais preocupações com o avanço da idade. Os dados revelam um público concentrado nas faixas de maior poder aquisitivo, disposto a investir entre R$ 4,7 mil e R$ 12,3 mil mensais para viver em residenciais planejados. Apesar de 55% dos entrevistados afirmarem que preferem adaptar a própria residência, 33% consideram mudar-se para outro imóvel e 12% cogitam morar em uma instituição especializada, com foco na longevidade, segurança, acessibilidade, sociabilidade e em serviços integrados para manutenção da autonomia. Consolidado em países como Estados Unidos, Japão e Austrália, o senior living vem ganhando tração no Brasil. Nas quatro capitais analisadas pelo estudo — São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza — foi constatada a existência de pouco mais de 2,3 mil leitos formais, frente a um universo de 42 mil instituições de longa permanência cadastradas, das quais apenas 15 mil são regularizadas.

    28 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Eurofarma é referência global em inclusão de profissionais 50+ e puxa fila do novo mercado de trabalho

    Carreira

    27 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Eurofarma Itapevi | Divulgação – Eurofarma Com recertificação inédita na indústria farmacêutica latino-americana, companhia reforça cultura de inclusão e aposta em mercado de talentos diversos e multigeracionais A Eurofarma, multinacional brasileira do setor farmacêutico, conquistou pela segunda vez o selo Certified Age-Friendly Employer™ (CAFE), concedido pelo Age-Friendly Institute. A entidade, representada exclusivamente pela Maturi no Brasil, é reconhecida mundialmente por identificar organizações comprometidas com a valorização e inclusão de profissionais com 50 anos ou mais. A conquista reafirma o protagonismo da empresa na construção de ambientes de trabalho diversos, inclusivos e adaptados à realidade da força de trabalho que envelhece, posicionando a Eurofarma como referência global em práticas inovadoras voltadas ao público sênior. O envelhecimento da população ativa já é uma realidade. Segundo o IBGE, até 2030 o Brasil terá mais pessoas com mais de 60 anos do que crianças com até 14 anos. Nesse contexto, empresas certificadas pelo Age-Friendly Institute, como a Eurofarma, não apenas assumem um compromisso social, mas também colhem ganhos estratégicos, como maior retenção, produtividade e engajamento. De acordo com dados do próprio Instituto, colaboradores com mais de 50 anos tendem a permanecer até três vezes mais tempo nas organizações, reduzindo custos com turnover e agregando um conhecimento acumulado essencial para inovação, cultura organizacional e sustentabilidade de longo prazo, valores que a Eurofarma incorpora em suas atividades. “Enxergamos a diversidade etária como um pilar fundamental para a sustentabilidade do negócio. Mais do que um selo, essa conquista representa nosso compromisso contínuo com a eliminação de preconceitos e a promoção de oportunidades iguais para todos, independentemente da idade”, afirma Daniela Panagassi, vice-presidente de Pessoas e Organização na Eurofarma. Como se preparar para o envelhecimento da força de trabalho? A certificação CAFE funciona como uma bússola para organizações que desejam se adaptar ao novo perfil demográfico, demandando políticas explícitas de diversidade etária, programas de capacitação e retenção e adequação dos ambientes e funções às necessidades dos profissionais mais experientes. Enquanto a média global de colaboradores com mais de 50 anos é de 29,6%, de acordo com o Age-Friendly Institute, o Brasil ainda apresenta números mais baixos, reflexo de práticas seletivas que não favorecem esse público. A Eurofarma, com 13,2% dos seus profissionais pertencentes a essa faixa etária, está acima da média nacional (8,7%, segundo o BLS data), mas reconhece que ainda há espaço para avançar. Por isso, tem ampliado suas iniciativas para acelerar essa transformação. Entre as práticas adotadas estão políticas internas de diversidade etária, programas estruturados de transição gradual para aposentadoria (phased retirement) e incentivo à criação de grupos de afinidade voltados ao diálogo intergeracional. Além disso, a companhia tem como parceira nesse processo a Maturi, empresa brasileira especializada na inclusão e empregabilidade de profissionais com 50 anos ou mais, com foco em mudar a percepção que as organizações projetam sobre profissionais maduros. Em 2024, essa colaboração já resultou no MaturiDay Eurofarma, um evento exclusivo voltado a profissionais experientes da indústria farmacêutica, proporcionando rodas de conversa com executivos da empresa, networking qualificado e reflexões sobre o mercado de trabalho 50+. “A Eurofarma se destaca como uma empresa engajada na pauta de Diversidade Etária de forma genuína e estratégica e não à toa foi a primeira empresa farmacêutica a ser reconhecida não só no Brasil, mas em toda a América Latina. A Maturi trouxe o selo Age Friendly para o Brasil com o intuito de ser um catalisador do tema para que outras empresas se inspirem com organizações como a Eurofarma e todo o mercado se engaje em ações efetivas de inclusão e gestão de times multigeracionais”, comenta Andrea Tenuta, Head de Novos Negócios na Maturi. Diversidade etária como ativo de ESG e performance corporativa Além de promover inclusão e justiça social, a diversidade etária também impulsiona resultados concretos. Empresas com a certificação CAFE relatam um aumento médio de 20% no volume de candidaturas quando o selo é evidenciado em suas vagas, fortalecendo sua atratividade como marca empregadora. A Eurofarma já investe em campanhas específicas de recrutamento e desenvolvimento de talentos seniores, consolidando sua posição como pioneira no setor. A empresa também participa de workshops promovidos pelo programa, com temas como combate ao ageísmo, recrutamento inclusivo, mentoring intergeracional e bem-estar no trabalho — práticas que já fazem parte da sua agenda corporativa.

    27 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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    Programa gratuito forma cuidadores de pessoas idosas em todo o Brasil

    Educação

    26 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Homem E Mulher De Mãos Dadas | RDNE Stock project – Pexels Programa online reúne grandes nomes da saúde para capacitar cuidadores formais e familiares em temas essenciais no cuidado de longevos O Brasil ultrapassou a marca de 37,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. São 55 milhões de brasileiros entre 50 e 100 anos. Viver mais é uma conquista da sociedade; agora, o desafio é garantir que estes anos sejam vividos com saúde e dignidade. Neste contexto, entre 2016 e 2019, o número de cuidadores familiares cresceu 40%, chegando a 5,1 milhões (PNAD-C 2019). E, entre 2019 e 2023, houve um aumento de 15% no número de cuidadores remunerados, chegando a 840 mil profissionais, segundo dados do IBGE. O número de cuidadores de pessoas idosas no Brasil ainda é subdimensionado, mesmo assim, estes dados revelam um contingente de mais de 6 milhões de brasileiros dedicados ao cuidado — familiares e formais, com impacto direto na saúde, segurança e bem-estar das pessoas idosas. “A aprovação da Política Nacional de Cuidados, em dezembro de 2024, foi um marco essencial, ao reconhecer o cuidado como um direito e uma responsabilidade de todos: Estado, famílias e sociedade. E a regulamentação da profissão de cuidador continua sendo uma lacuna urgente.”- destaca Marcia Vieira, fundadora do ecossistema MasterCare e idealizadora do ConaCare, principal congresso do país sobre cuidadores, cuidados e longevidade. Em um estudo inédito realizado pela MasterCare, o Perfil dos Cuidadores Formais no Brasil, com 2.568 cuidadores em todo o país, identificou-se que 90,2% são mulheres; 29,2% possuem de 36 a 45 anos e 14,2% de 46 a 65 anos; e 84,9% são responsáveis (integral ou parcialmente) pelas finanças da família. Uma profissão não regulamentada e com grande impacto econômico e social. “A qualificação desses profissionais pode salvar vidas e promover transformação econômica e social”- reforça Marcia Vieira. Em resposta a esses desafios, o ecossistema MasterCare se juntou à Bigfral, marca da Softys Brasil para o lançamento do Programa de Capacitação para Cuidadores. Gratuito, 100% online e com acesso nacional, abordando temas como prevenção de quedas, nutrição, comunicação com a pessoa idosa, deglutição, higiene íntima, administração segura de medicamentos, mobilidade, prevenção de quedas, primeiros socorros e monitoramento de sinais vitais. Além disso, o programa conta com um módulo exclusivo sobre incontinência urinária, elaborado com apoio técnico da Bigfral, com orientações práticas para quem lida com esse tema ainda cercado de tabus. Uma grande novidade é que, pela primeira vez, contaremos com a participação de médicos especialistas nas principais doenças e causas de mortalidade que afetam os idosos. Esses profissionais irão compartilhar dicas e orientações de prevenção, além de ajudar na identificação de situações de risco e na necessidade de escalonamento dos cuidados. “Ao oferecer formação gratuita, acessível e confiável, queremos ampliar o acesso à informação e à qualidade do cuidado no país”, destaca Dr Fabio Rossi, Médico e Diretor Técnico da MasterCare. O corpo docente reúne nomes de peso da saúde e da gerontologia, como a médica Dra Roberta França, o gerontólogo Willians Fiori e a geriatra Dra Gabriela Mânica, entre outros especialistas comprometidos com a missão de qualificar o cuidado de forma ampla e equitativa. “Cuidar é um ato de amor que também requer preparo. Por isso, estamos muito orgulhosos de lançar mais uma edição do Programa de Capacitação para Cuidadores, uma iniciativa que une a expertise da Bigfral e MasterCare para oferecer conteúdo de qualidade, 100% online e gratuito. Nosso objetivo é qualificar tanto cuidadores familiares quanto formais, promovendo uma rotina de cuidado mais segura, respeitosa e humana para quem cuida e para quem é cuidado”, comenta Willians Fiori, Gerontólogo e Gerente de Relações Profissionais Softys Falcon As inscrições já estão abertas (link) e o conteúdo estará disponível por tempo limitado. A iniciativa é voltada tanto a cuidadores formais quanto a familiares, profissionais da área de saúde ou pessoas que desejam atuar na área. “Cuidar de uma pessoa idosa é um ato de amor que requer técnica. Essa é uma ação concreta de impacto social. Democratizar o conhecimento sobre cuidado é garantir um futuro mais digno para todos que envelhecem”, conclui Márcia Vieira, fundadora do ecossistema. SERVIÇO: Custo: Gratuito; Modalidade: Online – Aulas já gravadas; Duração: 8 horas; Link de inscrição: https://www.bigfral.com.br/programa-capacitacao-cuidadores2025/

    26 de agosto de 2025 / 2 Comentários
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    Cacá Carvalho apresenta leitura cênica do espetáculo “70!” no Sesc São Caetano

    Cultura & Lifestyle

    25 de Agosto de 2025 | Redação The Silver Economy Sesc São Caetano recebe o renomado ator Cacá Carvalho | Créditos: Divulgação Atividade propõe reflexões sensíveis sobre o tempo, a velhice e a vitalidade da experiência No dia 27 de agosto (quarta-feira), às 16h, o Sesc São Caetano recebe o renomado ator Cacá Carvalho para a leitura cênica do texto “70!”, atividade gratuita que integra a programação do programa Trabalho Social com a Pessoa Idosa. Com dramaturgia baseada em texto original do premiado escritor paraense Edyr Augusto, “70!” é uma reelaboração assinada por Cacá Carvalho, desenvolvida em parceria com o SescSP. A leitura cênica parte do monólogo de um homem que, ao completar 70 anos, se observa no espelho com um olhar de estranhamento e descoberta. Ao fazer a barba, se depara com uma nova versão de si – um corpo de 70, mas com olhos que ainda guardam sede de vida, aventura e histórias. É a partir dessa narrativa simples, mas profundamente humana, que o espetáculo convida o público a revisitar suas próprias experiências de envelhecer. A apresentação, marcada por forte interação com a plateia, pode se transformar em roda de conversa, onde memórias e vivências compartilhadas ganham espaço em um ambiente de escuta, afeto e companheirismo, buscando o diálogo entre gerações e o acolhimento das vozes que carregam o tempo com beleza e dignidade. SERVIÇO: Sesc São Caetano Rua Piauí -554 Santa Paula – São Caetano do Sul Dia: 27 de agosto, 16h Inscrições: grátis – Retirada de ingressos com 1h de antecedência. Telefone para informações: (11) 4223-8800 Para informações sobre outras programações acesse o portal Sesc SP Horário de atendimento do Sesc São Caetano – De segunda a sexta, 11h às 20h, sábados e feriados, das 9h às 17h30.

    25 de agosto de 2025 / 0 Comentários
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