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    Criatividade posterga envelhecimento, de acordo com pesquisa

    Saúde

    15/12/2025 Por Redação The Silver Economy Créditos: Horsche – Pexels Por décadas, completar 60 anos foi visto como o início da velhice, um marco que simbolizava declínio físico, redução da produtividade e aproximação da dependência. Mas a ciência contemporânea está desmontando essa narrativa, principalmente com áreas relacionadas às artes. De acordo com Carlos Coronel, pós-doutorando no Latin American Brain Health Institute da Universidad Adolfo Ibáñez e Agustín Ibáñez, professor de saúde cerebral global no GBHI da Trinity College, conforme artigo publicado no The Conversation, uma análise com 1.467 pessoas de diferentes países, tendo modelos chamados de “relógios cerebrais”, foi possível comparar a idade cronológica dos participantes com a idade biológica estimada de seus cérebros. Durante a pesquisa, todas as práticas criativas, como dança, música, artes visuais e videogames de estratégia, estavam associadas a um envelhecimento cerebral mais lento. E quanto maior a experiência, maior o benefício. “Registramos a atividade cerebral deles usando técnicas chamadas magnetoencefalografia e eletroencefalografia. Elas podem ser usadas para medir a atividade cerebral em tempo real. Em seguida, treinamos modelos de computador (modelos de aprendizado de máquina) para criar um relógio cerebral para cada participante. Os modelos podem ser treinados em menos de uma hora. O desafio foi coletar os dados – da Argentina à Polônia – de centenas de participantes. Isso seria impossível sem a colaboração de muitos pesquisadores e institutos em todo o mundo. Então, usamos os relógios cerebrais para prever a idade de cada pessoa a partir de seus dados. Se a idade cerebral prevista de alguém fosse menor do que sua idade real, isso significava que seu cérebro estava envelhecendo mais lentamente. Por fim, usamos algo chamado modelagem biofísica. Esses modelos são “cérebros digitais”, e usamos esses cérebros virtuais para entender a biologia por trás da criatividade”. Os pesquisadores descobriram que em todas as áreas criativas, o padrão foi surpreendentemente consistente: a criatividade estava ligada a um cérebro com aparência mais jovem. Os dançarinos de tango, por exemplo, apresentaram cérebros que pareciam mais de sete anos mais jovens do que sua idade cronológica. Músicos e artistas visuais tinham cérebros cerca de cinco a seis anos mais jovens. Os jogadores, cerca de quatro anos mais jovens. “Quanto mais as pessoas praticavam sua arte, mais forte era o efeito. E não importava que tipo de arte fosse. Podia ser dança, pintura, música ou jogos. Todas ajudavam áreas-chave do cérebro a trabalharem melhor juntas. Essas áreas, importantes para o foco e o aprendizado, geralmente envelhecem primeiro, mas a criatividade parece manter suas conexões mais fortes e flexíveis”. É possível afirmar que o envolvimento artístico pode retardar o envelhecimento cerebral e esta pesquisa nos ajuda a reimaginar o papel da criatividade na educação, na saúde pública e nas sociedades em envelhecimento, inclusive ampliando a compreensão do envelhecimento saudável além da prevenção de doenças. Ela destaca a criatividade como um mecanismo escalável, acessível e profundamente humano para sustentar o bem-estar cognitivo e emocional em diversas populações e fases da vida. “Portanto, se você está se perguntando se ser criativo é “bom para você”, a resposta parece ser “sim”. Cientificamente, mensuravelmente e de forma belíssima. Seu próximo passo de dança, pincelada ou nota musical pode ajudar seu cérebro a permanecer um pouco mais jovem”, afirmam os especialistas.

    15 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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    Nova CHRO 60+ na LET’s: liderança feminina sênior na logística

    Carreira

    09/12/2025 Redação The Silver Economy Sandra Mortari, CHRO da LET’S (Crédito: Divulgação) Sandra Mortari assume área de Cultura e Desenvolvimento Humano, com a missão de fortalecer a cultura organizacional e a diversidade na empresa A LET’S, empresa referência em tecnologia e eficiência corporativa, anuncia Sandra Mortari como Chief Human Resources Officer (CHRO). A executiva, que tem 64 anos e mais de três décadas de experiência em gestão e expansão de negócios, chega com a missão de estruturar a área de Cultura e Desenvolvimento Humano, reforçando a visão da empresa de que a tecnologia só é transformadora quando conectada a pessoas e propósito. “Minha missão é cuidar das pessoas que fazem a LET’S acontecer, fazendo com que cada colaborador, parceiro e cliente sinta que faz parte de algo maior, de um ecossistema que valoriza o respeito, a escuta e o aprendizado contínuo. Acredito que tecnologia sem alma não transforma, e é por isso que trago para a LET’S o olhar humano que sustenta nossa cultura e o futuro que estamos construindo juntos”, afirma Sandra Mortari. Cofundadora da LET’S, empresa que surgiu em 2015, antes a executiva cuidava do comercial e relacionamentos estratégicos da empresa, após isso, passou pela cadeira de operações com transportadoras.  “Ter a Sandra como responsável pela contratação é muito estratégico para nós, justamente por ser co-fundadora, ela acompanhou de perto todos os processos, passou por várias áreas e tem o DNA do que somos e queremos dentro da LET’S. Com sua visão e experiência ela garante o seguimento das políticas gerais e trilhas de conhecimento, como diversidade, segurança da informação, LGPD, entre outros”, comenta o CEO, André Mortari.  Com passagem por diferentes empresas e setores, Sandra representa a força da liderança feminina e sênior na inovação corporativa, num momento em que a LET’S acelera seu crescimento com base em três pilares: pessoas, cultura e tecnologia. “A LET’S nasceu com o propósito de conectar tecnologia, eficiência e pessoas. Cuidar da cultura é cuidar da alma da empresa, é o que faz a tecnologia ganhar propósito. Inspirar times diversos e colaborativos é a ponte entre o propósito e o resultado”, completa. Esta mudança estratégica marca também um novo ciclo na governança da empresa, com foco em atração e retenção de talentos, educação corporativa e sensibilidade inclusiva aplicada à inovação. Nos próximos meses, a executiva liderará projetos voltados ao fortalecimento da cultura LET’S, com ênfase na formação de lideranças diversas, implementação de políticas de desenvolvimento humano e consolidação de práticas ESG dentro do ambiente corporativo. “Meu objetivo é fortalecer o crescimento sustentável da LET’S e das parcerias que a empresa constrói, implementando uma cultura viva, estratégica e humanizada. Acredito que o verdadeiro diferencial competitivo está nas pessoas, na diversidade e na inclusão e essa sempre será a melhor estratégia de crescimento das grandes empresas.”

    9 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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    Websérie “Faz a Conta” estreia no YouTube com humor e informação para prevenir golpes digitais

    Educação

    03 de Dezembro 2025 | Redação The Silver Economy Imagem: divulgação | Crédito: Fiteiro. Estrelada por Iara Jamra, a produção une entretenimento e conscientização – principalmente voltada a idosos – para ensinar, de forma leve e divertida, como se proteger de fraudes online A Muda Cultural, agência que viabiliza iniciativas de impacto para diversas áreas (social, educacional, saúde, cultural, entre outras), em parceria com o Nubank, lança “Faz a Conta: Não cai nesse golpe!”, uma websérie que transforma o cotidiano em ferramenta de aprendizado digital. Com estreia no YouTube, a produção combina humor, ficção e informação para ajudar o público a reconhecer e evitar golpes virtuais. Protagonizada por Iara Jamra, atriz consagrada por trabalhos em Castelo Rá-Tim-Bum e Tieta, a série apresenta Glória, uma aposentada espirituosa, criativa e conectada que transforma suas experiências com fraudes digitais em conhecimento. Entre bordados, cafés e postagens, ela compartilha histórias inspiradas em casos reais, sempre com seu bordão certeiro: “Faz a conta!”. “A Glória é sagaz, divertida e atenta. Uma personagem 60+ que comunica muito bem com a juventude. Ela nos lembra que conhecimento e bom humor são aliados poderosos para a construção de um ambiente digital saudável e seguro”, compartilha Ítalo Azevedo, sócio-diretor da Muda Cultural. Com dez episódios, a série também apresenta personagens que refletem diferentes perfis da vida cotidiana: Gilvan, zelador prestativo e fiel escudeiro de Glória; Lurdinha, vizinha ingênua que se deixa levar por pequenos golpes; Nelsinho, amigo sempre em busca de conselhos sobre promoções e mensagens suspeitas; Juventina, a tartaruga de crochê e confidente silenciosa da protagonista; Zoroastro, o charmoso “crush” de Glória; Mercedes, seguidora virtual que cai em um golpe ao tentar ajudar o marido; e Marina, jovem hiperconectada que acredita em ofertas imperdíveis nas redes sociais. Cada capítulo aborda um tipo de golpe digital — de promoções falsas e clonagem de WhatsApp a deepfakes — de maneira educativa e divertida. O resultado é uma produção que une narrativa envolvente, informação e humor como forma de empoderamento digital.   Informação como ferramenta de proteção De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os casos de estelionato digital cresceram 408% entre 2018 e 2025, e 24% dos brasileiros afirmam ter perdido dinheiro em golpes virtuais no último ano. Entre as vítimas, 16% têm mais de 60 anos.  “O avanço das tecnologias e a popularização dos pagamentos digitais criaram um ambiente fértil para o aumento das fraudes virtuais. O Brasil já ocupa o segundo lugar no ranking mundial de ataques cibernéticos, e golpistas se aproveitam da falta de informação para aplicar armadilhas cada vez mais sofisticadas. Cresce a urgência de traduzir o tema da segurança digital em uma linguagem acessível, e é justamente esse o papel do ‘Faz a Conta’, transformando informação técnica em aprendizado cotidiano”, finaliza Ítalo Azevedo. Serviço: Websérie: Faz a Conta: Não cai nesse golpe! Onde assistir: YouTube da Muda Cultural Realização: Muda Cultural, Ministério da Cultura e Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro Patrocínio: Nubank Viabilização: Lei Rouanet – incentivo a projetos culturais

    3 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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    Quais são os hábitos de consumo da Geração X e Baby Boomers?

    Negócios

    24 de Outubro de 2025 | Larissa Gabriel Alvares Créditos: Kampus Production – Pexels Estudo da Conversion e Mlabs, que analisou comportamento de 800 pessoas, demonstra que enquanto o grupo que possui entre 45 e 60 anos tem apreço ao analógico e boa adaptação ao digital, maduros entre 61 e 79 anos ainda são seletivos e consistentes na busca por produtos com ferramentas online Divulgada nesta semana, a pesquisa “A Nova Jornada de Compra”, realizada pela Conversion e  Mlabs, tem como objetivo traçar o perfil de consumo brasileiro por cada geração, compreendendo os comportamentos, atitudes e diferenças geracionais relacionados à descoberta, pesquisa, decisão e compra de produtos e serviços. Para isso, ela se aprofunda nos hábitos de cada faixa etária e filtra os melhores canais de aquisição como Google, Inteligência Artificial (IA), redes sociais e lojas físicas. Diego Ivo, fundador e CEO da Conversion, relata: “Trabalho com marketing digital e SEO há aproximadamente 20 anos, e nunca vi uma transformação tão profunda quanto a que estamos vivendo agora. […] Não existe mais uma única jornada de compra, mas múltiplas realidades coexistindo e demandando estratégias diferentes. O que mais me impressiona é como cada geração desenvolveu seu próprio modelo de consumo”. Foram 800 consumidores brasileiros que participaram do estudo, através de um questionário online com respostas coletadas até agosto de 2025. Entre eles, são 200 respondentes da Geração Z (16-28 anos), 200 Millennials (29-44 anos), 200 da Geração X (45-60 anos) e 200 Baby Boomers (61-79 anos). A margem de erro para cada geração é de 7%. Em quais lugares você costuma descobrir produtos, serviços ou marcas? Nascidos quando a TV já era estabelecida no país, a Geração X, que no estudo engloba pessoas de 45 à 60 anos, foi introduzida a TV a cabo, ao videocassete, e aos primeiros computadores domésticos no início da vida adulta. Isso significa que eles cresceram em um momento de transição entre o analógico e digital, fator que se traduz em seus hábitos de consumo. O Google lidera como pilar central do consumo online, com 84% das descobertas, sendo também o maior percentual entre todas as gerações. O Instagram alcança 72% e o YouTube 71,5%. A televisão preserva relevância com 56,5% e lojas físicas com 32%. Já a IA registra 26,5% de adoção. Os números indicam que a confiança na televisão ainda é alta e a adaptação com as redes sociais é significativa. No entanto, o uso de Inteligência Artificial ainda é cauteloso, embora crescente. Os Baby Boomers ainda eram crianças quando a TV estava se consolidando no país, absorvendo uma nova linguagem que unia entretenimento, cultura, notícias e produtos. O grupo, que englobou pessoas que possuem entre 60 e 79 anos, possui hábitos de consumo mais seletivos e consistentes, visando canais que ofereçam informação estruturada e confiável. Assim como a geração X, o Google lidera com 77,5%, demonstrando que as buscas orgânicas se tornaram o canal favorito dos maduros. O YouTube (58,5%) e a televisão (58%) praticamente empatam na preferência. A loja física mantém 37,5% de importância e é o maior percentual entre todas as gerações. O TikTok (26,5%) e a IA (20%) apresentam os índices mais baixos. O estudo analisa que esta geração não rejeita a inovação, mas a adota quando percebe valor. Quando você usa uma IA para pesquisar sobre produtos, que tipo de pergunta você costuma fazer? A Geração X apresenta adoção cautelosa, mas em crescimento consistente e promissor. No uso de IA, 42,5% do grupo utiliza a ferramenta para análises de vantagens e desvantagens. 44,6% perguntam qual é o melhor produto por categoria, mas apenas 28% relatam aumento de confiança nas marcas recomendadas. Para informações atualizadas, 44,1% confiam mais na IA do que em pessoas próximas.  Baby Boomers desenvolveram uma abordagem prática e objetiva em relação ao uso da IA, focando em aplicações específicas e mensuráveis, priorizando resultados tangíveis. 47,9% focam em buscar preços e ofertas, o índice mais alto entre todas as gerações para esta finalidade específica. Por outro lado, 30,9% reagem com cautela às recomendações. Para informações atualizadas, 44,2% confiam mais na IA do que em pessoas próximas. A resistência total à ferramenta atinge 16,4%, maior número entre gerações. O que mais influencia sua decisão final de compra? A Geração X lidera em sensibilidade ao preço (81,5%) e à qualidade (81%), demonstrando que a noção de valor é o principal critério decisório. O frete grátis (80%) é igualmente prioritário, assim como a variedade de pagamento (33,5%). A reputação da marca (49,5%) também ganha relevância, e a facilidade de troca (19%) e as garantias (26,5%) seguem sendo valorizadas. Este comportamento reflete maturidade na hora de comprar, equilibrando economia com segurança e conveniência. O grupo costuma ter múltiplas responsabilidades familiares e, por isso, demanda mais flexibilidade financeira. Para os Baby Boomers, o preço (88%) é prioridade acima de todas as gerações, estabelecendo um padrão claro. O frete grátis (80%) e a qualidade (76,5%)  mostram um comportamento focado em segurança. As garantias (28,5%) e a facilidade de troca (16,5%) são mais valorizadas. As recomendações familiares (20,5%) mantêm relevância, mas os influenciadores (4%) são praticamente irrelevantes para esta faixa etária. A variedade de pagamento (27%) também é valorizada. O grupo abraça o digital quando percebe valor claro, mas mantém critérios de segurança desenvolvidos ao longo de décadas. Ao realizar compras online, você geralmente utiliza quais canais? A Geração X mantém preferência pelos marketplaces (76,3%) e sites oficiais (62,6%), refletindo uma forma estruturada de encarar o e-commerce. O uso das redes sociais (22,2%) para compras é menor que canais tradicionais, como varejistas (37,9%), por exemplo. Os apps de delivery (48%) têm boa adoção, enquanto o WhatsApp (11,1%) ainda é limitado. O Google (57%) funciona como principal canal de conversão, e as lojas físicas (32%) permanecem centrais para a conversão final, evidenciando a valorização da validação presencial, o equilíbrio entre o consumo com humanos e algoritmos. Os Baby Boomers apresentam menor diversificação de canais, concentrando-se nos marketplaces (68,4%) e nos sites oficiais (55,1%). Os apps de delivery (41,3%) têm adoção crescente, mas as redes

    24 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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    Roche lança novo sensor de glicemia com IA que antecipa quedas ou altas de açúcar no sangue

    Saúde

    24 de Outubro de 2025 | Redação The Silver Economy​ Créditos: Divulgação O Accu-Chek® SmartGuide apresenta alertas inteligentes em tempo real e atua de forma proativa, oferecendo mais tranquilidade e segurança aos pacientes Comprometida em melhorar a vida de quem convive com o diabetes, a Roche, líder global em monitorização da glicose, anuncia o lançamento de seu mais novo sistema de monitoramento contínuo da glicose (CGM), o Accu-Chek® SmartGuide. A inovação, que será vendida nas farmácias de todo Brasil em breve, traz uma funcionalidade inédita no mercado: a antecipação de quedas ou altas de açúcar no sangue, com alertas em tempo real que ajudam o paciente antes de possíveis crises, inclusive pela noite, oferecendo mais tranquilidade, qualidade de vida e segurança. Diferentemente dos sensores tradicionais, que apenas medem os níveis de glicose, o Accu-Chek® SmartGuide atua de forma preditiva, fornecendo alertas com base em previsões feitas por Inteligência Artificial. Quinto país em incidência de diabetes no mundo (são 16,8 milhões de adultos com a condição), o Brasil tem cerca de 6,5 milhões de usuários de insulina no tratamento da doença, conforme dados do Ministério da Saúde¹. Para esses pacientes, o monitoramento em tempo real da glicose é essencial para prevenção de complicações graves. Segundo uma pesquisa recente do The Lancet Diabetes & Endocrinology², inclusive, o controle dos níveis de glicose é um ponto problemático no Brasil. Apesar de 93,3% dos diagnosticados estarem em tratamento no país, apenas 35,4% deles apresentaram glicose em níveis adequados no período avaliado.  O novo produto da Roche é voltado para adultos com 18 anos ou mais, e possui funcionalidades que podem transformar a vida tanto de pacientes com diabetes tipo 1 (doença autoimune geralmente diagnosticada na infância ou adolescência) e diabetes tipo 2 insulinizados, quanto de mulheres com diabetes gestacional. O recurso “Predição de Hipoglicemia”, por exemplo, informa quando há risco de queda dos níveis de glicose 30 minutos antes, em qualquer horário do dia, permitindo ao paciente tomar medidas imediatas e evitar um episódio de hipoglicemia — condição que, se não tratada rapidamente, pode levar a confusão mental, perda de consciência e até coma. Já a “Predição Noturna” alerta com antecedência sobre o risco de possíveis quedas glicêmicas durante o sono (período de 7 horas), um momento crítico em que pacientes muitas vezes não percebem os sinais da hipoglicemia, e previne interrupções no descanso ou emergências silenciosas. O novo CGM também oferece uma funcionalidade inovadora de “Predição de Glicose em 2 Horas”, que permite ao usuário visualizar a tendência de alta e baixa nos níveis glicêmicos neste período de tempo, um recurso também inédito, que vai além das setas de tendência. Créditos: Divulgação “O Accu-Chek® SmartGuide da Roche chega ao mercado como uma grande inovação e uma ferramenta crucial não só para melhorar os indicadores clínicos, mas também para reduzir a carga emocional associada ao diabetes. O produto permite que pacientes sejam menos expostos a intercorrências durante o dia e no meio da noite e tenham mais previsibilidade e liberdade para focar em sua vida além da doença”, afirma Dr. João Salles, Diretor do Departamento de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Professor adjunto e coordenador da disciplina de endocrinologia e metabologia na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.  Projetado para uso contínuo de até 14 dias, o novo sensor é resistente à água, realiza leituras automáticas a cada cinco minutos, e possui transmissão via Bluetooth 4.2, sendo compatível com smartphones (Android e IOS). Após a calibração inicial com o glicosímetro, o Accu-Chek® SmartGuide pode ser utilizado ainda para decisões terapêuticas, como a dosagem de insulina, trazendo mais autonomia ao paciente. “Esse grande lançamento reforça o compromisso da Roche com a inovação, ao colocar no mercado um produto que transforma o modo como o paciente convive com a diabetes. Atuamos há mais de 20 anos na área de monitorização de diabetes, em mais de 100 países, e o Accu-Chek® SmartGuide representa um passo transformador na missão da Roche de colocar a tecnologia a serviço da saúde, com um olhar empático para a rotina de quem precisa monitorar a glicemia de forma constante. Essa inovação inédita não só unifica o monitoramento com o gerenciamento prático, como devolve a liberdade e a tranquilidade para que as pessoas possam viver suas vidas com mais segurança e autonomia”, afirma Carlos Martins, CEO da Roche Diagnóstica. Os usuários já podem se cadastrar na lista de pré-lançamento do Accu-Chek SmartGuide, uma oportunidade exclusiva para ter acesso em primeira mão a todas as novidades no lançamento. Ao se registrar pelo link, os interessados receberão informações exclusivas e um desconto especial na primeira compra em farmácias com o programa PBM “Bem Especial”.

    24 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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    Longevidança Ballet 60+: CCSP recebe oficina gratuita

    Cultura & Lifestyle

    09 de Outubro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação Mais de 2.500 idosos já participaram das aulas gratuitas que unem corpo e mente A Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo por meio do Centro Cultural São Paulo oferece aulas gratuitas de ballet focado na terceira idade. As aulas acontecem todas as quintas, das 10h30 às 12h até o dia 25/11/2025. As inscrições devem ser feitas semanalmente através do formulário.  A dança reúne benefícios físicos e mentais como melhora no equilíbrio e na coordenação motora, além estimular a convivência e fortalecer amizades, atividade que fica mais difícil com a chegada da idade. Desde 2022, o CCSP promove o programa gratuito “Longevidança Ballet 60+”, que já recebeu mais de 2.500 alunos. As aulas são ministradas pelas professoras Marcela Paéz e Luma Preto, especialistas em ballet para idosos, que orientam cerca de 40 alunos por turma. “É um trabalho muito especial, pois damos oportunidade a quem nunca teve contato com a dança e é gratificante ver a melhora na qualidade de vida dos alunos”, afirma Marcela Paéz. Ivani Yara, de 73 anos, participou pela primeira vez da aula nesta quinta (02/10) e se mostrou encantada com o projeto, já que teve a oportunidade de praticar um esporte e ainda com supervisão de professoras especialistas “Participei da minha primeira aula hoje, foi maravilhoso. Ter essas atividades para a gente, da terceira idade, é muito bom, devem ter cada vez mais atividades como essa, porque ajuda a trabalhar a mente e o corpo.”  Serviço:Longevidança Ballet 60+Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Sala de Ensaio 1Todas as quintas, até novembro de 2025 | Das 10h30 às 12hGratuitoInscrição: Link

    9 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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    TIM amplia inclusão de profissionais 60+

    Carreira

    08 de Outubro de 2025 | Redação The Silver Economy Crédito: Divulgação Companhia registra avanço de 13% na representatividade e aposta em programas pioneiros de empregabilidade, capacitação e combate ao etarismo A TIM reforça sua estratégia de diversidade e inclusão com resultados expressivos no pilar geracional. Desde a criação do programa em 2019, a companhia aumentou em 13% a representatividade de pessoas 60+ em seu quadro de pessoas colaboradoras, sendo 34% desse público atuando nas áreas de tecnologia e engenharia, percentual muito superior à média de mercado, que varia de 12% a 17%. A trajetória de Fátima Aparecida Wardani, 61 anos, consultora de relacionamento da TIM em São Paulo, reflete os impactos positivos dessa política. Contratada em 2025, ela atua em home office e destaca o acolhimento recebido desde sua chegada. “Minha experiência na TIM tem sido uma das mais fantásticas. Me sinto acolhida, ouvida, vista, e tenho tido uma troca muito positiva com todas as pessoas com quem tive contato”, afirma. Para Fátima, a inclusão de profissionais com mais de 60 anos é fundamental para quebrar estigmas ainda presentes no mercado. “Somos profissionais ainda muito capazes, com muito a contribuir para a produtividade nas empresas. A ideia de que não somos pessoas inovadoras ou tecnológicas é uma visão distorcida. O que eu não souber eu vou perguntar, assim como também posso ensinar quem está começando ou tem alguma dúvida”, completa. Fátima Aparecida Wardani, 61 anos, consultora de relacionamento da TIM em São Paulo Iniciativas do pilar geracional A TIM estrutura uma série de iniciativas que apoiam a empregabilidade, o desenvolvimento profissional e o bem-estar do público 60+. Entre elas estão o programa interno de indicação de currículos “Chama pro TIMe” e o “banco de talentos afirmativo 50+”; o Teclado Consciente, aplicativo gratuito que alerta para o uso de termos etaristas e sugere substituições inclusivas; e a consultoria jurídica gratuita, que oferece orientação ilimitada sobre direitos ligados à diversidade geracional e assistência dedicada em casos de etarismo. A companhia também disponibiliza apoio emocional com assistente social própria e psicólogos(as) com representatividade, promove campanhas publicitárias que valorizam a longevidade, e mantém um calendário corporativo dedicado a datas de diversidade geracional. “Acreditamos no valor da diversidade geracional como um pilar essencial para a inovação e a sustentabilidade dos negócios. A troca entre diferentes experiências de vida enriquece nossa cultura e amplia nossa capacidade de inovar. Queremos ir além e garantir que a TIM seja um espelho da demografia do país, com ambientes inclusivos, oportunidades reais para todas as idades e reconhecimento de que cada geração tem muito a ensinar e a aprender”, afirma Erika Alves, Gerente Sênior de Cultura, Diversidade e Inclusão. O Programa de Inclusão Geracional, já certificou mais de 400 colaboradores e colaboradoras e alcançou NPS de 97, reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento contínuo. Complementam esse esforço o “Censo de Diversidade, Inclusão e Bem-Estar”, que orienta iniciativas a partir de dados com possibilidade de filtrar o público 45+, o grupo de afinidade Gerações+ e a adoção de políticas internas específicas de diversidade & inclusão e de combate ao etarismo, consolidando a pauta como estratégica para a cultura organizacional e para o negócio.

    8 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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    MULHER 50+: Câncer de mama: atenção redobrada depois dos 50 anos

    Saúde

    03 de Outubro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Tara Winstead – Pexels Chegar perto da menopausa é viver uma fase de mudanças intensas. O corpo dá sinais claros: a menstruação vai ficando irregular até parar de vez, o calor forte e repentino aparece em horas inesperadas, o sono pode ser afetado com noites de insônia e até a memória parece falhar em alguns momentos. Tudo isso já seria suficiente para desafiar qualquer mulher. Mas há um alerta que não pode ser ignorado: o risco de câncer de mama aumenta a partir dessa fase da vida.  Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de mama é o tipo mais comum da doença entre mulheres no Brasil. Ele surge da multiplicação desordenada de células anormais que formam um tumor, capaz de se espalhar para outros órgãos. A boa notícia é que, quando descoberto cedo, o tratamento costuma ter ótimos resultados. Por isso, informação e prevenção são essenciais.  Alguns fatores aumentam o risco e merecem atenção: primeira menstruação muito cedo (antes dos 12 anos), não ter engravidado ou ter a primeira gestação depois dos 30, e chegar à menopausa mais tarde, após os 55 anos. O estilo de vida também pesa: obesidade, má alimentação, sedentarismo e tabagismo são inimigos não só da saúde das mamas, mas também do coração. Quem chegou aos 50 anos sem uma rotina saudável deve estar ciente de que agora não dá mais para adiar. Tem de se cuidar mais, rever hábitos e colocar o corpo em movimento.  Além dos exames anuais, como a mamografia, o ultrassom e a tomossíntese, alguns sinais podem ser percebidos no dia a dia e servir de alerta: -Nódulo na mama que não desaparece, endurecido ou que cresce com o tempo; -Saída espontânea de líquido pelo mamilo; -Alterações na pele da mama que não melhoram com pomadas; -Mudança no formato da mama ou do mamilo; -Pele com aspecto de casca de laranja; -Aparecimento de caroços no pescoço ou nas axilas. O autoexame, muito lembrado no Outubro Rosa, continua sendo importante, mas não deve ser o único cuidado. O ideal é que cada mulher aprenda a observar o próprio corpo em sua rotina, seja no banho ou ao se trocar, e que não demore para procurar ajuda médica diante de qualquer alteração.  Cuidar da saúde é um gesto de amor-próprio. Também é uma forma de inspirar filhas, netas, amigas e vizinhas a fazer o mesmo. O Outubro Rosa nos lembra, todos os anos, que prevenção salva vidas. Que tal aproveitar este mês para marcar seus exames e também incentivar outras mulheres a fazerem o mesmo?

    3 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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    Livelo oferece vagas de emprego para pessoas com mais de 50 anos

    Carreira

    02 de Outubro de 2025 | Redação The Silver Economy Créditos: Divulgação A quinta edição do Programa Experts 50+ busca talentos para diversas áreas da companhia. Inscrições vão até 22 de outubro A Livelo, maior empresa de recompensas do país, anuncia a abertura das inscrições para a 5ª edição do Programa Experts 50+, iniciativa afirmativa voltada à contratação de profissionais com mais de 50 anos. Neste ano, são seis vagas distribuídas em áreas estratégicas como engenharia de sistemas, produtos, experiência do cliente, gestão de acessos e mídias. As inscrições vão até 22/10. O programa é desenvolvido em parceria com a Maturi, empresa que visa promover empregabilidade em todas as idades. O objetivo é atrair e desenvolver talentos em diferentes departamentos, ampliando a pluralidade do ambiente de trabalho e valorizando a experiência acumulada ao longo da carreira. A iniciativa também busca incentivar a troca de conhecimentos entre gerações, fortalecendo a cultura de diversidade e inclusão da Livelo. Os candidatos devem possuir graduação completa e ter disponibilidade para trabalhar no modelo híbrido, com os dias presenciais em Barueri. Não será avaliada apenas a experiência prévia na área, mas também a disposição para aprender e construir um desenvolvimento contínuo junto com a Livelo. Os interessados passarão pelas etapas de inscrição, dinâmica em grupo e entrevistas individuais. A contratação tem início previsto para dezembro de 2025. Entre os benefícios oferecidos, estão o vale-alimentação, vale-refeição, vale-cultura, vale-transporte, estacionamento, assistência médica e odontológica, seguro de vida, além de programas de apoio à saúde mental e física. As inscrições podem ser realizadas aqui.

    2 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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    Dia nacional e internacional da pessoa idosa: Avanços e desafios

    Educação

    01 de Outubro de 2025 | Larissa Gabriel Alvares Casal de maduros se abraçando | Imagem de Alisa Dyson por Pixabay No dia 01 de Outubro é comemorado o Dia Nacional e Internacional da pessoa idosa. A data foi instaurada para homenagear, conscientizar e ao mesmo tempo sensibilizar a população em assuntos que tangem a população com 60 anos ou mais, desde conquistas políticas até reflexões sobre o envelhecimento.  A comemoração internacional foi instituída por meio de Resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) nº 45/106, de 14 de dezembro de 1990. E o “Dia Nacional do Idoso” foi criado pela Lei nº 11.433, de 28 de dezembro de 2006. Segundo indicadores do IBGE, pela primeira vez, há mais idosos que jovens no Brasil. Essa mudança foi registrada em 2023, quando o percentual da população idosa de 15,6% ultrapassou os 14,8% dos que têm entre 15 e 24 anos. Outro ponto que ilustra a mudança no padrão etário do país é a idade média da população, que era de 28,3 anos em 2000 e subiu para 35,5 anos em 2023. Para 2070, a idade média projetada da população brasileira é 48,4 anos.  No âmbito político, questões que tangem aposentadoria, proteção a pessoa idosa e garantia de acesso à saúde ganham mais espaço para discussão. O Ministério da Saúde compila cinco datas importantes para a saúde da pessoa idosa: – 15 de junho: Dia mundial de conscientização da violência contra a pessoa idosa; – 24 de junho: Dia Mundial de Prevenção de Quedas; – 26 de julho: Dia dos avós; – 21 de setembro: Dia de Conscientização sobre a Doença de Alzheimer; – 1º de outubro: Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa. Longevidade ativa e etarismo O perfil da população madura vem se transformando ao longo das décadas. Especialistas em longevidade destacam o crescimento da chamada longevidade ativa, que valoriza hábitos que estimulam a independência física e financeira das pessoas com 60 anos ou mais. Esse movimento se reflete no avanço da chamada economia prateada, que já movimenta mais de R$ 900 bilhões em renda, segundo a consultoria SeniorLab. Um marco importante neste campo é o livro “A Trilha da Longevidade Brasileira: Os segredos de quem alcançou a vida longa, plena, saudável e feliz”, de Martin Henkel, João Senger, Emílio H. Moriguchi e outras colaboradoras. A obra sintetiza 30 anos de pesquisas do Projeto Veranópolis, trazendo análises sobre as “zonas azuis”, ou seja, regiões do mundo onde os índices de longevidade são mais expressivos, destacando a relevância da alimentação e outros hábitos em comunidade para a saúde a longo prazo. Nesse contexto, surge a chamada “longevidiet”, compilação de práticas e alimentos associados a uma vida mais saudável e duradoura. Apesar dos avanços, o etarismo ainda é um desafio significativo. O Relatório Mundial sobre Idadismo, da Organização Mundial da Saúde (OMS), define o conceito como “estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) direcionadas às pessoas com base na idade que têm”. Muitas vezes, ele se manifesta em detalhes cotidianos, como placas que simbolizam a pessoa idoso curvada com uma bengala, que reforça uma visão de fragilidade. Para compreender melhor esse fenômeno, uma boa referência é o livro “Etarismo: Um novo nome para um velho preconceito”, de Fran Winandy, pioneira em estudos sobre o tema, especialmente no contexto empresarial.

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