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    Conheça lições de quem transformou a saúde em busca de viver mais e melhor

    Saúde

    01 de Outubro de 2025 | Redação The Silver Economy Pessoa idosa se exercitando | Ketut Subiyanto – Pexels Com acompanhamento especializado e hábitos conscientes, idosos conquistam autonomia, bem-estar e qualidade de vida Não foi um médico, mas um corretor de seguros quem deu o primeiro sinal de alerta sobre sua saúde para o engenheiro civil Abelardo Garcia, que, aos 54 anos, estava acima do peso e focava toda a sua atenção no trabalho. O episódio aconteceu há cerca de dez anos, quando ele buscava contratar um seguro de vida e teve a proposta recusada pela seguradora. O motivo era o risco elevado de morte precoce. Na época, Abelardo já havia recebido o diagnóstico de pedras na vesícula, mas o cirurgião se recusou a operar diante das condições clínicas apresentadas. Com 120 quilos, hipertensão, pré-diabetes e perfil lipídico alterado, o quadro era típico da chamada síndrome metabólica. “Foram três décadas de dedicação quase exclusiva ao trabalho como engenheiro, sem olhar para mim mesmo. Mas percebi que precisava repensar prioridades ou talvez não vivesse o bastante para conhecer meus netos”, relembra. O ponto de virada veio com a ajuda do filho, médico, que o encaminhou para acompanhamento especializado no Sírio-Libanês. “Sabia que meu caso exigia uma visão multidisciplinar, mas precisava de alguém para centralizar as informações e coordenar o tratamento”, conta. O primeiro passo foi um check-up completo, que serviu de base para o planejamento de uma rotina onde a saúde teria que ser inegociável. Montou-se então, um verdadeiro plano de ação, com uma equipe formada por cardiologista, endocrinologista e preparador físico. O processo exigiu disciplina, mas os resultados logo começaram a aparecer. Em cerca de dez meses, Abelardo já havia perdido 25 quilos. O impacto foi imediato, com a melhora nos índices hormonais e do perfil lipídico, pressão arterial controlada sem necessidade de medicamentos e, sobretudo, disposição no dia a dia. Com o corpo fortalecido, a cirurgia da vesícula foi finalmente realizada, sem intercorrências. A transformação não foi passageira e hoje, aos 64 anos, ele se mantém ativo, resultado da adoção definitiva de hábitos saudáveis. A rotina inclui exercícios aeróbicos e de resistência, caminhadas diárias e práticas de meditação. “Agora tenho clareza de que estou no caminho certo para viver e brincar com os netos – embora meus filhos ainda não estejam colaborando nessa parte”, brinca. E, como símbolo de sua virada, a seguradora que antes negara sua apólice finalmente aprovou o seguro de vida. Histórias como a de Abelardo reforçam a ideia de que não basta viver mais, é preciso garantir qualidade de vida nos anos extras conquistados. Segundo o IBGE, em 2030, o país terá mais idosos do que crianças. Já em 2060, um em cada quatro brasileiros terá 65 anos ou mais. Já de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 40% dos idosos possuem uma doença crônica e 29,8% possuem duas ou mais, como diabetes, hipertensão ou artrite. Ou seja, ao todo, cerca de 70% dos idosos possuem alguma doença crônica. “Envelhecer de forma saudável significa manter ou até ampliar as capacidades funcionais, preservando autonomia e bem-estar”, explica a geriatra Naira Hojaij, coordenadora do Núcleo Avançado de Geriatria, do Sírio-Libanês. De acordo com a médica, quem adota hábitos saudáveis desde a meia-idade tem mais chances de envelhecer sem incapacidades advindas de doenças crônicas. Entre os pilares estão exercícios físicos regulares, alimentação equilibrada, sono adequado, saúde mental, vínculos sociais e acompanhamento médico . “O ideal é começar entre os 25 e 40 anos, quando estamos no auge da reserva funcional. Mas nunca é tarde. Mesmo aos 80 ou 90 ainda é possível colher benefícios com mudanças de estilo de vida”, reforça a especialista. E complementa: “A mudança de hábito exige engajamento e persistência. Nosso papel é apoiar cada pessoa a traçar sua própria rota para o envelhecimento saudável, respeitando seus desejos e cada realidade”, finaliza Naira.

    1 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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    Projeto “Faz a Conta” une artesanato e educação bancária para 60+ com apoio do Nubank

    Educação

    26 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação – @vemefazaconta no Instagram A Muda Cultural, agência que viabiliza iniciativas de impacto para diversas áreas (social, educacional, saúde, cultural, entre outras), lança o projeto Faz a Conta, voltado para pessoas com 60 anos ou mais em 15 cidades brasileiras. Com patrocínio do Nubank e viabilizado pela Lei Rouanet, o programa oferece oficinas de artesanato e uma websérie educativa sobre prevenção de golpes bancários, promovendo inclusão produtiva e autonomia financeira na terceira idade.  O projeto percorre seis estados — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas e Amapá — com oficinas presenciais de artes visuais e manuais, capacitando diretamente 675 idosos e formando 15 educadores locais em cada cidade, garantindo a continuidade das ações. A websérie, gratuita e com dez episódios baseados em casos reais de fraudes digitais, deve alcançar 15 mil pessoas por meio de redes sociais e plataformas online, orientando sobre segurança bancária e uso do ambiente digital. “Além de ampliar o repertório criativo, o projeto estimula novas fontes de renda, fortalece a autoestima e aumenta a confiança dos idosos no ambiente digital”, afirma Ítalo Azevedo, sócio-fundador da Muda Cultural. A iniciativa reforça a relevância dos incentivos fiscais para a economia criativa, ao integrar cultura, inclusão social e capacitação econômica, mostrando como políticas públicas e parcerias privadas podem gerar impacto real no empoderamento financeiro de públicos historicamente vulneráveis. Para acompanhar os eventos e atualizações do projeto, acesse https://www.instagram.com/vemefazaconta/ ou @vemfazaconta no Instagram.

    26 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    “É uma geração que descobre o sabor de clicar”: os 60+ e o acesso digital

    Tecnologia e Inovação

    24 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: ThisIsEngineering – Pexels Especialista da Faculdade Anhanguera explica como a internet pode ser empecilho e, ao mesmo tempo, ponte de conexão para a população idosa Navegar em um mundo cada vez mais tecnológico é um desafio para muitas pessoas idosas. Acostumados a uma realidade de telefones fixos e cartas escritas à mão, essa geração se depara hoje com smartphones, aplicativos, senhas e atualizações constantes. Para alguns, a experiência pode parecer intimidadora, mas para outros se transforma em um caminho de autonomia e inclusão. De acordo com Flávia Waeny, coordenadora do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, a adaptação digital dos 60+ é como aprender um novo idioma. “A interface cheia de ícones, a linguagem técnica e até mesmo o receio de apertar o botão errado fazem com que muitos se sintam inseguros. Além disso, problemas de acessibilidade, como letras pequenas e baixo contraste nas telas, também dificultam o uso”, afirma. Apesar dos obstáculos, quando a barreira inicial é superada, a tecnologia se revela uma poderosa aliada. “Videochamadas permitem a aproximação com familiares distantes, redes sociais abrem novos espaços de convivência e a internet oferece acesso a serviços essenciais, como agendamento de consultas e compras online. O ganho de autonomia é enorme, eles podem se informar, se divertir e até gerenciar suas finanças de forma independente”, explica Flávia. Segundo a especialista, o apoio da família e de cursos voltados para pessoas idosas faz toda a diferença. Mais do que ensinar o “passo a passo”, é importante criar um ambiente acolhedor, sem julgamentos, que respeite o ritmo de cada um. “Respeito, paciência e inclusão são fundamentais. Essa geração consegue aprender e, quando aprende, se encanta com o universo que a internet coloca ao alcance de um clique”, destaca. Com paciência, suporte e curiosidade, a jornada digital deixa de ser um obstáculo e se torna uma nova forma de viver experiências, se conectar e redescobrir o mundo. Afinal, como conclui Flávia, “é uma geração que descobre o sabor de clicar”.

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    Legado Solidário: como transformar patrimônio em propósito

    Artigos

    22 de Setembro de 2025 | Por Joanna Sultanum Calazans* Joanna Sultanum é gerente de Filantropia e novas estratégias da Aldeias Infantis SOS | Créditos: Divulgação O dia 13 de setembro é marcado pelo Dia Internacional do Legado Solidário, data que celebra doações deixadas para organizações sem fins lucrativos em testamento e nos convida a refletir sobre como podemos transformar o patrimônio que acumulamos ao longo da vida em para criar impacto duradouro, muito além da nossa própria existência. Este tipo de doação se torna ainda mais relevante diante do cenário mundial atual: nas próximas décadas, assistiremos à maior transferência de patrimônio da história. Apenas nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 30 trilhões de dólares que passarão da geração baby boomer, pessoas nascidas entre 1946-1960 (período pós-Segunda Guerra), para seus herdeiros mais jovens. O Brasil será o segundo país com o maior volume absoluto de herança a ser transferida de acordo com o Global Wealth Report 2025. Essa grande transferência de riqueza acontece em um cenário marcado por complexidade e desigualdade. Segundo a Oxfam, 1% da população mais rica concentra cerca de 45% da riqueza global. O Brasil, por sua vez, ocupa a segunda posição em volume de transferência de patrimônio e, ao mesmo tempo, está entre os países mais desiguais do planeta, com índice de Gini de 0,82 (sendo 1 o nível máximo da escala de desigualdade).  Diante desse contexto, surge uma questão central: de que forma os herdeiros irão utilizar esse capital?   Parte da nova geração já reconhece seu papel transformador e direciona sua atuação filantrópica para causas como justiça social, mudanças climáticas e bem-estar coletivo. Ainda assim, há muito a avançar. É nesse cenário que o Legado Solidário se apresenta como uma oportunidade única para transformar parte do patrimônio pessoal em educação, saúde e assistência social para pessoas em situação de vulnerabilidade. Importante lembrar que, embora exista a ideia de que a doação via testamento possa reduzir o que é destinado aos herdeiros, na prática o impacto é mínimo: pela legislação brasileira, ao menos 50% do patrimônio deve obrigatoriamente permanecer com os herdeiros legais.  Por isso, deixar uma doação via testamento é adotar uma postura consciente e solidária, que transforma riqueza em impacto social.  Ao deixar uma doação em testamento, o doador contribui com ações de efeito multiplicador conduzidas por organizações responsáveis da sociedade civil, seja a favor da proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, da geração de renda para mulheres ou da preparação de jovens para o mercado de trabalho.  Deixar um Legado Solidário também nos leva a refletir sobre o quanto realmente é suficiente para uma pessoa viver de maneira confortável, com todas suas necessidades atendidas e o que pode ser redistribuído em prol do bem comum. Até que ponto o acúmulo de riqueza contribui para a desigualdade social ou erosão democrática? Como cidadãos, somos todos responsáveis pelos rumos da sociedade e cabe a cada um de nós atuar de forma a promover mais justiça e igualdade.  A doação via testamento permite que cada pessoa defina o legado que deseja deixar ao mundo e de que forma gostaria de ser lembrada. Mais do que filantropia, o Legado Solidário é um compromisso com os valores que guiam a sua própria história e o seu desejo para além da vida. *Joanna Sultanum Calazans é gerente de Filantropia e novas estratégias da Aldeias Infantis SOS

    22 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Dia do Cliente: confira as melhores dicas para aproveitar promoções sem perder o controle do orçamento

    Negócios

    17 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Freepik Especialista do Banco Mercantil reforça a importância do planejamento financeiro e da atenção à segurança nas compras online Foi dada largada para um dos períodos mais agitados do varejo no Brasil. No dia 15, se comemora o Dia do Cliente, será iniciada a temporada de promoções, que continuará no Dia das Crianças, Black Friday e Natal, com a expectativa de bons resultados na economia brasileira. Somente no Dia do Cliente do ano passado, de acordo com estimativas de empresas e órgãos de defesa do consumidor, houve um movimento superior a R$ 100 milhões. No entanto, mesmo que a oportunidade de aproveitar as promoções possa parecer imperdível, os especialistas em finanças reforçam: não descuidar do orçamento e ter atenção à segurança digital são os primeiros passos para transformar promoções em benefícios reais, sem cair em golpes. Guilherme Nunes, gerente de Experiência do Cliente do Banco Mercantil, aconselha os consumidores a, antes mesmo de olhar as promoções, definir um limite de gastos. “Ter clareza de quanto se pode comprometer com essas compras pode evitar que a empolgação leve ao endividamento. Uma boa dica é separar os itens de desejo e dar prioridade ao que realmente fará diferença no dia a dia”, destaca. Outro ponto importante é avaliar o impacto das parcelas no orçamento futuro. “É essencial considerar não apenas o valor do produto, mas também como ele mexe no orçamento nos meses seguintes, principalmente quando a compra é parcelada. Assim, o cliente garante que a promoção seja uma oportunidade de economia”, reforça o especialista. Os sinais de consumo por impulso também devem ser observados. Um sinal claro é quando a compra não estava planejada. Se o cliente percebe que está sendo motivado apenas pela sensação de ‘aproveitar a promoção’, vale parar e refletir antes de concluir a compra. Para o público 50+, que pode vir a enfrentar mais dificuldades no ambiente digital, a atenção deve ser redobrada. “Nas compras online, recomendo sempre verificar a credibilidade do site, conferir as condições de pagamento e evitar repassar dados pessoais em links suspeitos. Outro ponto importante é dar preferência a produtos e serviços que atendam a necessidades reais, evitando riscos desnecessários”, afirma Guilherme. Entre os erros mais comuns, o especialista cita a falta de planejamento e a ausência de pesquisa prévia. “Muitas vezes o consumidor entra na promoção sem saber o que realmente precisa, e acaba comprando por impulso. Isso pode gerar acúmulo de parcelas e até endividamento. Outro equívoco é não pesquisar o histórico de preços. Conferir se o desconto é real evita frustrações e garante que o cliente faça de fato um bom negócio”. Educação Financeira Segundo o especialista, o Banco Mercantil disponibiliza recursos para apoiar seus clientes nesse processo de controle financeiro. Pelo aplicativo da instituição, é possível acompanhar movimentações, limites e organizar pagamentos. Além de contar com canais de atendimento e um site de educação financeira. “Nosso foco é dar autonomia para o cliente, para que ele aproveite as oportunidades de forma segura e equilibrada”, finaliza Nunes.

    17 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Porto Alegre é a base do residencial sênior de luxo

    Negócios

    16 de Setembro de 2025 | Por Amanda Albela Créditos: Reprodução – ABF Developments  Com custo médio de R$ 15 mil por mês e serviços personalizados de acordo com as necessidades, a cidade ganha um novo jeito de viver a longevidade Você já ouviu falar em residenciais sênior de alto padrão? Essa é uma tendência que vem crescendo no Brasil e que agora ganha mais força em Porto Alegre, cidade que está entre as capitais com maior concentração de pessoas idosas no país. Conhecida por transformar os espaços onde empreende, a construtora e incorporadora gaúcha ABF Developments assina o Caiz Downtown Sunset, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 140 milhões, e o Demétrio Premium Lofts View, com VGV de R$ 106 milhões. Ambos os empreendimentos se localizam no Centro Histórico de Porto Alegre e são voltados ao público em geral. No entanto, a ABF tem apostado em um projeto inovador, dedicado ao público sênior: em parceria com a Unimed Federação/RS, lançou, em 2024, o Magno, com empreendimentos que seguem o conceito de premier senior living, muito comum na Europa e nos Estados Unidos, que une conforto, saúde e bem-estar em um só lugar para quem tem 60 anos ou mais. “Idealizamos esse projeto para um cenário em transformação, com a população cada vez mais longeva e exigente“, destaca o CEO da ABF, Eduardo Fonseca. Na avaliação do executivo, a proposta do Magno é manter o padrão de bem-estar das pessoas ao longo do tempo. “Esse público e seus familiares buscam ambientes amigáveis e uma ajuda integral centrada na pessoa, promovendo a saúde de maneira personalizada.” Como funciona esse modelo de moradia? O Magno Menino Deus, um dos empreendimentos lançados pela incorporadora, terá 190 unidades privativas todas entregues prontas para morar: mobiliadas, decoradas e com projeto acústico. O espaço foi pensado para oferecer conforto, acessibilidade e qualidade de vida. Tudo é planejado de acordo com o nível de independência e necessidade de cada residente, em pacotes personalizados. Como diferenciais, o Magno Menino Deus terá áreas comuns entregues e com enxoval, piscina coberta aquecida e sistema de desumidificação, além de acessibilidade universal em todos os espaços. As suítes privativas também são entregues 100% mobiliadas, equipadas e decoradas: do abajur à roupa de cama. Todo o empreendimento possui um projeto específico de acústica. Além do apartamento, os moradores contam com: – Áreas de lazer integradas à natureza; – Assistência médica e psicológica da Unimed; – Alimentação de qualidade; – Serviços de limpeza; – Atividades físicas, cognitivas e sociais. Economia prateada em ascensão CEO da ABF Developments, Eduardo Fonseca O CEO da ABF Developments, Eduardo Fonseca, morou durante um período, na década passada, na Espanha e observou a evolução desta configuração de moradia europeia. Desde então, começou a estudar o mercado sênior no Brasil, como tendências demográficas, redução da taxa de natalidade, crescimento da economia prateada em outros mercados. O empresário entendeu que faria sentido essa abordagem no mercado nacional, principalmente no Rio Grande do Sul, que apresentava índices demográficos no público 60+ superiores à média brasileira. Esse tipo de empreendimento faz parte do que se chama de economia prateada, o conjunto de serviços e soluções para atender a população sênior. Com a inversão da pirâmide etária e o aumento da longevidade, o setor tem se mostrado uma oportunidade de mercado e também uma resposta às novas demandas das famílias. Segundo a ABF, a ideia é oferecer uma alternativa moderna às casas de repouso tradicionais, com um ambiente que alia segurança, saúde e qualidade de vida. Quanto custa viver em um residencial sênior de luxo? Em entrevista ao The Silver Economy, Eduardo conta que para morar no Magno Três Figueiras, localizado em bairro homônimo da capital gaúcha, o valor médio da locação gira em torno de R$ 15 mil por mês. O preço custeia, inclusive, um restaurante no local com seis refeições, exames periódicos, apartamento adaptado, atividades regulares como cinema, hidromassagem, entre outras. Por ora, o projeto do curto prazo é expandir o conceito Magno e, no futuro, estudar como tornar viável soluções semelhantes e um custo mais baixo. “Embora seja voltado a uma parcela específica da população, o modelo vem conquistando investidores e já teve 100% das unidades vendidas em seus dois primeiros projetos“, diz o executivo. A marca Magno propõe um mix do conforto dos melhores hotéis com serviços de saúde preventivos e de emergência em caso de necessidade. A ideia é ser uma casa que cuida do indivíduo só pelo fato de morar nela. Desta forma, como o projeto já nasce com características arquitetônicas mais elaboradas e com uma infraestrutura robusta e elegante, o valor agregado do projeto acompanha. De olho no futuro Atualmente, a marca Magno Sênior Living já está no terceiro projeto. O Magno Três Figueiras, já finalizado e em operação, tem cerca de 70% de ocupação; o segundo, que está em construção, tem previsão de entrega para 2026. Por último, o Magno Menino Deus, lançado em 2024, tem previsão de entrega para 2027. Diante da aceitação positiva e cada vez mais consolidada por parte dos investidores que entenderam a relevância e a oportunidade desta categoria de empreendimento, a ABF Developments está em fase de conclusão do projeto de expansão da marca Magno para todo Brasil, começando por Santa Catarina e outras cidades gaúchas, mas também considerando o estado de São Paulo. Este último, porém, ainda se encontra em estudo de viabilidade. Diante deste cenário, as projeções são de pelo menos três novos projetos até o final de 2027. Créditos: ABF Developments Créditos: ABF Developments Créditos: ABF Developments Créditos: ABF Developments

    16 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Com investimento de R$ 17 milhões, MedSênior dá continuidade a projeto de expansão de serviços e unidades

    Negócios

    12 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Fachada da unidade MedSênior na Av. Brasil, na capital paulista; Após investimento de R$6 milhões em expansão de 1.220m², endereço ganhou Centro Diagnóstico da Mulher, Centro Diagnóstico Geral, Centro de Oftalmologia e espaço Black – crédito: Divulgação MedSênior Inauguração no Distrito Federal e ampliação em São Paulo reforçam presença nacional da operadora com centros de diagnóstico, oftalmologia e espaços exclusivos A MedSênior – operadora de saúde especializada no atendimento ao público a partir dos 49 anos, com foco em medicina preventiva e no conceito do Bem Envelhecer – acaba de anunciar a ampliação de sua unidade localizada na Avenida Brasil, em São Paulo, e a inauguração de uma unidade em Águas Claras, no Distrito Federal. A empresa investiu um total de R$ 17 milhões nas duas expansões, que começam a operar nas primeiras semanas de setembro. O objetivo é reforçar a presença e o compromisso da MedSênior em oferecer uma infraestrutura de cuidado integral e humanizado, ampliando sua capacidade e áreas de atuação.  Expansão em São Paulo e inauguração de novos centros de diagnóstico Localizada na Avenida Brasil, em São Paulo, a unidade da MedSênior recebeu um investimento de R$ 6 milhões para uma ampliação de 1.220m², totalizando agora 2.120m². A expansão resultou na criação de novos serviços, incluindo: Centro Diagnóstico da Mulher: focado em exames e cuidados específicos para a saúde feminina. Centro Diagnóstico Geral: oferece procedimentos como endoscopia e colonoscopia. Centro de Oftalmologia: equipado com tecnologia de ponta para consultas e exames. Espaço Black: o primeiro da MedSênior em São Paulo e o segundo no Brasil, com serviço de concierge para beneficiários da categoria, oferecendo suporte para agendamentos, autorizações e orientações. “Queremos oferecer soluções cada vez mais completas e acessíveis para nossos beneficiários na capital paulista, em um endereço de fácil acesso e que se estabeleceu como um verdadeiro polo médico na cidade. A expansão da unidade da Avenida Brasil reafirma o nosso compromisso com uma vida longeva de qualidade, com equilíbrio, conforto, agilidade e tecnologia”, destaca Priscila Valentim, vice-presidente de operações da MedSênior. Inauguração de unidade em Águas Claras (DF) com foco em autonomia e bem-estar No Distrito Federal, a MedSênior investiu R$ 11 milhões na inauguração de sua nova unidade em Águas Claras. Com cerca de 2.275m², a unidade é a sexta da operadora na capital federal e tem capacidade para realizar mais de 4.700 atendimentos por mês. A estrutura conta com: Hospital Dia: para procedimentos clínicos e cirúrgicos que dispensam internação noturna. Núcleo de Autonomia e Independência (NAI): que possui o primeiro ônibus em escala real da operadora no DF, adaptado para atividades funcionais, onde fisioterapeutas ajudam os beneficiários a simular situações do dia a dia, promovendo segurança e independência na mobilidade. Centro de Oftalmologia e Centro de Quimioterapia: equipados com tecnologia avançada para exames e tratamentos. Espaço Black: um ambiente exclusivo com serviços de concierge para os beneficiários do plano. Fachada da nova unidade MedSênior Águas Claras, no DF – crédito: Divulgação MedSênior Maely Coelho, presidente da MedSênior, reforça que o cuidado humanizado e a inovação estão no centro da filosofia da empresa. “Estamos muito felizes em inaugurar essa nova unidade em Brasília, que chega para ampliar nossa rede própria e reforçar nossa missão de transformar o envelhecimento em uma fase de qualidade, autonomia e bem-estar“, afirma Coelho.  Expansão contínua A ampliação na Avenida Brasil (SP) e a inauguração em Águas Claras (DF) fazem parte do plano de expansão nacional da operadora, que também inaugurou recentemente unidades em Campo Grande (RJ) e Vitória (ES). Ainda em 2025, a MedSênior vai inaugurar sua primeira unidade no Nordeste, em Recife (PE), marcando presença em uma nova região e aumentando o acesso a serviços de saúde especializados para o público 49+.

    12 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Escritor João Silvério Trevisan ministra oficina literária online

    Educação

    09 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Escritor, dramaturgo e jornalista, Trevisan é autor de 15 livros, entre romances, contos e ensaios, sendo três vezes vencedor do Prêmio Jabuti. | Créditos: Divulgação Proposta estimula expressão pessoal por meio de técnicas literárias A Universidade do Livro realiza, entre 24 de setembro e 3 de dezembro de 2025, a oficina Prática literária e expressão pessoal, curso on-line com o consagrado escritor João Silvério Trevisan. Voltado para quem deseja ir além da escrita mecânica, explora a linguagem como possibilidade de autoconhecimento e comunicação singular.  Com quase quatro décadas de experiência, Trevisan desenvolveu um método que auxilia na descoberta da voz autêntica. “A linguagem literária transforma nossa percepção da realidade“, afirma. A proposta atende tanto aspirantes a escritores quanto profissionais de outras áreas que desejam ampliar sua capacidade expressiva, sem exigência de formação prévia.  O programa percorre desde conceitos fundamentais da literatura – incluindo suas dimensões sociais e subjetivas – até a construção de projetos autorais, analisando os elementos que fortalecem textos ficcionais e poéticos. Os recursos são disponibilizados progressivamente, podendo incluir desde textos teóricos até análises de obras musicais e cinematográficas. “Como se trata de uma oficina prática, os recursos surgirão conforme a necessidade do processo criativo“, explica Trevisan.  Além disso, três exercícios escritos, distribuídos ao longo dos meses, servirão como laboratório para aplicação das técnicas aprendidas. A metodologia valoriza a troca entre participantes por meio da análise conjunta de textos produzidos e leituras comentadas. “A crítica mútua é fundamental – aprendemos tanto escrevendo quanto lendo os outros“, destaca o escritor.  As aulas semanais acontecem das 19h30 às 22h, via Google Meet, com gravações disponíveis por 30 dias. As inscrições estão abertas até 24 de setembro, com valor promocional de R$ 890 (15% de desconto sobre o valor original de R$ 1.048), que pode ser parcelado em até dez vezes de R$ 89 no cartão, à vista no boleto, ou no Pix, para pagamento até 24 de setembro. A carga horária total é de 30 horas, distribuídas em 12 encontros, e emissão de certificado para participantes com frequência mínima de 70% das aulas. SERVIÇO: Prática literária e expressão pessoal Período: 24 de setembro, 01, 08, 09, 15, 22 de outubro, 05, 06, 12, 19, 26 de novembro e 03 de dezembro de 2025 Horário: 19h30 às 22h Carga horária: 30h Certificado: frequência mínima de 70% nas aulas Inscrições: até 24/09/2025 Investimento: R$ 890 em até dez parcelas de R$ 89 no cartão, à vista no boleto (até 3/09), ou no Pix (até 24/09) Mais informações e inscrições: clique aqui.

    9 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Mulheres 50+ desafiam a invisibilidade pela escrita

    Cultura & Lifestyle

    08 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação – Heloísa H. Paiva – Editorial Artêra Cursos, prêmios e oficinas lotadas embalam a estreia da jornalista Heloísa Paiva com “50+ Desperte para a vida e pare de sofrer”, em 19/10, na Livraria Cultura Mulheres com 50 anos ou mais estão encontrando na escrita um caminho de reinvenção e visibilidade, rompendo com esteriótipos que associavam a maturidade feminina com o isolamento e o silêncio. Escrever virou estratégia de autonomia, partilha e reposicionamento no debate cultural feminino. Uma pesquisa liderada pela professora Regina Dalcastagnè, da Universidade de Brasília (UnB), revela que, de todos os romances publicados pelas principais editoras brasileiras em um período de 15 anos (1990-2004), 120 de 165 livros foram assinados por homens — um retrato de concentração de autoria que também se expressa em perfil social e geográfico (homens, brancos, formados, eixo Rio–São Paulo). Esse enquadramento está mudando. Na autopublicação, por exemplo, o percentual de autoras saltou de 34% para 44% entre 2021 e 2022, segundo levantamento do Clube de Autores publicado pelo PublishNews, sinal de aceleração na entrada e na visibilidade de mulheres escrevendo e publicando suas próprias histórias. A presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Sevani Matos, resume o ganho coletivo ao defender mais mulheres em todos os elos da cadeia — do texto à distribuição —, porque a literatura brasileira se enriquece com perspectivas influenciadas por experiências femininas. Ao lado disso, a narrativa de si deixa de ser “nicho terapêutico” para ocupar o plano da cultura e da economia criativa: cursos estruturados, prêmios e festivais conectam autoras e público, dão legitimidade e sinalizam mercado. “Nossas autoras têm contribuído imensamente para o nosso patrimônio cultural, oferecendo visões de mundo fortemente influenciadas por suas experiências como mulheres”, diz Sevani. É nesse contexto que a jornalista Heloísa Paiva estreia como autora de 50+ Desperte para a vida e pare de sofrer – com lançamento em 19 de outubro, às 15h, na Livraria Cultura (Higienópolis-SP). Com 25 anos dedicados à comunicação corporativa, Heloísa se junta ao grupo de mulheres que transformam experiência em repertório e voz. “Quero que este livro seja um guia para mulheres que desejam viver o processo de envelhecimento com mais autonomia e amor-próprio”, diz a autora, para quem a maturidade pode ser janela de oportunidades, não um ponto final. A obra aborda dores e dilemas muito reconhecíveis — menopausa, relações esvaziadas, luto, etarismo, solidão, insegurança financeira e pressão estética — ao mesmo tempo em que oferece caminhos práticos para recolocar projetos e limites no centro da vida. “Me tornar escritora é a realização de um sonho que só aconteceu depois dos 50 anos”, afirma Heloísa. Sem prometer fórmulas mágicas, o livro convoca à ação: dar nome às dores, desapegar das culpas, redefinir sucesso e ocupar o centro da própria história. SERVIÇO: Livro: 50+ Desperte para a vida e pare de sofrer Data: 19/10 Horário: 15h Endereço: Livraria Cultura – Av. Angelica, 1212 – Higienópolis, SP

    8 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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    Conectada aos 85: como Neli Silveira acolheu a vida digital em seus próprios termos

    Tecnologia e Inovação

    05 de Setembro de 2025 | Redação The Silver Economy Dona Neli, de 85 anos | Créditos: arquivo pessoal, 2025. À medida que plataformas de e-commerce ganham popularidade, mais pessoas 60+ estão encontrando confiança e independência por meio de ferramentas digitais do dia a dia Aos 85 anos, Neli Silveira administra grande parte de sua rotina a partir de sua casa em Cotia, São Paulo, usando seu laptop, smartphone e uma conexão estável de Wi-Fi, movida por um forte senso de independência. Ela paga suas contas on-line, conversa pelo WhatsApp com amigos, independentemente de onde estejam, e joga buraco quase todas as noites antes de dormir. Recentemente, descobriu uma nova alegria: as compras online. A história de Neli reflete uma tendência mais ampla. Segundo o IBGE, o uso da internet entre brasileiros com 60 anos ou mais cresceu de forma acentuada nos últimos anos, chegando a quase 70% em 2024. Cada vez mais, os maduros estão recorrendo a aplicativos não apenas por praticidade, mas também para manter conexões, rotina e autonomia. Plataformas como a Temu, que se tornou o aplicativo mais baixado no Brasil em julho de 2025, estão agora incorporadas a essa nova rotina digital. Neli sempre foi quem tomava a frente nas decisões práticas da família, o que a manteve aberta a novidades e à tecnologia ao longo dos anos. Com uma mente curiosa e inquieta, ela aprendeu rapidamente a navegar em sites, gerenciar necessidades diárias por meio de aplicativos e aproveitar as conveniências do mundo digital. Após o falecimento do marido, no interior do Rio Grande do Sul, ela intensificou ainda mais o uso da internet, explorando aplicativos de mensagens, serviços bancários online e, eventualmente, plataformas de e-commerce. Mas nem todas foram fáceis de usar. No início, Neli frequentemente se sentia insegura ao fazer compras online, onde taxas escondidas, devoluções complicadas e passos pouco claros tornavam o processo intimidante. Isso mudou no início deste ano, quando sua nora lhe apresentou a Temu. “Ela me disse que tudo chegava perfeitamente, e pensei: se funcionou para ela, vai funcionar para mim também”, conta Neli. Ela se adaptou rapidamente pela simplicidade e clareza da plataforma. “É possível acompanhar todo o processo, do envio à entrega, e tudo correu perfeitamente”, diz ela. “Eu gostei muito disso”. Para Neli, a parte que ela mais aprecia é saber exatamente quanto está gastando. Com uma renda fixa, esse controle faz toda a diferença. Ela navega com calma, compara opções e segue sua lista. “A Temu foi maravilhosa para mim. Tudo era bonito e de alta qualidade. Definitivamente recomendo”, afirma, sorrindo. E conclui: “Eu consigo fazer tudo sozinha”, diz. “Isso me deixa tranquila e feliz”. Podemos perceber que, para Neli, a tecnologia não é sobre novidade, é sobre autonomia.

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